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Quem joga se a Seleção do Irã desistir da Copa do Mundo 2026? Entenda

Taça da Copa do Mundo - Foto: Stuart Franklin / Getty Images

A possível desistência da Seleção Iraniana da Copa do Mundo 2026 abriu um cenário de incerteza sobre quem poderia ocupar a vaga da equipe no torneio.

Embora ainda não exista uma comunicação oficial à Fifa, a declaração do ministro do Esporte do país, Ahmad Donyamali, afirmando que o Irã não participará da competição por causa da guerra envolvendo Estados Unidos e Israel, colocou a entidade máxima do futebol diante de um possível problema organizacional.

O Mundial de 2026 será realizado de forma conjunta por Estados Unidos, México e Canadá, com início previsto para 11 de junho, e, no momento, a seleção iraniana está confirmada no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. O país asiático disputaria duas partidas em Los Angeles e uma em Seattle na fase de grupos.

O que diz o regulamento da Copa

Segundo o documento da Fifa, qualquer federação que abandone a competição até 30 dias antes da primeira partida da fase final pode ser multada em pelo menos 250 mil francos suíços.

Além disso, a associação nacional pode ser obrigada a devolver recursos recebidos para a preparação do torneio e até enfrentar sanções disciplinares adicionais.

Sobre qual seleção substituiria a equipe desistente, o artigo 6 do regulamento estabelece apenas que, caso uma federação participante se retire ou seja excluída, a decisão caberá exclusivamente à Fifa, que poderá tomar as medidas que considerar necessárias (inclusive escolher outra seleção para ocupar a vaga).

Possíveis cenários para substituir o Irã

Caso a desistência seja oficializada, uma das alternativas seria manter o Grupo G com apenas três seleções, mas essa possibilidade é considerada delicada, pois reduziria o número de partidas do torneio e poderia afetar compromissos comerciais, como contratos com patrocinadores e emissoras de televisão.

Outro cenário envolve a ampliação da repescagem intercontinental. Nova Caledônia, Jamaica, Bolívia, Suriname, República Democrática do Congo e Iraque estão envolvidas nas disputas por vagas restantes e poderiam ser beneficiadas caso um novo lugar no Mundial seja aberto.

Presidente dos EUA, Donald Trump, recebe medalha do “Prêmio da Paz” da Fifa entregue por Gianni Infantino – Foto: Amber Searls / Reuters

Entre os nomes mais citados para herdar a vaga está justamente o Iraque, que venceu a repescagem regional contra os Emirados Árabes Unidos e avançou para os playoffs intercontinentais, onde enfrentaria o vencedor do duelo entre Bolívia e Suriname. Por possuir bom posicionamento no ranking e ser do mesmo continente do Irã, os iraquianos aparecem como um dos candidatos naturais a ocupar o lugar.

Outra possibilidade seria reorganizar a própria repescagem, fazendo com que os Emirados Árabes Unidos assumissem a vaga asiática deixada pelo Iraque, enquanto a equipe iraquiana herdaria diretamente o lugar do Irã na Copa.

Há ainda a hipótese de que a Fifa aguarde a conclusão dos playoffs para decidir qual seleção substituiria os iranianos.

O conflito envolvendo o Irã afeta diretamente outros países do Oriente Médio, inclusive o Iraque e os Emirados Árabes Unidos, que também lidam com restrições aéreas e dificuldades logísticas para viagens internacionais.

A própria disputa da repescagem internacional, marcada para ocorrer em Monterrey, no México, pode sofrer impacto caso as delegações enfrentem problemas para deixar seus países devido ao fechamento de espaços aéreos.

Fifa tenta evitar desistência

Apesar das especulações, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou ter recebido garantias do presidente americano Donald Trump de que a delegação iraniana será bem-vinda no país durante o torneio.

Segundo Infantino, eventos como a Copa do Mundo têm papel importante para aproximar povos e culturas em momentos de tensão internacional, mas autoridades iranianas mantêm um discurso duro. Donyamali chegou a afirmar que, diante do cenário político e militar atual, “não há condições” para a participação da seleção no torneio.

