Wilson Lima entrega 40 toneladas de alimentos para beneficiar 2 mil famílias de Anamã

O governador Wilson Lima realizou, neste sábado (13/06), a entrega de 2 mil cestas de alimentos, cerca de 40 toneladas de produtos essenciais, para a população do município de Anamã (a 165 quilômetros de Manaus). Durante as ações, que integram a Operação Cheia 2025, o governador visitou casas do município e entregou pessoalmente a ajuda humanitária para famílias afetadas pela enchente do rio Solimões.
“Hoje, eu venho a Anamã não como governador, mas como alguém que sabe a dor, a angústia e a força de quem, apesar de ter uma cidade quase 100% alagada, continua de pé. Um povo que, todos os anos, enfrenta com muita coragem esse problema da inundação. E é isso que move o nosso governo de hoje estar aqui, trazendo ação social com entrega de cestas básicas, atendimento na área de saúde, saneamento e infraestrutura”, declarou o governador.
Por meio da Defesa Civil do Amazonas, o governador Wilson Lima também realizou a entrega de 200 caixas d’água de 500 litros e uma Estação de Tratamento Móvel (Etam), com capacidade de distribuição de 15 mil litros de água. De acordo com a Defesa Civil, o município de Anamã é um dos 36 que estão em estado de emergência.
A dona de casa Sarah Araújo, 26, é mãe de dois filhos e conta que as entregas do Governo do Amazonas vão suprir as necessidades da família, que encontra dificuldade de locomoção pelas ruas alagadas. Ela também agradeceu por toda comunidade pela ajuda recebida.
“A cesta vai ajudar porque não vai ser preciso estarmos indo em comércio e nem mandando as crianças, por conta da enchente. Eu acho ótimo porque vai estar ajudando não só eu, mas muitas outras pessoas. Eu quero agradecer em nome de todos da nossa rua ao governador, por estar nos dando essa ajuda”, disse a moradora.
Educação
Em Anamã, os alunos seguem com o calendário do “Aula em Casa”. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar. Até o momento, 151 alunos da Escola Estadual Jesuína Regis foram impactados pela cheia no município.
Em todo o Amazonas, 443 alunos foram impactados pela cheia dos rios em quatro municípios: Anamã, Itacoatiara, Novo Aripuanã e Uarini.
Operação Cheia
A Operação Cheia 2025 foi iniciada, no dia 16 de abril, com o anúncio do governador Wilson Lima sobre o envio de ajuda humanitária para a calha do rio Madeira, atendendo, inicialmente, os municípios de Humaitá, Manicoré e Apuí, as primeiras cidades a decretarem Situação de Emergência em função da cheia.
Brad Pitt rompe laços com filhos e enfrenta distanciamento familiar
O ator de Hollywood Brad Pitt teria cortado totalmente as relações com dois de seus filhos com a atriz Angelina Jolie, sua ex-esposa, segundo o jornal inglês Daily Mail.
Pitt também estaria se distanciando dos outros quatro que teve com a ex-parceira.
Segundo a reportagem, na última semana, Pax Thien foi visto deixando um hotel sob efeito de álcool e, mais tarde, dando entrada em uma casa adulta. Brad teria sido questionado por um amigo sobre o que achava da situação do garoto.
“Ele não tem nenhuma preocupação com o que Pax faz ou deixa de fazer (…) Brad honestamente considera seu relacionamento com Pax impossível de consertar”, disse a fonte para o portal.
As informações do jornal também dão conta de que a filha Shiloh trocou seu nome social após completar 18 anos, abrindo mão integralmente do sobrenome do pai e se registrando como Shiloh Nouvel Jolie.
A reportagem diz que dos outros quatro, três deles também já teriam abandonado socialmente o nome do pai, mas não legalmente.
Além da separação com Angelina, em 2016, Brad Pitt também teria se envolvido em uma briga física com Maddox, à época com 14 anos, dentro de um jato particular.
“Brad acredita que tudo o que seus filhos estão passando agora é um resultado direto de como eles foram criados”, disse outra fonte para o portal, citando que a guarda primária de todos ficou com Angelina.
*Com informações de Terra
Programação histórica do mês do meio ambiente da prefeitura inclui mutirão de limpeza no igarapé do Mindu
A Prefeitura de Manaus continua com a programação do “Junho Verde”, mês em que se celebra o meio ambiente. Neste sábado, 14/6, equipes das secretarias municipais de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Mudança do Clima (Semmasclima) e de Limpeza Urbana (Semulsp), em parceria com voluntários, realizaram um mutirão de limpeza no igarapé do Mindu, no Parque Municipal do Mindu, localizado na rua Domingos José Martins, bairro Parque 10 de Novembro. Quase meia tonelada de resíduos foi recolhida, na ação que envolveu 150 pessoas.
