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Novo serviço do Terminal de Cargas acelera liberação de cargas para o Polo Industrial de Manaus
Oferecido pelo Terminal de Cargas do Aeroporto de Manaus, integrante da VINCI Airports, o serviço de cargas urgentes para empresas tem ganhado cada vez mais espaço entre as indústrias do Polo Industrial de Manaus. A novidade estabelece um corredor expresso que garante aos importadores de insumos industriais do exterior a liberação das mercadorias em até seis horas após o pouso do avião.
O serviço expresso busca atender à demanda de indústrias eliminando riscos de paralisações ou perdas financeiras por atrasos na entrega de insumos e equipamentos. Foi também uma forma de auxiliar o setor vital para a economia amazonense a lidar com os desafios impostos pelas secas severas dos rios amazônicos, que acabaram colaborando para o aumento no volume de cargas importadas movimentadas no TECA.
O “Quick Service” permite que as cargas consideradas críticas sejam tratadas com prioridade em um fluxo dedicado, dentro do próprio terminal de cargas. Quando chegam ao aeroporto, as cargas de insumos passam por processos internos de recepção, separação e disponibilização. Depois disso, ainda precisam passar pelo desembaraço dos órgãos fazendários.
Com a opção do serviço de cargas urgentes, o tempo é encurtado para impedir que linhas de produção parem ou que haja atrasos na cadeia logística. Para ter acesso ao serviço, a empresa deve fazer o agendamento no site do aeroporto, na página de soluções: https://www.airport-manaus.com.br/pt-br/cargo/solucoes.
Terceiro maior da modalidade no país, o TECA do Aeroporto de Manaus movimentou cerca de 140 mil toneladas de produtos só no ano passado, operacionalizados para vários segmentos da economia, incluindo importações e exportações. Por mês, o aeroporto recebe cerca de 170 voos cargueiros por mês, vindos de várias partes do mundo.
O Gerente Cargo do Terminal de Cargas do Aeroporto de Manaus, Thiago Brandão, destaca: “Desde que iniciamos a operação, buscamos entender as necessidades dos clientes e potencializar a eficiência do TECA. Seguiremos atuando para aprimorar nossas operações, fomentando a economia local, garantindo toda a infraestrutura e serviços necessários para a movimentação e desenvolvimento do mercado de cargas na região. Com o serviço, consolidamos a posição do terminal de cargas como uma referência em celeridade no tempo de liberação e entrega de cargas entre os maiores terminais aeroportuários do Brasil”.
Sobre o Aeroporto de Manaus
O Aeroporto de Manaus, integrante da rede VINCI Airports, localizado no maior estado do Brasil, o Amazonas, é um dos principais aeroportos da Região Norte do país.
Sobre a VINCI Airports
Principal operadora privada de aeroportos do mundo, a VINCI Airports opera mais de 70 aeroportos em 13 países. Graças à sua experiência como integrador global, a VINCI Airports desenvolve, financia, constroi e administra aeroportos, fornecendo sua capacidade de investimento e seu know-how na otimização do desempenho operacional, modernização de infraestruturas e gerenciamento de suas operações e transição ambiental. A VINCI Airports é a primeira operadora aeroportuária a se comprometer com uma estratégia ambiental internacional global em 2016, para atingir a meta de emissão líquida zero em toda a sua rede até 2050.
Cantor que fez show sem público: ‘Minha mãe estaria lá se tivesse viva’
A dupla Felipe e Matheus, que viralizou em 2024 por fazer um show para uma plateia vazia na cidade de Araguaína, Tocantins, anunciou na última semana que está encerrando a parceria de 13 anos. Os artistas conversaram com Splash e relembraram o episódio que marcou a carreira da dupla.
Matheus Franceschini descreveu a apresentação sem público como um “aprendizado” que os levou a repensar a trajetória da dupla. Ele confirmou que, embora não tenha sido a primeira vez que se apresentaram para pouca gente, foi a única em que não tinha “nenhuma pessoa”.