Apesar da repercussão internacional, até o momento não há um comunicado formal da federação iraniana confirmando a retirada da Copa do Mundo. Enquanto isso não ocorre, a vaga segue oficialmente com o Irã.

*Com informações de Terra

Presidente do TCE-AM intensifica plano de ação para acelerar análise de processos antigos

Foto: Joel Arthus

Desde o início do biênio 2024-2025, a gestão da conselheira-presidente Yara Amazônia Lins tem priorizado medidas voltadas ao aprimoramento da eficiência e à redução do estoque processual no Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM).

Em continuidade a essa diretriz, a presidente anunciou a implementação de um plano de ação voltado à aceleração da instrução e do julgamento de processos referentes aos exercícios de 2012 a 2020, com prioridade para os mais antigos e de maior impacto jurídico.

“Nosso compromisso é garantir que o Tribunal atue com responsabilidade, organização e foco em resultados. Precisamos assegurar que os processos tenham desfecho em tempo adequado, com celeridade e rigor técnico”, afirmou.

A adoção das medidas delineadas, segundo a presidente, busca promover a redução qualificada do estoque processual, com impacto direto na eficiência administrativa. A proposta equilibra celeridade e segurança jurídica, além de prevenir a ocorrência de prescrição nos processos em tramitação na Corte.

Os processos contemplados serão encaminhados aos respectivos relatores para conhecimento e acompanhamento das providências.

Além disso, a presidente informou a criação de um painel eletrônico que permitirá o monitoramento em tempo real da tramitação, ampliando a transparência interna e o controle sobre o cumprimento das metas estabelecidas.

A iniciativa foi bem recebida pelos demais conselheiros, que manifestaram apoio à estratégia e destacaram a importância do esforço conjunto para garantir maior dinamismo à tramitação processual e fortalecer o papel institucional do Tribunal no controle externo.

Ana Castela toma atitude drástica contra Virginia após polêmica

Ana Castela e Virginia Fonseca - Foto: Reprodução / Instagram

A cantora Ana Castela virou assunto nas redes sociais nesta quarta-feira, 11/03. Após as últimas polêmicas, a Boiadeira tomou uma atitude drástica envolvendo a influenciadora Virginia Fonseca.

Como nada passa despercebido, os internauta notaram que Ana deixou de seguir a apresentadora no Instagram. A atitude ocorreu logo após uma suposta indireta de Virginia.

O unfollow causou polêmica e deu o que falar na internet, dividindo opiniões. “To preocupada, talvez a Virgínia nem durma hoje”, ironizou uma internauta. “Vivia jogando indireta, quando a Virgínia jogou a primeira não aguentou!”, afirmou outra pessoa. “Tá certíssima”, defendeu a terceira.

Entenda a polêmica

A confusão começou após Virginia publicar um vídeo maquiando a filha Maria Flor. No registro, ela diz: “Linda demais da conta. Agora ela só quer que a mamãe maquie ela, né? Ou você vai deixar outra pessoa te maquiar?” questionou Virginia, e Maria Flor respondeu: “Mamãe!”. A empresária reagiu: “Só mamãe, né? Mamãe sabe maquiar, não sabe?”, disse. “Só mamãe agora”, concluiu a irmã de Maria Alice e José Leonardo.

A declaração da empresária foi vista como uma indireta para Ana Castela. Isto porque, no último final de semana, a Boiadeira esteve na casa do ex-namorado, o cantor Zé Felipe, e foi filmada maquiando Maria Flor.

Zé Felipe perde a paciência e manda recado afiado após polêmica: ‘Limites’

O cantor Zé Felipe agitou a web nesta terça-feira, 10/03, ao publicar uma mensagem enigmática e afiada sobre limites pessoais. Sem revelar nomes, o sertanejo se mostrou bastante irritado com uma situação e, por isso, resolveu opinar de forma pública.