O mutirão de limpeza reforça o trabalho da gestão ambiental da Prefeitura de Manaus. De janeiro de 2021 até hoje, foram retiradas mais de 23 mil toneladas de resíduos apenas na orla do rio Negro, pela Semulsp. Com a implantação das ecobarreiras em 11 pontos de igarapés da cidade, houve uma redução em quase 40% da quantidade de resíduos coletados mensalmente. Outras dez ecobarreiras vão ser implantadas pela prefeitura e mais de 100 pontos já foram mapeados pela Semmasclima, para futuras instalações das estruturas flutuantes, que permitem o bloqueio do escoamento de resíduos.
“Além dos mutirões de limpeza, estamos conscientizando cada um, para nos ajudar a cuidar do meio ambiente”, enfatizou o secretário da Semmasclima, Fransuá Matos, ao relembrar que, inclusive dentro do Parque Municipal do Mindu, há um Ponto de Entrega Voluntária (PEV), para que as pessoas destinem os resíduos recicláveis, como plástico, papel, papelão, vidro e metal.
O titular da Semmasclima explicou ainda que quando resíduos sólidos são descartados em rios e igarapés, há consequências ambientais negativas, como a contaminação microbiana, o desequilíbrio da flora e fauna, odores desagradáveis, alteração do sistema de circulação das águas, o aumento da velocidade de assoreamento (que é o acúmulo de sedimentos e a redução da profundidade e da capacidade de armazenamento desses corpos d’água), além de afetar visualmente o ambiente.
Quem passeava pelo parque aproveitou a ação de doação de mudas, como foi o caso da bióloga Bianca Matos. Ela destacou a importância da preservação do parque do Mindu, que é uma área protegida. “A floresta precisa ter essa preservação cada vez mais ativa, inclusive da mata ciliar (às margens dos igarapés), tendo um leito regular e evitando desmoronamentos e alagações”, enfatizou.
Educação ambiental
A importância da ação foi destacada pela jovem membro do grupo de escoteiros Ágape, Rebeca Ferregueti, que participou tanto do mutirão de limpeza quanto da doação de mais de 500 mudas no local. “A gente plantando hoje, vai se conscientizando para que quando fiquemos adultos, não joguemos lixo nos rios, nas ruas e tomemos conta do meio ambiente, porque é onde a gente vive”.
As secretarias municipais de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Mudança do Clima (Semmasclima) e a de Limpeza Urbana (Semulsp) trabalham de forma integrada, com ações de educação ambiental. De janeiro de 2021, até maio de 2025 foram realizadas mais de mil ações educativas em diversos bairros de Manaus, pela Semmasclima. O coordenador de Coleta Seletiva da Semulsp, Luiz Paz, aproveitou para fazer um pedido à população. “Vamos parar de jogar resíduos nos rios e igarapés. Eu tenho certeza: se a população abraçasse esta causa, nós não precisaríamos estar aqui retirando resíduos do igarapé. Quem ganha com essa atitude é a própria população”, lembrou Luiz.
A Prefeitura de Manaus dispõe do serviço gratuito e agendado de coleta de grandes objetos. Para marcar, basta entrar em contato por meio do WhatsApp (92) 98459-5618 e (92) 98415-9563. Para resíduos recicláveis, há tanto os Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), como o agendamento para a Coleta Seletiva porta a porta. Neste caso, basta enviar solicitação para o e-mail: [email protected]

Programação do ‘Junho Verde’
A programação do “Junho Verde – Manaus Mais Ambiental” continua até o fim do mês. As próximas atividades são: Oficina Regional de Construção do Plano Nacional de Arborização Urbana (PlaNAU), que ocorre nos dias 17 e 18/6, das 8 às 17h, no auditório da Ciência, localizado no Bosque da Ciência – Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia); Ação de plantio, doação de mudas e educação ambiental na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Tupé, na manhã do dia 25/6 e Lançamento da Campanha de Combate às Queimadas, na sexta-feira, 27/6, no Parque Municipal do Mindu.
Manaus fazendo história
Esta é a programação mais extensa do Mês do Meio Ambiente já realizada pela Prefeitura de Manaus, com doação recorde de 21 mil mudas apenas na primeira semana de junho, em mais de 50 pontos simultâneos de distribuição; com a celebração do marco de mais de 14 mil mudas plantadas em menos de seis meses, além de importantes feitos em projetos internacionais, como o Geração Restauração, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a certificação no programa Meu Município pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). A gestão ambiental também avança na elaboração de importantes planos: de Ação Climática; de Saneamento Básico; de Redução de Riscos e Desastres, além da revisão do Código Ambiental de Manaus.