“Eu senti uma emoção muito grande, porque eu tinha perdido a minha mãe há pouco tempo. Então [na hora do show] me veio muito ela no pensamento. Eu tenho certeza que se ela estivesse viva, estaria lá. Isso me deu muita força.” afirmou Matheus.
Felipe Botelho Santos acredita que o episódio foi resultado de uma divulgação ruim. Ele relatou que a contratação foi feita em cima da hora e a promoção não foi adequada. Apesar de já ter se apresentado para pouca gente outras vezes, o cenário de não ter “realmente ninguém” o levou a gravar um vídeo.
A intenção de Felipe ao publicar as imagens era que elas pudessem, de alguma forma, ajudar a dupla, na esperança de que viralizassem. A estratégia, de fato, trouxe visibilidade.
“Eu fiz o vídeo porque realmente não tinha ninguém. Eu sinto que [o vídeo] ajudou bastante. Viralizou. Ganhei seguidores, fiz muitas entrevistas. Talvez a gente não tenha conseguido aproveitar muito esse hype.” afirmou Felipe.
Por que a dupla chegou ao fim?
Felipe e Matheus anunciaram o fim da parceria em junho. A separação da dupla acontece após 13 anos de carreira. Felipe ressaltou que o encerramento não foi motivado por briga. “Eu e o Matheus somos amigos. Só deu uma cansada, não estamos mais animados com o projeto.”
Matheus cita as dificuldades enfrentadas ao longo da trajetória. “Somos artistas independentes. Nós não temos nenhum investidor. Então, de certa forma, isso pesa. Exige uma energia e acaba que esperamos uma coisa e, quando vemos, não acontece como esperávamos. Acaba que te deixa um pouco triste.”
Apesar das dificuldades e da decisão de encerrar a dupla, a música permanece fazendo parte da vida dos artistas. Felipe, que tem outra fonte de renda, ainda não decidiu sobre o futuro após os últimos compromissos com o parceiro. Matheus planeja um projeto solo, buscando uma abordagem “mais leve” e encarando o momento como um “recomeço”.
*Com informações de Uol
Mulher supera AVC, câncer e coma e vira exemplo de resiliência
A britânica Shona Hirons, de Portishead, na Inglaterra, é a prova viva de que a resiliência humana não tem limites. Aos 50 anos, ela já enfrentou sete situações que poderiam ter sido fatais: um AVC, um buraco no coração, um acidente de bicicleta com traumatismo craniano, câncer de útero, Covid-19, pneumonia grave e meningite bacteriana. Apesar de tantos desafios, Shona não só sobreviveu como transformou cada experiência em uma lição de vida.
O primeiro susto: um AVC aos 22 anos
Aos 22 anos, Shona sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) causado por estresse extremo e esgotamento físico. Na época, ela trabalhava mais de 80 horas por semana como advogada e ignorava os sinais de alerta do próprio corpo. As informações são do portal Need to Know, do Reino Unido.
Buraco no coração e quase morte na bicicleta
Uma década depois, os médicos descobriram um buraco em seu coração, exigindo uma cirurgia de emergência. Determinada a melhorar sua saúde, Shona começou a pedalar, mas em 2017 sofreu um acidente terrível. Ao bater o rosto em um meio-fio, fraturou todos os ossos da face e teve um inchaço cerebral tão grave que foi induzida ao coma.
Com apenas 20% de chance de sobreviver, ela passou por uma cirurgia reconstrutiva e, contra todas as expectativas, se recuperou.
Câncer, covid e meningite: novas batalhas
Dois anos após o acidente, Shona recebeu o diagnóstico de câncer de útero. Ela venceu a doença, mas em julho de 2024 enfrentou mais uma tríplice ameaça: Covid-19, pneumonia e meningite bacteriana.