Direto e reto, Zé disparou: “Todo mundo tem limites. A partir de agora vou mostrar os meus. Boa noite”. Apesar se não ter citado nomes, os internautas interpretarem a fala do artista como uma resposta sobre a polêmica envolvendo duas de suas ex-companheiras.

*Com informações de Terra

Secretário do Meio Ambiente defende agenda ambiental brasileira integrada durante evento em Brasília

Encontro marcou os 45 anos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama) - Foto: Karla Silva / Sema-MT

O secretário de Estado do Meio Ambiente do Amazonas, Eduardo Taveira, participou do evento que marcou os 45 anos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), realizado no auditório do Ibama, em Brasília (DF). A programação reuniu autoridades e representantes de órgãos ambientais para discutir a construção e o legado da política ambiental brasileira.

A mesa reuniu representantes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), da Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente (Anamma), além da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e órgãos ambientais de todo o país.

“É uma grande honra participar desses 45 anos de celebração do Sisnama, e, para mim, em especial, participar como presidente da Associação Brasileira de Entidades de Meio Ambiente (Abema) aqui do Brasil. Ano passado, a Abema fez 40 anos, então a nossa história se confunde com a história do Sisnama e do fortalecimento da agenda num período de redemocratização brasileira”, declarou o secretário, em sua fala de abertura.

Justiça ambiental

O secretário abordou os desafios atuais da política ambiental brasileira, destacando a necessidade de integrar as agendas ambientais entre os diferentes níveis de governo e conciliar a proteção com o desenvolvimento social.

“Falar do processo de redemocratização passa pelo fortalecimento do Sisnama. Integrar a agenda ambiental dos estados e também dos municípios talvez seja o grande desafio para a gente poder conciliar essa agenda da conservação ambiental, da urgência da preservação ambiental, com os limites e as demandas que nos trazem para o crescimento econômico e o desenvolvimento social”, destacou.

Ao abordar o contexto internacional das mudanças climáticas, Taveira destacou as particularidades da agenda ambiental nos países latino-americanos e na Amazônia. Para o secretário, é necessário um equilíbrio entre a transição para um futuro mais sustentável e a agenda que é urgente de combate à pobreza, inclusão social e questões de gênero.

“A nossa agenda ambiental, com essa cara latino-americana, tem demandas prioritárias que, muitas vezes, são diferentes da urgência da agenda ambiental de países desenvolvidos, que, por sinal, são eles também os responsáveis pelo maior número de emissões que causam esse efeito drástico das mudanças climáticas que nos atingem,” afirmou.

O secretário também relacionou o debate ambiental à necessidade de enfrentar desigualdades sociais e ampliar a justiça climática. “Sem eximir as nossas responsabilidades, pesa sobre o Sisnama encontrar esses caminhos, novos modelos de desenvolvimento, redução drástica das emissões e, ao mesmo tempo, a cobrança e o anseio da população lá na ponta, que bate na porta do secretário, na porta do prefeito, do governador, também pedindo as soluções necessárias para romper um ciclo de pobreza”, disse.

Foto: Karla Silva / Sema-MT

Por fim, em sua fala oficial, destacou o diálogo entre instituições como elemento fundamental para fortalecer o sistema ambiental brasileiro diante dos desafios atuais.

“A justiça ambiental e climática passa por essa redução dessas desigualdades e no desenho de uma agenda ambiental mais a nossa cara, a cara do Brasil, a cara latinoamericana, a cara da Amazônia. A gente pode não concordar em todas as coisas, mas nunca faltou diálogo e abertura para que a gente pudesse encontrar um caminho, que pudesse ser um caminho de convergência para aquilo que realmente importa,” completou.

Demais pautas

A agenda em Brasília também incluiu, no período da tarde, a participação no seminário sobre a Resolução Conama nº 510/2025, realizado no auditório do Prevfogo, na sede do Ibama. O encontro reuniu representantes de órgãos ambientais para discutir a aplicação da norma e os instrumentos que integram o fluxo de autorizações ambientais no país.

