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Por que rastrear o gado na Amazônia é chave contra o desmatamento

Vaca etiquetada em leilão na cidade de Xinguara, no Pará - Foto: Raimundo Pacco / Reuters

Décadas de pecuária na Amazônia renderam a Roque Quagliato, o “Rei do Gado”, grande riqueza — e alguns problemas. As imensas fazendas de sua família foram acusadas de submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão na década de 1990 e de desmatar grandes extensões da floresta tropical no início dos anos 2000.

Mas, à medida que o setor de carne bovina do Brasil evolui, pressionado por alguns dos maiores mercados de exportação do mundo, Quagliato, aos 85 anos, está agora em evidência por outra coisa: ele é o rosto de um esforço para consertar a pecuária na Amazônia, uma das maiores causadoras de desmatamento do mundo.

O gado de Quagliato foi o primeiro a ser identificado com chips nas orelhas, como parte de um programa do governo estadual para tornar milhões de cabeças de gado no Pará rastreáveis até janeiro do ano que vem — pouco após o Estado receber líderes mundiais em Belém para a cúpula climática da Organização das Nações Unidas (ONU), a COP30, em novembro.

“O que a gente espera é que, no final de tudo isso aí, o mercado internacional dê ao Brasil um preço melhor”, disse ele, em uma entrevista durante um recente leilão de gado em Xinguara, uma das capitais do boi do Pará. Os desmatadores, acrescentou ele, são agora “caso de cadeia”.

Quagliato está de olho na exportação para mercados mais caros e mais exigentes nos Estados Unidos, Europa e Ásia, alguns dos quais compram de outros Estados brasileiros, mas não do Pará, pelo menos em parte devido a preocupações com a saúde animal e ligações com o desmatamento.

“O Brasil tem trabalhado firme para abrir mercados de alta demanda, como Japão e Coreia do Sul, e o aperfeiçoamento do sistema de rastreabilidade animal é um dos passos mais importantes para conseguir entrar nestes países”, disse Renan Araújo, analista sênior da S&P Global.

O Pará, que tem um rebanho de 26 milhões de cabeças, aproximadamente o mesmo tamanho do rebanho da Austrália, quer identificar todo o seu gado até 2027, aproveitando os holofotes globais para se tornar uma espécie de laboratório de uma política nacional de rastreamento — o que representaria uma transformação significativa para o maior exportador de carne bovina do mundo.

Até agora, o início não foi nada auspicioso. A lei, aprovada no final de 2023, exige que os criadores do Pará identifiquem seu gado até janeiro de 2027. Porém, até maio, os produtores de gado do Estado só haviam identificado individualmente cerca de 12 mil animais.

“Por causa das queimadas, a degradação explodiu e chegou à média de 10.000 campos de futebol afetados por dia entre janeiro e outubro, o pior cenário em 15 anos”, diz o instituto – Foto: Christian Braga / Greenpeace / Divulgação

No entanto, a adesão de grandes produtores, como Quagliato, dissipou as preocupações de que “haveria uma rejeição generalizada” da política, disse Andy Jarvis, que dirige o programa “Future of Food” no Bezos Earth Fund, que doou 16,3 milhões de dólares para o projeto do Pará. “O sucesso dessa iniciativa precisa do apoio dos próprios agricultores e pecuaristas.”

A ambiciosa iniciativa, se bem-sucedida, pode ser um ponto de virada na luta para deter a destruição da maior floresta tropical do mundo.

Há anos ambientalistas argumentam que melhorias na rastreabilidade do gado dariam às autoridades uma ferramenta poderosa para impedir que animais criados em áreas desmatadas ilegalmente cheguem às cadeias de suprimentos globais, que dependem do Brasil para alimentar o crescente apetite mundial por carne bovina.

Embora a proposta do estado de rastrear o gado individualmente não seja uma bala de prata contra o desmatamento, seria um avanço que muitos consideravam inimaginável há pouco tempo.

Muitos pecuaristas ainda estão resistindo ao programa, que, segundo eles, tirará alguns deles do mercado, e poucos acreditam que o governo atingirá suas metas para este ano. Mas vários grandes pecuaristas entrevistados pela Reuters estão apoiando a política.

“Existe um custo”, disse Quagliato. Mas quando os produtores se sentam para conversar sobre o assunto, acrescentou, eles simplesmente concluem que “é o momento, tem que fazer agora”.

A família Quagliato ainda enfrenta questionamentos sobre oimpacto de suas atividades na floresta e nas populações que ali vivem.

O Ibama informou que Quagliato pagou todas as suas multas por desmatamento, exceto uma que foi resolvida através de um acordo para regenerar a floresta. Um dos membros de sua família foi recentemente condenado por submeter trabalhadores a condições de trabalho análogas à escravidão, embora esteja recorrendo. Quagliato não quis comentar sobre esses casos.