Apesar de tantos percalços, Shona não se vê como vítima. Hoje, ela trabalha como coach de comportamento e nutrição, ajudando outros a encontrarem equilíbrio.
*Com informações de IG
Eurico Tavares propõe ampliar rede de saúde mental em Manaus com novos CAPs
A ampliação da rede de atendimento em saúde mental voltou a ser discutida na Câmara Municipal de Manaus (CMM) com a apresentação do Projeto de Lei nº 300/2025, de autoria do vereador Eurico Tavares (PSD). A proposta prevê a criação de novas unidades dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) e o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs) na capital.
Durante seu discurso no plenário, o parlamentar alertou para o que classificou como um “abandono institucional” de milhares de famílias que enfrentam dificuldades para acessar serviços de saúde mental na cidade.
“Manaus tem mais de dois milhões de habitantes e apenas seis CAPs em funcionamento. Zonas inteiras, como a Norte e a Leste, permanecem sem cobertura. Enquanto isso, crianças com pensamentos suicidas ficam sem atendimento. Estamos falando de vidas que dependem desses serviços”, declarou Eurico.
A proposta estabelece critérios para a instalação de novas unidades, com prioridade para áreas de maior vulnerabilidade social. O texto também amplia o atendimento ao público infantojuvenil, com foco em crianças e adolescentes com transtornos mentais, Transtorno do Espectro Autista (TEA), histórico de autolesões e uso abusivo de substâncias.
“O que vemos hoje é um sistema que ignora o sofrimento psíquico. Ainda há quem trate doenças como depressão e ansiedade com desdém. São enfermidades graves e que, muitas vezes, levam à morte de forma silenciosa”, afirmou o vereador.
Eurico também criticou a concentração dos serviços na região central da cidade, o que, segundo ele, dificulta o acesso da população que vive nas periferias.
“Em muitas comunidades, as famílias enfrentam longas jornadas de deslocamento e, muitas vezes, sequer têm recursos para o transporte. Cada CAPs que não existe representa uma oportunidade a menos de salvar uma vida”.
De acordo com o autor, o projeto não impõe aumento imediato de despesas ao Executivo municipal, mas propõe mecanismos legais para a expansão da rede, respeitando os limites fiscais e constitucionais.
“A pesquisa legislativa já confirmou a viabilidade da proposta. Não há impedimentos técnicos ou jurídicos para sua implementação”, explicou.
Ao encerrar sua fala, o vereador fez um apelo aos demais parlamentares pela aprovação célere do projeto.
“Essa é uma urgência real. Quanto antes for aprovado, mais vidas poderão ser preservadas. Que possamos olhar para trás e dizer que escolhemos cuidar e oferecer esperança a quem mais precisa”.
O Projeto de Lei nº 300/2025 segue para análise nas comissões temáticas da Câmara.
‘Vale Tudo’ bate recorde e vira novela das nove de maior faturamento da história da Globo

Com três meses no ar, “Vale Tudo” já entrou na história da Globo. Se ainda não tem os altos índices de audiência esperados pelo canal, a trama de Manuela Dias virou a novela das nove de maior faturamento nas seis décadas de funcionamento da empresa.
A informação é confirmada pela Globo. Ao todo, “Vale Tudo” fechou contrato com 16 marcas diferentes e teve 76 ações diferentes de conteúdo em suas cenas. Até então, o remake de “Pantanal” (2022) detinha esse recorde.
“Pantanal” ainda supera “Vale Tudo” no número de ações, mas não em faturamento, estimado à época em R$ 180 milhões. A novela de Benedito Ruy Barbosa teve 82 inserções publicitárias ao longo de sua duração. A Globo acredita que esse número seja superado até o fim do remake assinado por Manuela Dias, marcado para outubro.
No mercado, estima-se que a Globo já tenha arrecadado mais de R$ 200 milhões em publicidade com “Vale Tudo”. Além do patrocínio de Itaú na faixa, os parceiros presentes no conteúdo são Vivo, BYD, Coca-Cola, Ambev, Corona, Uber e Dove.