A programação contou ainda com painéis sobre o papel do Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor) e do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar), além de debate sobre a visão dos estados e a coordenação federativa, com participação da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema).

Prefeitura de Manaus reabre inscrições para o ‘Minha Casa, Minha Vida’ e registra mais de 35 mil cadastros no primeiro dia

Foto: Aston Melo / Semhaf

A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Semhaf), reabriu, nesta quarta-feira, 11/3, as inscrições para o programa federal “Minha Casa, Minha Vida”, por meio do Sistema Municipal de Habitação (Simhab). Logo no primeiro dia de reabertura, a plataforma registrou mais de 35 mil novos cadastros, somando atendimentos realizados de forma presencial e on-line. Com o resultado, o banco de dados do programa já conta com mais de 220 mil famílias inscritas no município.

A retomada das inscrições marca uma nova etapa na política habitacional da gestão do prefeito David Almeida, que tem no “Minha Casa, Minha Vida” um dos principais eixos de transformação social. A reabertura atende a milhares de famílias manauaras que aguardavam a oportunidade de garantir o sonho da casa própria por meio do programa.

“O número de cadastros realizados no primeiro dia é um reflexo da confiança que a população deposita neste programa e na gestão do prefeito David Almeida. Reabrimos o sistema com estrutura para atender com dignidade e eficiência. Orientamos as famílias a não se preocuparem com filas e a fazerem sua inscrição com calma, pelo site, dentro do prazo. O caminho para a casa própria começa com um cadastro e esse caminho está aberto para todos”, afirmou o secretário Jesus Alves.

A Semhaf orienta que as inscrições sejam realizadas, preferencialmente, pelo site oficial do Simhab (www.simhab.manaus.am.gov.br). O sistema foi projetado para que o cidadão faça seu cadastro sem sair de casa, pelo computador ou pelo celular. A medida visa reduzir deslocamentos desnecessários e evitar aglomerações na sede da secretaria.

“Eu já estava esperando essa reabertura faz meses. Vim fazer meu cadastro aqui na secretaria. Foi bem simples. Agora é torcer para que o meu nome saia na lista”, conta Luciana Ferreira, de 34 anos, moradora do bairro Jorge Teixeira, mãe de dois filhos e que vive de aluguel há mais de oito anos.

“Quando eu soube que o sistema tinha aberto de novo, meu coração disparou. Quero muito conseguir minha casa, é um sonho antigo”, disse a doméstica Marinês Souza, de 41 anos, moradora do bairro Compensa, que cria os três filhos sozinha em um cômodo alugado.

A secretaria reforça que não é necessário que as famílias se dirijam à sede da Semhaf, tampouco que madruguem em filas. O prazo para novas inscrições se estende até o dia 29 de maio, dando tempo suficiente para que todos se cadastrem com tranquilidade, sem correria ou risco de perder a oportunidade.

Atualização de Dados ou CPF já cadastrado

Famílias que já estão inscritas no programa e precisam atualizar seus dados cadastrais ou aquelas em que o sistema diz que o CPF já está cadastrado devem aguardar até o dia 25 de março, quando a Semhaf passará a atender também esse tipo de serviço. O intervalo inicial está reservado para o processamento das novas inscrições, garantindo que o fluxo seja organizado e que nenhum novo interessado perca o prazo.

Foto: Aston Melo / Semhaf

Lista dos primeiros contemplados do MCMV

A próxima etapa aguardada pelas famílias já inscritas é a divulgação da lista dos primeiros contemplados, prevista para ser publicada no Diário Oficial do Município (DOM) nesta sexta-feira, 13/3. A seleção está sendo finalizada pela Caixa Econômica Federal que é o agente financeiro do programa “Minha Casa, Minha Vida”. É a Caixa quem opera os recursos, analisa a documentação, aprova os financiamentos e viabiliza a entrega dos imóveis às famílias.