“Temos vontade política”

A identificação de cada boi e vaca no Pará não é apenas uma ferramenta para garantir que os animais não estejam pastando onde as florestas foram derrubadas ilegalmente. Mais do que tudo, ela permite que os órgãos de saúde animal rastreiem rapidamente qualquer gado doente e seus contatos.

Foto: GCom / Divulgação

Os dados sugerem que o mercado recompensa os rebanhos rastreáveis. O preço médio da carne bovina que o Brasil exporta é 8% menor do que o do Uruguai, que rastreia o gado individualmente, de acordo com dados de 2024 compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).

Isso se deve em parte ao fato de o Uruguai vender grande parte de sua carne bovina para a União Europeia, que há muito tempo trabalha para livrar suas cadeias de suprimentos de vínculos com o desmatamento, e exige rastreabilidade individual pelo menos 90 dias antes do abate do gado.

A maioria dos grandes pecuaristas entrevistados vê a identificação individual do gado como um caminho inevitável, embora alguns temam que o Pará esteja avançando rápido demais e gostariam de mais tempo para se adaptar.

Quagliato não quis dizer o tamanho de seu rebanho ou quantos de seus animais foram identificados. Veículos de comunicação locais estimaram o tamanho de seu rebanho em cerca de 150 mil cabeças de gado.

Pecuaristas disseram à Reuters que estão esperando para cumprir a lei até que o prazo legal se aproxime, pois querem ter certeza de que ele não será esticado, como muitos observadores esperam. Alguns também reclamaram de falhas técnicas no sistema de registro de gado, o que o governo nega.

Ainda assim, o projeto ganhou o apoio tanto do setor de frigoríficos quanto de ambientalistas. A JBS, maior produtora de carne do mundo, doou 300 mil brincos de identificação para o programa até agora.

“Eu sou otimista”, disse Marina Guyot, gerente de políticas públicas do Imaflora, uma organização sem fins lucrativos que recebeu uma doação de Bezos para ajudar a implementar a política. “No momento que a gente está, tem vontade política, e isso é mais da metade do caminho.”

“Chega a assustar”

O rebanho de 50 cabeças de gado de Alaion Lacerda, no coração do Pará, mastiga o pasto ao lado do cacau que cresce sob a sombra das árvores nativas que ele plantou. Ele é um dos milhares de pequenos produtores na base da cadeia de suprimentos do Brasil, fornecendo bezerros que os pecuaristas maiores engordam e vendem para os frigoríficos.

Mas, como cerca de metade do gado no Pará, seu rebanho está pastando em áreas onde a floresta foi ilegalmente derrubada, e ele agora se pergunta se a nova lei tornará mais difícil para ele vender seu gado.

Mais de 90% do desmatamento da Amazônia é para abertura de pastagem, aponta MapBiomas – Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

“Chega a assustar”, disse ele, sentado em sua varanda. “A gente vive em uma região que quase todo o produtor tem passivo.”

Todos os dias, satélites coletam dados sobre o desmatamento, que o governo e os frigoríficos usam para identificar fazendas onde as florestas foram derrubadas ilegalmente. Mas o novo sistema de rastreamento permitirá que as autoridades localizem geograficamente o gado com um bastão eletrônico.

Tal ferramenta pode tornar mais difícil para os produtores dizerem que o gado criado em áreas desmatadas ilegalmente veio de fazendas legais, disse Ricardo Negrini, um procurador federal que monitora as ligações entre o desmatamento e o fornecimento de carne bovina.

Mas o programa, explicou, “deixa um pouco a desejar no critério ambiental”, em parte porque os brincos apenas geolocalizam os animais em momentos específicos, dando tempo suficiente para que os produtores de má-fé movimentem o gado sem serem notados.

“O que quer que seja que você vá controlar, você não consegue pegar tudo”, disse Raul Protázio Romão, secretário de meio ambiente e sustentabilidade do Pará. “Você tem que progressivamente implementar mecanismos de controle que evoluam constantemente e que vão fechando gaps”.

Lincoln Bueno, um grande pecuarista e chairman da exportadora de carne Mercúrio, disse que ainda não está rastreando seu gado porque teme ser punido por possivelmente comprar de pequenos fornecedores que desmataram ilegalmente parcelas de suas terras.

“Eu só posso fazer aquilo que eu consigo cumprir”, disse.

Convencer produtores como Bueno e Lacerda a identificar seu gado é o maior desafio do Pará. É por isso que o governo agora permite que os pecuaristas cujas propriedades têm desmatamento ilegal possam voltar ao mercado com o compromisso de permitir que a floresta se regenere.

Em uma manhã recente, analistas agrícolas de uma organização sem fins lucrativos chamada Solidaridad visitaram vários pequenos produtores que eles esperavam que entrassem no programa. Alguns estavam abertos à ideia de que resolver problemas ambientais traria benefícios. Outros, como Lacerda, estavam mais céticos.