Lula lidera primeiro turno, mas perde terreno no segundo, diz pesquisa
Pesquisa Datafolha realizada na terça, dia 10, e quarta-feira, dia 11, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua na frente na disputa pelo Planalto em 2026, quando testado em cenários de primeiro turno. Lula marca entre 36% e 38% das intenções de voto em cinco dos seis cenários avaliados, mantendo-se isolado como principal nome da esquerda, apesar de sua aprovação pessoal ter caído para 28% de “ótimo” ou “bom”.
A força do petista nesse estágio se explica, segundo o instituto, pela fragmentação dos adversários à direita. Entre possíveis concorrentes, destacam-se governadores como Ratinho Jr. (PSD-PR), Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), todos pontuando bem abaixo, entre 5% e 7%.
Quando testados nomes ligados diretamente a Jair Bolsonaro (PL), mesmo inelegível até 2030, o cenário aponta que o ex-presidente ainda exerce forte influência. O Datafolha incluiu na disputa o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e membros da família Bolsonaro.
Com Tarcísio, Lula venceria por 37% a 21%. Já contra Michelle Bolsonaro, a vantagem do petista é de 37% a 26%. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP) aparecem com 20% cada, contra 38% e 37% de Lula, respectivamente.
Na única hipótese sem Lula na disputa, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), aparece como opção petista, mas perde força: fica com 23% contra 37% de Jair Bolsonaro.
Na pesquisa espontânea, sem lista de candidatos, a divisão reflete a polarização: Bolsonaro lidera com 18% e Lula vem logo atrás, com 16%.
Disputa apertada no segundo turno
O que chama atenção na pesquisa é a perda de vantagem de Lula em possíveis segundos turnos. Em abril, ele vencia Jair Bolsonaro por 49% a 40%. Agora, há empate técnico: 45% para Bolsonaro, 44% para Lula.
Situação semelhante ocorre contra Tarcísio de Freitas. O presidente, que antes tinha nove pontos de vantagem (48% a 39%), agora aparece apenas um ponto à frente (43% a 42%). Michelle Bolsonaro também encurtou a distância: foi de 38% para 42%, enquanto Lula caiu de 50% para 46%.

Com os filhos do ex-presidente, a vantagem de Lula ainda se mantém: venceria Eduardo Bolsonaro por 46% a 38% e Flávio Bolsonaro por 47% a 38%. Já um eventual segundo turno entre Haddad e Jair Bolsonaro hoje apontaria vitória do ex-presidente: 45% a 40% — revertendo o resultado de abril, que tinha o petista à frente.
Rejeição e desafios à direita
A rejeição segue alta para os principais nomes da disputa. Segundo o Datafolha, 46% afirmam que não votariam em Lula de jeito nenhum; para Bolsonaro, o índice é de 43%. Entre os herdeiros do ex-presidente, a taxa varia de 30% a 32%, enquanto Haddad soma 29%. Entre governadores, Ratinho Jr. tem 19% de rejeição, Zema, 18%, Caiado e Tarcísio, 15% cada.
Os números reforçam a avaliação de analistas: Lula ainda reina sozinho na esquerda, mas sua base de apoio mostra sinais de desgaste. Na direita, o impasse continua: Tarcísio surge como nome mais viável, mas depende do aval de Bolsonaro, que insiste em se apresentar como candidato apesar da inelegibilidade e ameaça lançar familiares para manter sua força eleitoral.
*Com informações de Terra
CMM inclui representantes da OAB-AM em comissão de novo concurso para cargo de procurador

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) oficializou a inclusão de representantes indicados pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Amazonas (OAB-AM) na Comissão Especial responsável pela realização do novo concurso público para o cargo efetivo de Procurador 3ª Classe da Casa Legislativa.
A medida foi publicada no diário oficial da Casa Legislativa, atende à recomendação do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM), e reforça o compromisso da Câmara com a transparência e a lisura de todo o certame.
Com a inclusão, passam a integrar a Comissão os advogados Gabriella Gomes Soares, como membro titular, e Omara de Oliveira Gusmão, como suplente. Os representantes da OAB atuarão com total independência e direito a voto nas deliberações referentes exclusivamente ao concurso para Procurador 3ª Classe.
O presidente da CMM, David Reis (Avante), destacou a importância da participação da OAB-AM no processo.
“A inclusão da OAB-AM na comissão do concurso é uma medida que fortalece a credibilidade e a legalidade do certame. Nosso compromisso é com um processo técnico, justo e que valorize a meritocracia no ingresso ao serviço público”, disse o presidente.
A Comissão foi instituída como parte dos esforços do Legislativo para atender à necessidade de provimento de cargos efetivos, apontada em estudo técnico preliminar.
Indígenas usarão COP contra petróleo na Foz do Amazonas: ‘Nosso território’

Organizações indígenas querem usar os holofotes da COP30 para pressionar o governo brasileiro contra a exploração de petróleo na Margem Equatorial.