Na sequência, a entrega das primeiras unidades habitacionais está programada para o dia 24/3, em cerimônia que marcará a concretização do sonho para centenas de famílias manauaras.

Presidente do Grupo Sabin fará palestra sobre propósito e liderança feminina, no Sebrae Delas

Janete Vaz é uma das principais lideranças empresariais do país e vai compartilhar sua trajetória no Sebrae Delas (Foto: Assessoria)

Referência nacional em liderança feminina, cofundadora e presidente do Conselho de Administração do Grupo Sabin, Janete Vaz, estará em Manaus no dia 19 de março para palestrar na 6ª edição do Sebrae Delas, maior evento de empreendedorismo feminino da região norte. A programação será realizada no Sesi Clube do Trabalhador, zona leste da cidade, com foco em mulheres que já empreendem ou querem iniciar um negócio.

No encontro, Janete Vaz abordará o tema “Empreendendo sonhos — A jornada de transformar metas em conquistas”, compartilhando lições acumuladas ao longo de mais de quatro décadas dedicadas à construção de um negócio que nasceu pequeno e se tornou uma das maiores empresas de medicina diagnóstica do país.

Farmacêutica-Bioquímica formada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com MBA em Gestão de Negócios pelo Instituto Nacional de Pós-Graduação (INPG) e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral (FDC), Janete começou sua trajetória empreendedora na capital federal, em 1984, ao lado da amiga e sócia Sandra Soares Costa.

Janete Vaz foi eleita, pela Revista Forbes, como uma das Mulheres mais poderosas do Brasil e uma das Mulheres de Destaque do Setor de Saúde. Forte defensora do protagonismo feminino, é uma das principais líderes do Grupo Mulheres do Brasil. Além disso, integra diversos conselhos e representa outras entidades, como Aliança Empresarial de Mulheres do BRICs, Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), da Presidência da República, Conselho Empresarial da Mulher Empreendedora e da Cultura (CEMEC), da Associação Comercial de São Paulo, Câmara da Mulher Empreendedora da Confederação Nacional do Comércio (CNC), entre outras instituições.

O Sebrae Delas reúne empreendedoras iniciantes e consolidadas em busca de capacitação, redes de apoio, mentorias e oportunidades de negócio. Em Manaus, o programa já se consolidou como uma vitrine para mulheres que desejam transformar ideias em resultados concretos, fortalecendo o ecossistema empreendedor feminino da região.

Sabin em Manaus

Em Manaus desde 2012, o Sabin Diagnóstico e Saúde conta com 10 unidades na cidade e é referência em qualidade e atendimento de excelência em exames laboratoriais, serviços de vacina, além de coleta móvel sob agendamento. Além disso, o Sabin atua no mercado com a plataforma integradora de serviços de saúde Rita Saúde, uma solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.

Com 41 anos de atuação, o Sabin é referência em saúde, destaque em gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades onde está presente. O Grupo Sabin nasceu na capital federal, fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com mais de 7.400 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas.

Presente em 14 estados, além do Distrito Federal, a empresa oferece serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente e atende 7 milhões de clientes ao ano em 362 unidades distribuídas de norte a sul do país.

Com informações da assessoria

Tribuna Popular na CMM debate desempenho da Zona Franca de Manaus

A atividade, de propositura do vereador Rosivaldo Cordovil (PSDB), apresentou dados que apontam o crescimento do emprego e do faturamento do Polo Industrial - Fotos: Cleuton Silva e Eder França / Dicom

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) recebeu, nesta quarta-feira (11 de março), o superintendente da Zona Franca de Manaus (Suframa), Bosco Saraiva. Na ocasião, ele apresentou os indicadores consolidados de faturamento, exportações e empregabilidade da Zona Franca de Manaus (ZFM) referentes ao último ano. O momento fez parte da Tribuna Popular proposta pelo vereador Rosivaldo Cordovil (PSDB).