“Para fazer um reflorestamento, isolar a área, para eu poder ficar legal, aí eu vou ter que reduzir o número de animais”, disse ele, argumentando hipoteticamente. Mas isso, acrescentou, “vai afetar na minha rentabilidade”.

*Com informações de Terra

Governo vai iniciar seleção das famílias que serão contempladas com unidades habitacionais

Os empreendimentos estão sendo construídos com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e contrapartida estadual - Foto: Paula Pessoa / UGPE

O Governo do Estado vai iniciar a seleção das famílias que serão contempladas com unidades habitacionais do programa Amazonas Meu Lar, em parceria com o Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Os recursos são do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e contrapartida estadual. No total, serão 651 unidades, em seis empreendimentos em Manaus.

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb), que coordena o programa, realizou reunião de alinhamento com os órgãos estaduais envolvidos no processo. Entre eles, a Superintendência de Habitação do Amazonas (Suhab), as secretarias de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), de Assistência Social (Seas), Defesa Civil, além da Caixa Econômica Federal.

De acordo com o secretário da Sedurb e da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), Marcellus Campêlo, a análise dos perfis cadastrados no Amazonas Meu Lar será feita de forma integrada, com a participação das instituições, de acordo com os critérios de prioridade estabelecidos. “As obras dos novos residenciais estão avançando e, em breve, precisaremos definir quem vai morar neles, por meio de um processo múltiplo e que depende da união de vários órgãos do governo. Essa integração é essencial para garantir critérios transparentes de elegibilidade e prioridade”, destacou.

Durante a reunião, foram tratadas questões como fluxo de atendimento, orientação quanto à documentação de prioridade e cronograma de atividades, visando identificar e classificar as famílias que serão beneficiadas, inicialmente, nos residenciais Novo Aleixo e Petrópolis, primeiros habitacionais em construção nesta modalidade, com 48 e 32 unidades habitacionais, respectivamente.

Os demais residenciais do Amazonas Meu Lar a serem construídos em parceria com o MCMC, com recursos do FAR, são: Compensa (253 unidades), Tarumã (176), Alvorada (64) e Retrofit de prédio no Centro (75 unidades).

Os apartamentos são avaliados em torno de R$ 170 mil, com o aporte de mais R$ 23 mil por unidade habitacional feito pelo Estado, permitindo que o projeto seja viabilizado. O Estado também promoveu a doação dos terrenos onde os empreendimentos serão construídos.

As famílias elegíveis fazem parte da Faixa 1 do programa, com renda bruta mensal de até R$ 2.850 e que atendem aos critérios de prioridade. Após o recebimento do imóvel, as famílias pagarão uma taxa de manutenção.

A secretária executiva da Sejusc, Gabriella Campezatto, destacou que o papel do órgão no processo é fundamental. “Nossa missão é justamente cuidar das pessoas em situação de vulnerabilidade no estado. Vamos atuar com responsabilidade, analisando com atenção cada família que se enquadra nos critérios de prioridade, para garantir uma seleção justa, transparente e verdadeiramente voltada para quem mais precisa”, disse.

Foto: Paula Pessoa / UGPE

Conforme o diretor-presidente da Suhab, Jivago de Castro, o encontro foi um pontapé inicial para uma fase importante do processo de análise dos perfis das famílias inscritas no programa. “A partir desse alinhamento, iremos, junto com todas as secretarias envolvidas, iniciar o processo de entrevistas, seguir com os encaminhamentos à Caixa Econômica e, depois, com a aprovação dessas famílias, finalmente, entregar as moradias”, acrescenta.

Amazonas Meu Lar

O Programa Amazonas Meu Lar integra as políticas de habitação e fundiária do Estado, com a meta de oferecer 24 mil soluções de moradia e regularizar 33 mil imóveis. A ação está estimada em R$ 4,7 bilhões, somando investimentos do Governo do Estado, recursos do FGTS e do FAR.

Até o momento, o programa já atendeu 19.805 famílias com regularização fundiária e 7.087 com soluções de moradia. Entre as soluções definitivas estão 296 unidades entregues com a inauguração de três habitacionais: os residenciais Rodrigo Otávio e Maués, construídos através do Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+), e o Ozias Monteiro II, entregue pela Suhab.

Justiça espanhola condena 4 torcedores à prisão por boneco “enforcado” de Vini Jr.

Foto: Florencia Tan Jun / Getty Images

O Tribunal Provincial de Madri, na Espanha, condenou nesta segunda-feira, 16, quatro pessoas à prisão pela exibição de um “boneco enforcado” com o nome de Vinícius Júnior, pendurado em uma ponte em janeiro de 2023.