O objetivo é tentar expor o debate internacionalmente. Representantes de organizações disseram entender que, por ora, esse assunto ainda está restrito, embora tenha “impacto para além das fronteiras brasileiras”.
Os grupos se reuniram nesta semana em Brasília e formaram consenso contra a exploração. Na última semana, caciques do Oiapoque, no extremo norte do Amapá, onde a Margem Equatorial fica mais próxima, divulgaram uma carta de repúdio às autoridades pelo apoio à exploração dos combustíveis fósseis.
O governo brasileiro, por sua vez, já deu o martelo como batido. A exploração pela Petrobras, caso aprovada pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), é vista com entusiasmo pelo presidente Lula (PT) e se tornou consenso na gestão, com exceção da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
“Vamos pressionar”
Os grupos querem tentar fazer com que a organização da COP30 debata o assunto, mas já tiveram uma negativa. Sem se pronunciar oficialmente, o governo brasileiro argumenta que a conferência é um espaço para debater e estabelecer políticas e metas internacionais sobre clima, e não para tratar de casos particulares de um país participante —mesmo que este país seja o anfitrião.
“Vamos ter resistência para discutir o assunto, mas não abriremos mão”, afirma Alana Manchineri, assessora internacional da Coiab (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira). “Este posicionamento está presente em todas as cartas, em todos os nossos pronunciamentos. É nosso território.”
A área em debate fica a 175 km da costa do Amapá, a 500 km da foz do rio Amazonas e inclui bioma recém-descoberto. O recife de corais da foz do rio Amazonas só foi registrado em 2016 e estima-se que se estenda por uma área equivalente à do estado do Rio Grande do Norte. Tanto os corais quanto os manguezais que margeiam a costa amapaense são locais de reprodução, fonte de alimentos e berçário para várias espécies marinhas.
Segundo Manchineri, a Coiab e outras organizações indígenas têm tentado estabelecer alinhamento com o governo sobre o assunto, sem sucesso. “É extremamente delicado porque a gente sabe que esse ponto não vai ser tratado [na COP]. Em uma das reuniões, [os organizadores] deixaram bem claro que a gente não vai poder conversar sobre isso.”

Os grupos recusam ainda o argumento do governo de que seja um assunto de soberania nacional. “Não é só o Brasil falando. O Bloco da Bacia Amazônica é formado por nove países. É importante destacar que somos um único povo, não estamos isolados pela fronteira.”
Indígenas da Guiana Francesa, que faz fronteira com o Amapá, e do Suriname vieram ao Brasil protestar contra a decisão —e prometem voltar em novembro. “Temos 131 mil km², e o Brasil quer fazer essa exploração de petróleo do lado disso”, reclama o indígena franco-guianês Jocelyn Therese, representante da Foag (Federação das Organizações de Autóctones da Guiana, em tradução livre), ao UOL.
“Infelizmente, a direção das correntes marinhas nessa região leva as coisas na direção das águas da Guiana”, argumenta Therese. “Então ameaça nossos recursos que estão nessas águas. Nós temos um ecossistema de corais perto da fronteiras das águas.”
As organizações indicam, desanimadas, que é uma guerra perdida. “Pela nossa perspectiva, a gente vai pela pressão. Embora haja concordâncias, na pauta do petróleo, não tem alinhamento nenhum com governo federal, isso já ficou claro”, lamenta Manchineri.
No governo, decisão já foi tomada
Lula é a favor da exploração e não tem escondido isso. Em aliança com o senador Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso Nacional, ele tem sido duro nas falas a favor da iniciativa e já chegou a constranger o próprio Ibama, responsável pela liberação técnica.
Questionado por ativistas, ele nega que seja um contrassenso promover a COP30 em Belém, que também está próxima à Margem Equatorial, e a exploração. “Eu não quero estragar um metro de coisas aqui, mas ninguém pode proibir a gente de pesquisar para saber o tamanho da riqueza que tem”, disse, em última viagem ao Amapá, em fevereiro.
Marina se tornou uma voz quase isolada. Sem retrucar o chefe publicamente, o posicionamento do MMA tem sido técnico: basear suas decisões nas avaliações realizadas de forma independente pelo Ibama.
Em maio, o instituto aprovou o plano de pesquisa marítima da Petrobras, uma das principais etapas para a liberação da perfuração. O Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada é parte do PEI (Plano de Emergência Individual) em que a petrolífera tenta comprovar capacidade para atendimento a situações de urgência, como vazamento do petróleo.
Petrobras tenta licença para explorar petróleo na Margem Equatorial desde 2020. O pedido mais recente, de 2023, foi rejeitado exatamente porque, para o Ibama, a empresa não apresentou soluções para socorro dos animais em caso de vazamento de óleo. À época, demoraria 43 horas para que uma embarcação de resgate chegasse ao local da perfuração.