De acordo com o parlamentar, o encontro teve como objetivo ampliar o debate sobre a manutenção da competitividade do modelo econômico da Zona Franca, que completou 59 anos de existência no último dia 28 de fevereiro, além de tratar de temas como inovação tecnológica e segurança jurídica dos incentivos fiscais diante do cenário econômico nacional em 2026.

“Falar da Suframa é falar sobre o desenvolvimento do nosso Amazonas e de Manaus. São muitos trabalhadores que dependem desse trabalho, da indústria, que emprega mais de 100 mil trabalhadores. Hoje, o superintendente trouxe informações importantíssimas, como os índices de aumento de emprego e novas indústrias para se instalarem aqui na nossa cidade. É satisfatório, ficamos felizes em poder participar desse momento especial que é o desenvolvimento do Amazonas. Precisamos cada vez mais de novos empregos e novas oportunidades para os manauaras, e a Suframa traz números importantes na Tribuna da CMM”, disse o parlamentar.

O superintendente Bosco Saraiva ressaltou a importância de aproximar o Parlamento Municipal das discussões sobre o modelo Zona Franca, destacando que o diálogo institucional fortalece a transparência das informações e permite que a população acompanhe os rumos do desenvolvimento econômico regional.

“A integração do Parlamento com a Suframa é fundamental para que as informações estejam atualizadas e para que, a cada dia, possamos efetivamente fazer aquilo que é nosso dever. Aqui estamos representando o povo, e é importante que ele saiba o que está acontecendo dentro da Suframa, os rumos que estão sendo tomados pela indústria, pelo comércio, pela área de serviços e também pela nossa autarquia. É gratificante poder entrar aqui [na CMM] agradecendo ao vereador Rosivaldo Cordovil, que proporcionou essa Tribuna Popular. Foi uma manhã muito proveitosa para todos nós que estivemos aqui”, conta Bosco Saraiva.

O vereador Raulzinho (MDB) debateu os desafios enfrentados pelo modelo econômico ao longo dos últimos anos, especialmente diante de pressões políticas e disputas por incentivos fiscais entre diferentes regiões do país.

“Passamos por muitos momentos de dificuldade, pressão política, pressão de outros estados e do Governo Federal, e vimos empresas, infelizmente, saindo daqui. Mas podemos ver que a mudança de um governo pode significar muito, trazendo um olhar diferenciado. Afinal, a Zona Franca não ajuda apenas a cidade de Manaus e o Estado do Amazonas, mas também o nosso país”, enfatiza Raulzinho.

Ainda durante a tribuna, o vereador João Paulo Janjão (Agir) disse que a permanência dos incentivos fiscais é fundamental para a manutenção dos empregos e para o equilíbrio econômico da região amazônica, considerada estratégica para o desenvolvimento nacional.

“A Suframa é essencial para o nosso Estado, e precisamos destacar a forma como foi conduzida a reforma da previdência, que manteve os benefícios fiscais aqui, preservando quase 200 mil empregos de forma direta e indireta. A ZFM estar aqui é uma reparação histórica com a nossa cidade e o nosso Estado, que muitas vezes vivem às margens do nosso país”, afirma o parlamentar.

Ao final da tribuna, Bosco Saraiva destacou que o encontro também resultou em novos encaminhamentos institucionais, incluindo o fortalecimento do diálogo entre a autarquia federal e o Legislativo municipal para ampliar a defesa da Zona Franca.

“Sempre contribuímos, e isso sempre dá bons frutos. Veja que daqui já saiu uma agenda para a próxima terça-feira na Suframa. Vamos receber a Frente Parlamentar que será criada na segunda-feira. Nunca é demais a defesa da Zona Franca e a divulgação das informações. Será uma alegria receber os vereadores da Frente Parlamentar da Zona Franca na próxima terça-feira”, reforçou Bosco Saraiva.