Os réus foram condenados por crime de ódio e ameaças contra o atacante brasileiro do Real Madrid.

A sentença foi emitida pela Justiça espanhola após processo iniciado por denúncia da LaLiga, que atuou como promotora no caso.

O caso ocorreu no dia 26 de janeiro de 2023, horas antes do jogo entre Real Madrid e Atlético de Madrid pela Copa do Rei, no Estádio Santiago Bernabéu.

Na ocasião, os acusados penduraram um manequim vestido com a camisa de Vini Jr. em uma ponte próxima ao centro de treinamento de Valdebebas, junto a uma faixa com os dizeres: “Madrid odeia o Real”.

Na sentença, um dos réus foi condenado a 15 meses de prisão por crime de ódio — conforme artigo 510 do Código Penal Espanhol — e mais sete meses por fazer ameaças e divulgar imagens do ato na internet.

Os outros três foram condenados a sete meses de prisão por crimes de ódio e mais sete meses por ameaças.

Além disso, o primeiro réu foi multado em € 1.084 (cerca de R$ 6.287), enquanto os outros três tiveram multas de € 720 (aproximadamente R$ 4.176).

O boneco com a camisa de Vini Jr. foi erguido na véspera de um jogo entre o Real Madrid e o Atlético de Madri – Foto: Reprodução / X

O responsável pela postagem do vídeo recebeu uma desqualificação especial de 4 anos e 3 meses para atuar em ambientes educacionais, esportivos ou recreativos com jovens. Os demais acusados foram penalizados com 3 anos e 7 meses da mesma restrição profissional.

Ainda na sentença, a Justiça determinou que os réus cumpram medidas adicionais, que incluem:

  • Uma ordem de restrição proibindo-os de se aproximar a menos de 1.000 metros de Vinícius Júnior, de sua residência ou local de trabalho (Campo de Treinamento de Valdebebas);

  • Proibição de aproximação a menos de 1.000 metros de qualquer estádio de futebol durante partidas realizadas no calendário da LaLiga ou competições organizadas pela Federação Espanhola de Futebol (RFEF), incluindo equipes reservas e femininas, de quatro horas antes até quatro horas depois de cada partida;

  • Proibição de qualquer forma de comunicação com a vítima, durante um período de quatro anos a partir do término da pena de prisão.

Os torcedores condenados assinaram uma carta de desculpas a Vini Jr., Real Madrid, LaLiga e RFEF e devem concluir um curso sobre igualdade e não discriminação para ter as penas de prisão suspensas.

“Esta decisão representa um grande avanço na luta contra o ódio e a discriminação no esporte. A LaLiga reafirma seu compromisso inabalável com a erradicação de qualquer forma de racismo, violência ou intolerância, tanto dentro quanto fora dos estádios de futebol”, disse a La Liga em publicação oficial.

*Com informações de Terra

CMM presta homenagem à Secretaria de Habitação pelos avanços em moradia e regularização fundiária

A homenagem foi proposta pelo vereador Gilmar Nascimento, que destacou os avanços nas questões fundiárias da capital - Foto: Cleuton Silva e Eder França / Dicom-CMM

A Sessão Plenária desta segunda-feira (16 de junho), na Câmara Municipal de Manaus (CMM), conduzida pelo presidente da Casa, David Reis (Avante), contou com uma homenagem especial. No plenário, foi entregue uma placa aos representantes da Secretaria Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Semhaf), em comemoração aos dois anos de criação da pasta.

A iniciativa da homenagem partiu do vereador Gilmar Nascimento (Avante), que ressaltou os avanços alcançados nos últimos dois anos nas áreas fundiária e habitacional da capital.

“Quando você tem o Casa Manauara, um programa habitacional, abre-se para Manaus um canal para receber recursos e promover moradia. Esse programa social, ao chegar à casa das pessoas, transforma essa habitação em um lar. Então, você oferece dignidade humana”, enfatizou o vereador.

Participaram da solenidade os subsecretários da Semhaf, Zuldy Bonates e Junior Nunes. Durante suas falas, eles destacaram o progresso da política habitacional em Manaus e apresentaram dados significativos sobre o tema.

“Quando chegamos à secretaria, entregávamos cerca de 500 títulos por ano. Hoje, dois anos depois, Manaus ultrapassa a marca de dez mil títulos entregues, além de termos mais de 4,7 mil unidades habitacionais contratadas. Isso é fruto de uma gestão que entende que habitação é dignidade, é justiça social e transformação”, afirmou o subsecretário Zuldy Bonates.

Justiça dá 3 dias para que Day Carthy, condenada por racismo, pague R$ 500 mil a Gagliasso e Ewbank

Day McCarthy foi condenada por racismo e injúria racial - Foto: Reprodução / Instagram / RD1

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro intimou a influenciadora e socialite Dayane Alcântara Couto de Andrade, conhecida como Day McCarthy, a pagar pouco mais de R$ 500 mil, em até três dias, ao casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso.