Também fecharam contrato marcas como Unilever, Amazon, Paramount, Johnson’s Baby, Electrolux, RAM, O Boticário, L’Oreal e Hapvida, que já apareceram dentro de cenas da novela ou em outros formatos.
Nas próximas semanas, Coca-Cola, Vivo, Dove, L’oréal, O Boticário e Amazon são marcas que terão ações no conteúdo de “Vale Tudo”. A emissora ainda negocia com outras empresas interessadas.
Mesmo que não tenha grandes índices, “Vale Tudo” ainda alcança muita gente. A Globo cita dados do Kantar Ibope, segundo o qual a trama impactou 125 milhões de pessoas pelo Brasil e é o programa de maior audiência entre os jovens de 18 a 34 anos da TV brasileira
No Globoplay, “Vale Tudo” fez o consumo de novelas sob demanda crescer 12%. É o conteúdo mais assistido da plataforma, tanto em volume de horas sob demanda como no sinal ao vivo da TV Globo, impulsionando também a versão original de 1988.
*Com informações de Folha de São Paulo
David Almeida celebra 1 ano do Parque Gigantes da Floresta com festa para 30 mil pessoas
O prefeito de Manaus, David Almeida, celebrou, neste sábado, 5/7, o aniversário de um ano do parque Gigantes da Floresta, localizado entre as zona Leste e Norte da capital. Ao lado da primeira-dama, Izabelle Fontenelle, e da diretora-presidente do Fundo Manaus Solidária (FMS), Viviana Lira, o prefeito conduziu uma grande festa junina que atraiu mais de 30 mil pessoas, com sorteio de 50 prêmios, atrações culturais e 12 toneladas de alimentos arrecadados para doação.
O evento, batizado de “Gigantes na Roça”, marcou não apenas a data comemorativa, mas o fortalecimento de uma política pública de valorização dos espaços de lazer, inclusão social e desenvolvimento urbano da zona Leste, uma das prioridades da gestão de David Almeida.
“As zonas Leste e Norte eram áreas praticamente esquecidas pelo poder público. Hoje, entregamos à população espaços que transformam vidas. O parque Gigantes da Floresta é um símbolo disso: um parque humanizado, que promove entretenimento, qualidade de vida e convívio familiar. Em apenas um ano, foram mais de 3,6 milhões de visitas e o mais bonito: nenhum ato de vandalismo. Isso mostra que o parque é do povo e o povo cuida”, declarou o prefeito.
Inaugurado em 2024, o parque Gigantes da Floresta foi construído em uma área totalmente degradada e hoje é um dos maiores sucessos de visitação da capital amazonense. Ele integra o eixo “Cidade Sustentável e Humanizada”, que norteia a política de urbanismo da atual gestão e faz parte de um conjunto de investimentos estratégicos na zona Leste de Manaus, como o complexo viário Rei Pelé, que também ganhou áreas de esporte e lazer para a população.
Durante a festa, artistas locais como Uendel Pinheiro, George Japa, Joe Guerra e John Veiga animaram o público. Os visitantes receberam cupons para concorrer aos prêmios.
“Esse parque é um presente que a gestão entrega ao povo. Um espaço onde as famílias encontram lazer, contato com a natureza, segurança e dignidade. Estamos aumentando a autoestima dos moradores. É isso que nos move: melhorar a vida das pessoas”, completou o chefe do
Executivo municipal
Para a diretora-presidente do Fundo Manaus Solidária (FMS), Viviana Lira, a festa também teve um papel solidário fundamental. “Arrecadamos 12 toneladas de alimentos, que serão destinados a instituições sociais. Isso mostra que o povo de Manaus não só festeja, mas também é solidário”.