Dayane foi condenada por danos morais em fevereiro do ano passado por ter feito ofensas racistas contra a filha dos atores, Chissomo Ewbank Gagliasso, a Titi, em sua conta no Instagram.

“As postagens feitas pela ré em sua conta oficial do Instagram evidenciam conteúdo racista e são inaceitáveis, não devendo sequer ser reproduzidos seus respectivos conteúdos nesta sentença, por serem absolutamente abomináveis”, declarou na sentença o juiz Leonardo Grandmasson Ferreira Chaves.

Inicialmente, Day foi condenada a pagar R$ 180 mil ao casal, no entanto, como ela não cumpriu a determinação, e seu paradeiro é incerto, o valor subiu para R$ 503.892,85, com juros e correções. A decisão foi dada na última semana.

*Com informações de Terra

Águas de Manaus completa 7 anos com avanços históricos no saneamento da capital

Investimentos desde o início das operações na capital amazonense já superam R$ 1,6 bilhão - Foto: Assessoria / Águas de Manaus

Água tratada, esgoto coletado e um futuro com igarapés limpos. Em sete anos de operação em Manaus, a Águas de Manaus tem transformado a realidade do saneamento básico na capital amazonense. Desde 2018, mais de R$ 1,6 bilhão foram investidos para universalizar o abastecimento de água e expandir a coleta e o tratamento de esgoto, levando saúde e dignidade a milhares de famílias.

“Esses investimentos vão além da construção de estruturas. Manaus alcançou a universalização do abastecimento de água, com atenção especial às áreas mais vulneráveis, como becos, rip-raps e palafitas. É o resultado de um diálogo constante com a população, ouvindo as demandas e entendendo as particularidades de cada região que atendemos”, destaca o diretor-presidente da concessionária, Pedro Augusto Freitas.

Após a universalização da água, a concessionária também acompanha o crescimento urbano da cidade. No ano passado e nos primeiros meses de 2025, mais de 50 Km de redes foram implantados pelas equipes da companhia. Uma das obras em execução é a do sistema de abastecimento de água do Mauazinho, na zona Leste de Manaus – no ano passado, mais de 1,2 mil moradores do Parque Jardim Mauá, uma das comunidades do bairro, passaram a ter acesso à água tratada com a instalação de cinco mil metros de rede e um novo Centro de Produção de Água Subterrânea (CPAS). O sistema segue em construção – para a próxima etapa, serão implantados mais 5 mil metros de rede, que beneficiarão mais de 3,5 mil pessoas no bairro.

Esgotamento sanitário para toda a cidade

Com o abastecimento de água universalizado, a Águas de Manaus volta seus esforços para o esgotamento sanitário por meio do programa Trata Bem Manaus, lançado em 2024. Em menos de dez anos, mais de 90% da população terá acesso ao sistema. Até 2033, serão instalados mais de 2,7 milhões de metros de redes coletoras e implantadas ou ampliadas pelo menos 70 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), com investimentos estimados em R$ 2 bilhões.

As obras já estão em andamento em diversas regiões da cidade, tanto em áreas padronizadas quanto em comunidades fora do padrão urbano. O projeto que levou esgoto ao Beco Nonato, região com casas construídas em palafitas, se tornou referência para soluções replicadas em outras áreas.

Entre as grandes obras do programa, está a nova ETE Raiz. O primeiro módulo da estação, com entrega prevista para os próximos meses, terá capacidade para tratar até 230 milhões de litros de esgoto por mês. A nova estação também permitirá expandir o sistema de esgoto em áreas próximas ao Prosamin+. Além da ETE Raiz, a implantação de redes e ligações avança nas zonas Norte, Sul, Centro-Sul, Leste e Oeste da cidade. Até o fim de 2025, mais de 300 Km de redes serão instalados na capital amazonense.

“Com a universalização do esgotamento sanitário, é possível vislumbrar um futuro com os igarapés de Manaus limpos. Exemplo disso é a ETE Raiz, que impacta positivamente o igarapé do 40. A primeira etapa da Estação, que será entregue em breve, corresponde a 40% de toda a estrutura. Isso representa benefícios para mais de 50 mil pessoas em bairros localizados nas zonas Sul e Leste da cidade”, destaca o diretor executivo da concessionária, Renee Chaveiro.

Tarifas sociais

A inclusão social é uma das marcas da Águas de Manaus. Para garantir que o acesso aos serviços de saneamento básico chegue também às populações mais vulneráveis, a empresa mantém programas tarifários como o Tarifa 10, que fixa o valor da fatura de água e esgoto em R$ 10, e o Tarifa Manauara, que oferece 50% de desconto.

Com meta de universalizar o esgotamento nos próximos anos, Manaus amplia a rede de saneamento e convida a população a aderir ao sistema para garantir melhorias no meio ambiente – Foto: Assessoria

Mais de 130 mil famílias já foram beneficiadas pelos dois programas. Uma das pessoas protegidas pelo Tarifa 10 é a dona de casa Geovana de Almeida, moradora da comunidade Cristo Rei, na Zona Oeste de Manaus. “O cadastro ajudou bastante aqui em casa, porque é uma redução no orçamento da casa. Sem falar que a qualidade do serviço é muito boa. Ter água limpa na torneira é algo que muita gente não dá valor, mas que é fundamental no dia a dia”, afirma.

Enfrentamento à estiagem histórica

A estiagem mais severa já registrada em Manaus foi um dos grandes desafios enfrentados pela concessionária. Para garantir o abastecimento durante esse período crítico, foi necessária uma operação especial, com reforço na infraestrutura e mobilização de equipes técnicas. O esforço garantiu o abastecimento para mais de 2 milhões de moradores, sem interrupções causadas pela vazante.

Atendimento mais próximo da população

O compromisso com a população também se reflete no atendimento. Em março deste ano, a Águas de Manaus inaugurou uma nova loja no Centro da cidade, com estrutura mais ampla, climatizada e equipada para prestar um atendimento humanizado. No local, é possível solicitar serviços, negociar débitos, emitir segundas vias e esclarecer dúvidas.

A iniciativa reforça o reconhecimento conquistado com o Prêmio Reclame Aqui 2024 — a Águas de Manaus foi a única empresa de serviços essenciais da Região Norte a vencer a premiação, destacando-se pela qualidade no atendimento ao cliente.

O relacionamento com a comunidade é outro pilar da atuação da empresa. A Águas de Manaus foi vencedora de duas categorias no Prêmio VOL 2024, que reconhece as melhores práticas de voluntariado do Brasil: Gestão de Programas em Empresas e Profissionais do Ano de Responsabilidade Social. Mais de 200 colaboradores participam ativamente do programa de voluntariado da empresa.

Além disso, a concessionária mantém, há mais de seis anos, o programa Afluentes, que reúne mais de 1,3 mil lideranças comunitárias de todas as zonas da cidade. Os líderes têm um canal direto com a empresa para envio de demandas e construção de soluções conjuntas, reforçando o compromisso com a escuta e diálogo com a população.

Prefeitura realiza ação de conscientização sobre os direitos da pessoa idosa no Gigantes da Floresta

Foto: Fábio Simões / FDT

Em alusão ao “Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa”, celebrado neste domingo, 15/6, a Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação de Apoio ao Idoso Dr. Thomas (FDT), promoveu uma ação de panfletagem no parque Gigantes da Floresta, localizado na avenida Alphaville, no bairro Novo Aleixo, zona Norte da capital.

A iniciativa teve como foco a conscientização da população sobre os direitos da pessoa idosa e o combate à violência, reforçando o compromisso da gestão municipal com a proteção e valorização da pessoa idosa. Durante a atividade, foram distribuídos materiais informativos com orientações sobre os tipos de violência mais comuns e os canais de denúncia disponíveis.

“A proposta é levar informação para o maior número de pessoas, sensibilizando a comunidade sobre a importância de denunciar casos de violência e de fortalecer os laços de respeito entre as gerações”, destacou o presidente da Fundação Dr. Thomas, Eduardo Lucas.

A ação buscou ainda dialogar diretamente com os frequentadores do parque, incentivando o diálogo intergeracional e promovendo a reflexão sobre a responsabilidade coletiva na proteção das pessoas idosas. Além de orientar sobre os sinais de violência física, psicológica, financeira e negligência, os servidores da FDT reforçaram que envelhecer com dignidade é um direito de todos, garantido por lei.

A autônoma Cláudia Barbosa, 46, que acompanhava os filhos no parque, elogiou a iniciativa da prefeitura com a campanha “Junho Violeta”. “Achei muito importante essa ação, principalmente porque, muitas vezes, a gente não sabe identificar quando um idoso está sofrendo algum tipo de violência. Além disso, é um exemplo para as crianças, para que elas cresçam com essa consciência de respeito aos mais velhos. Foi uma abordagem leve, mas com um conteúdo muito necessário”, destacou.

A atividade integra a programação da campanha “Junho Violeta”, que ao longo de todo o mês promove ações educativas, culturais e de mobilização social em diversos pontos da cidade. Qualquer cidadão pode denunciar situações de violência contra a pessoa idosa, de forma gratuita e anônima, pelos seguintes canais de atendimento, Disque 100 ou Disque 165.

Veja regras do Pix automático, que começa nesta segunda (16)

Foto: Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

A partir de segunda-feira (16) entra oficialmente em vigor o Pix Automático, uma nova funcionalidade do sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central.