A gestão do Gigantes da Floresta é realizada pela Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc). De acordo com o secretário da Semacc, Wanderson Costa, a segurança e o acolhimento são algumas das principais características do parque.

“O parque Gigantes da Floresta representa hoje um marco de transformação social na nossa cidade. Em apenas um ano, se consolidou como espaço de lazer, convivência e inclusão para milhares de famílias. Esse resultado mostra que, quando a gestão pública trabalha com seriedade e compromisso com as pessoas, os impactos são reais e duradouros. Nosso objetivo é manter o parque sempre ativo, seguro e acolhedor para todos que o frequentam”, afirmou Costa.
Emoção
Quem esteve no local pôde se emocionar com a queima de fogos e os parabéns cantado pelo prefeito ao lado de um bolo cenográfico de 1 ano do parque. A pequena Maria Lúcia, de 8 anos, resumiu o encantamento das crianças quanto ao local. “A festa está linda. Gosto da piscina, dos brinquedos, dos bichos. Aqui é muito legal”.
Já a visitante de Manacapuru, Luna Guerra, que conheceu o parque pela primeira vez, junto com a avó e tia, Lucy Porto e Lucilene Rebouças, se disse emocionada. “Estou encantada pelo tamanho dos bichos, a qualidade do parque. É uma opção de lazer excelente para toda a família. A prefeitura está de parabéns”.
Mais que um parque, o Gigantes da Floresta representa uma virada de chave no modo como Manaus cuida da sua gente. Um espaço que nasceu da reconstrução de um terreno degradado e se consolidou como símbolo de pertencimento, orgulho e esperança.
“Vamos seguir cuidando desse parque, porque ele é de vocês e, enquanto estivermos à frente da prefeitura, a zona Leste continuará recebendo o investimento que merece. Essa festa é só o começo do que ainda está por vir”, finalizou o prefeito David Almeida, sob aplausos.
Aleam reconhece a capoeira como modalidade esportiva a partir de lei de autoria do deputado Roberto Cidade
A capoeira, expressão cultural brasileira com profundas raízes africanas e símbolo de resistência histórica, alcançou um marco importante no Amazonas com a promulgação da Lei Ordinária nº 5.469/2021.
De autoria do deputado estadual Roberto Cidade (UB), presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), a norma reconhece oficialmente a capoeira como modalidade esportiva no Estado.
A proposição busca valorizar uma prática centenária que continua em expansão e conquista, cada vez mais, novos adeptos no Amazonas.
Durante muito tempo, a herança cultural africana e os elementos associados à capoeira foram alvo de repressão e até mesmo criminalização no Brasil. A roda de capoeira, que hoje é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), já foi vista com desconfiança e combatida.
“A capoeira é mais do que um esporte. É história viva, é resistência, é cultura que precisa ser valorizada. Essa lei é um passo fundamental para garantir seu reconhecimento e difusão no nosso Estado”, destacou o deputado Roberto Cidade.
O reconhecimento da capoeira como modalidade esportiva representa uma conquista de grande relevância para a cultura brasileira. Mais do que uma atividade física, ela expressa a trajetória de resistência do povo negro, unindo dança, luta, música e ancestralidade, e transmitindo valores e narrativas de geração em geração.
Dia Mundial da Capoeira
Celebrado em 5 de julho, o Dia Mundial da Capoeira reforça a importância dessa manifestação cultural e esportiva, destacando sua contribuição para a diversidade cultural do Brasil e do mundo.
A data é um convite à valorização e ao respeito por essa arte que é, ao mesmo tempo, expressão corporal, tradição e identidade.
A promulgação da Lei nº 5.469/2021 não apenas eleva o status da capoeira no Estado do Amazonas, como também abre caminhos para o fomento da atividade, incentivando academias, grupos e eventos que mantêm viva essa arte que integra esporte, cultura e história.
Estudo “Demografia Médica” aponta que o Amazonas tem apenas 10 geriatras em atuação