A proposta é facilitar a vida dos brasileiros que precisam realizar pagamentos recorrentes, como mensalidades escolares, contas de consumo, assinaturas de serviços digitais, planos de saúde, academias e outras cobranças frequentes.

Com o Pix Automático, o pagamento dessas despesas poderá ser feito diretamente no aplicativo da instituição financeira ou no sistema da empresa recebedora.

Segundo o Banco Central, a nova função foi desenvolvida para atender pessoas físicas e empresas. Um dos l benefícios é não precisar autorizar manualmente cada pagamento todo mês.

Já para os prestadores de serviço, a expectativa é que o recurso reduza atrasos e aumente a eficiência das cobranças.

Como vai funcionar?

Ao contratar um serviço que ofereça o Pix Automático, vai ser enviada uma solicitação de autorização em aplicativo bancário. Após aprovar, os pagamentos ocorrerão automaticamente na data combinada, sem necessidade de ação adicional.

Ainda assim, o consumidor mantém o controle da autorização — podendo pausar, cancelar ou ajustar os valores sempre que desejar.

O Banco Central disponibilizou uma página oficial com todas as informações sobre o funcionamento da nova modalidade. Nela, é possível acessar detalhes técnicos, perguntas frequentes e o cronograma de adesão para instituições financeiras e empresas.

*Com informações de IG

Planos de saúde gastam bilhões na Justiça por descumprir contratos

Foto: Freepik

A maior parte dos custos judiciais das operadoras de planos de saúde envolve procedimentos já previstos em contrato, conforme dados divulgados pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Os números do setor também mostram que o gasto com judicialização cresceu nos últimos anos e as operadoras mais que dobraram seus lucros nos primeiros três meses de 2025.

Despesas judiciais mais que triplicaram em cinco anos. A ANS passou a incluir dados sobre os gastos das operadoras com despesas judiciais nos dados apresentados no Painel Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar. O indicador mostra que o total de despesas com judicialização era de R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre de 2020 (0,65% das despesas assistenciais) — no primeiro trimestre de 2025, o número escalou para R$ 3,9 bilhões (1,49% das despesas assistenciais), mais que o triplo do registrado cinco anos antes. O dado considera os últimos 12 meses.

Mais de 60% das despesas judiciais envolvem procedimentos cobertos pelo plano. No primeiro trimestre de 2025, 62% das despesas judiciais (R$ 2,4 bilhões) envolviam procedimentos que deveriam ter sido cobertos pelos contratos de planos de saúde, diz a ANS. Outros 38% (R$ 1,5 bilhão) envolvem ações judiciais com demandas não previstas em contrato.

Setor descumpre contratos de forma reiterada, diz advogado. “Os dados mostram que o que existe não é uma judicialização predatória por parte dos clientes e sim um descumprimento reiterado de contratos, que força o consumidor a buscar a Justiça”, diz Rafael Robba, advogado especializado em direito à saúde, e sócio do Vilhena Silva Advogados.

Judicialização responde por fatia pequena das despesas do setor. Robba também argumenta que os dados evidenciam que a judicialização representa uma parcela pequena das despesas do setor (1,49%), e “não compromete a saúde financeira das operadoras”.

Despesas judiciais pressionam custos do setor, diz associação. Em nota, a Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde) diz que, mesmo sendo a menor parte dos custos judiciais (38%), as ações que tratam de coberturas não previstas em contrato têm impacto. Elas pressionam “indevidamente os custos do setor”, e isso “recai sobre todo o sistema”, diz a associação.

Descumprimento de sentenças

OAB-SP aponta descumprimento de decisões judiciais pelas operadoras de saúde. Em paralelo aos dados da ANS sobre judicialização no setor, a OAB-SP divulgou um comunicado manifestando preocupação com o “descumprimento sistemático de decisões judiciais por operadoras de planos de saúde”. A Abramge não comentou sobre a manifestação da OAB-SP.

“Observamos que grande parte das operadoras não tem cumprido as decisões judiciais. Elas entendem que é mais benéfico pagar a multa imposta pelo judiciário do que entregar assistência determinada.” afirmou Juliana Hasse, presidente da Comissão de Direito Médico e de Saúde da OAB-SP.

Lucro dobrou

Operadoras de planos de saúde dobraram o lucro nos primeiros três meses de 2025. O setor teve lucro líquido de R$ 7,1 bilhões no primeiro trimestre, uma alta de 114% em relação ao mesmo trimestre de 2024, mostram os dados da ANS. O resultado é o maior desde 2018 para um primeiro trimestre.

As operadoras de planos médico-hospitalares tiveram recuperação no resultado. O segmento, que é o maior do setor, teve saldo positivo de R$ 4,4 bilhões no resultado operacional, ou seja, na conta que considera as receitas e despesas diretamente ligadas às atividades de assistência à saúde (não considera aplicações financeiras, por exemplo). O resultado é o maior da série histórica, iniciada em 2018.

Aplicações financeiras também deram lucro recorde. A ANS ressalta que, em um cenário de crescimento dos juros, o resultado financeiro do setor no primeiro trimestre foi de R$ 3,6 bilhões, um aumento de 58,6% em relação ao mesmo período de 2024 e um recorde da série histórica.

Resultado é evidência da recuperação do setor, diz diretor. “Os dados demonstram a consolidação da recuperação do resultado operacional das operadoras, especialmente das médico-hospitalares, que atingiram o maior patamar da série histórica”, disse Jorge Aquino, diretor de Normas e Habilitação das Operadoras da ANS.

Associação diz que dados devem ser vistos com cautela. Em nota, a Abramge diz que o primeiro trimestre, em geral, apresenta os melhores indicadores do setor. Destaca ainda que, mesmo com o resultado positivo, “cerca de 32% das operadoras seguem registrando prejuízo, uma evidência de que a rede capilar de acesso ao sistema ainda está em risco financeiro”.

*Com informações de Uol

Fãs de Rita Lee aguardam com expectativa a estreia, em Manaus, do espetáculo inspirado nas canções da cantora

“República Lee - Um Musical ao Som de Rita”, idealizado por Cella Bártholo, será apresentado no Teatro Amazonas, após temporada de sucesso em SP - Foto: Divulgação

Rita Lee, a eterna rainha do rock brasileiro, coleciona uma legião de fãs sempre pronta para celebrar a sua obra e seu legado. Cada um com uma história e lembrança que se conecta com as músicas e a vida da cantora. Em Manaus, os fãs já aguardam com expectativa a estreia do espetáculo “República Lee – Um Musical ao Som de Rita”, nos dias 12 e 13 de julho, no Teatro Amazonas. Dia 13 de julho, não por acaso, é o Dia do Rock.

Produzido pela In Cena e idealizado pela atriz e cantora amazonense Cella Bártholo, o espetáculo, que cumpriu temporada de sucesso em São Paulo, em 2024, faz uma verdadeira viagem pela obra de Rita Lee.

Entre os fãs de Rita Lee que já confirmaram presença no musical está a jornalista Karol Pacheco, que tem sua primeira lembrança com a cantora aos seis anos. “Eu assisti ao programa Globo de Ouro e vi a Rita cantar pela primeira vez. Ela usava uma tiara com uma faca na cabeça. Olhar aquela mulher, com aquele cabelo lindo e aquela música marcante me causou uma explosão de sentimentos, mesmo muito criança. Para todos que perguntavam o que eu queria ser quando crescer, falava que queria ser a Rita Lee”, conta.

As músicas de Rita Lee acompanham Karol ao longo de toda a vida. “Quando ela esteve em Manaus, em 2009, eu fui ao show e esse é um momento que guardo com muito carinho”, destaca.

Quem também carrega as influências da obra de Rita Lee é Marcelo Lima, baixista da banda Rockaholics. “Minha mãe tinha discos e ouvia com muita frequência. Eu cresci nesse ambiente, com a música da Rita sempre presente. Guardo muitos discos e CDs até hoje”, disse.

Entre as músicas preferidas, Marcelo cita Doce Vampiro. “Tenho muitas memórias afetivas com essa música especialmente, de quando tocava em casa, na infância”, acrescenta.

Roteiro

“República Lee – Um Musical ao Som de Rita” acompanha a história de cinco jovens, moradores de uma república na cidade de São Paulo, entre os anos de 1968 e 1969. O grupo está engajado em produzir, dentro do apartamento onde mora, um curta-metragem de ficção científica, com baixo orçamento.

A trama dentro da trama é baseada em longas-metragens de sci-fi dos anos 1950, como “O dia em que a Terra Parou”, “A invasão dos discos voadores” e “O Ataque da Mulher de 15 Metros”.

A dramaturgia do musical é embalada por canções clássicas do repertório de Rita Lee, como “Agora só falta você”, “Nem luxo, nem lixo”, “Alô, alô, Marciano”, “Desculpe o auê” e “Mutante”.

“A maior inspiração do enredo foram as canções da Rita e, a partir delas, buscamos absorver o caráter disruptivo presente nas letras e melodias. Embora o espetáculo não seja uma biografia da vida da artista, os cinco personagens são desdobramentos da personalidade transgressora dela”, explica o autor e diretor do espetáculo, Tauã Delmiro.

No elenco, estão Cella Bártholo (Jullie), Bhener Carvalho (Caio), Luiza César (Sarah), Patrick Salerno (Danilo) e Hugo Kerth (Darin).

Os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na bilheteria do Teatro Amazonas, no Centro, e pelo site shopingressos.com.br .

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