Rodrigo Guedes protocola nova denúncia na Polícia Federal contra cartel da gasolina em Manaus

Foto: Kelvin Dinelli

Na luta para combater o aumento no preço dos combustíveis, o vereador Rodrigo Guedes (PP) apresentou nessa quarta-feira (11), uma nova denúncia na Polícia Federal contra o cartel da gasolina em Manaus. Essa é a segunda denúncia feita pelo vereador no órgão.

Em 2023, Rodrigo Guedes realizou uma denúncia na Polícia Federal e, na ocasião, se reuniu com o delegado para expor o esquema de cartel e como é possível combater a prática abusiva nos postos de combustíveis.

Na representação feita nessa quarta-feira, o vereador solicitou investigação na Refinaria da Amazônia (REAM), de propriedade da Rede Atem, que além de não refinar, recebe incentivos fiscais de isenção e aumentou estratosfericamente o preço desde que comprou a refinaria da Petrobras.

Além disso, Guedes também protocolou um pedido de reunião com o superintendente da Polícia Federal para demonstrar como o esquema do cartel da gasolina funciona.

“Nos próximos dias, vou percorrer vários órgãos e gabinetes. Não vou descansar até a gasolina baixar, pelo menos. Esse aumento exorbitante é um absurdo e não dá para aceitar, a sociedade não aguenta mais ser extorquida pelos donos de postos de combustíveis em Manaus”, defendeu.

CEO da VINCI Aeroportos visita aeroportos na Amazônia

Rémi Maumon de Longevialle assumiu o cargo no ano passado e visita os aeroportos da Amazônia pela primeira vez como CEO - Foto: Assessoria

Neste mês de março, Rémi Maumon de Longevialle, CEO da VINCI Airports, visitou cinco aeroportos administrados pela Concessionária dos Aeroportos da Amazônia no Norte do Brasil. Esta foi a primeira visita oficial do executivo a aeroportos da Amazônia desde que assumiu o cargo em fevereiro de 2025.

A agenda inclui os aeroportos de Manaus, Tefé e Tabatinga, no Amazonas, assim como os aeroportos de Porto Velho e Rio Branco. Durante sua visita ao Brasil, ele foi recebido pelo CEO da VINCI Aeroportos no Brasil, Julio Ribas, e pelo CEO da Concessionária dos Aeroportos da Amazônia, Kleyton Mendes. Ele também se reuniu com gerentes locais e funcionários dos aeroportos, visitou áreas operacionais, observou as operações, os projetos em andamento, as conquistas recentes e conheceu a cultura das cidades amazônicas.

Desde 2022, a VINCI Aeroportos administra sete aeroportos na região Norte e implementou o maior pacote de investimentos em modernização e expansão da capacidade operacional na região, com mais de R$ 1,4 bilhão investidos em construção, aquisição de equipamentos e modernização tecnológica para adequar as infraestruturas aos padrões globais de excelência da empresa. Essas ações estão totalmente alinhadas ao compromisso da VINCI Airport de conectar ainda mais a região, aprimorar a experiência do passageiro e contribuir para o desenvolvimento do turismo e o crescimento da economia local. No Brasil, a empresa também é responsável pela administração do aeroporto de Salvador, Bahia.

O portfólio global da VINCI Airports inclui mais de 70 aeroportos em 14 países diferentes. Rémi Maumon de Longevialle ingressou na VINCI Airports em 2012 e atuava como Diretor Financeiro (CFO) antes de assumir o cargo de CEO. Ele é formado em engenharia pela École Polytechnique e pela ENSAE Paris, ambas escolas de elite da França, e possui mestrado em políticas públicas pelo Sciences Po Paris.

Foto de menino antes de morrer em ataque a escola no Irã viraliza como símbolo da guerra

Segundo a mãe, o menino Mikaeil Mirdoraghi pediu que a foto fosse tirada antes dele ir à escola - Foto: Reprodução / Redes Sociais

A foto de uma das vítimas do ataque a uma escola no Irã viralizou nas redes sociais nesta semana: o registro, feito momentos antes do bombardeiro, mostra o menino Mikaeil Mirdoraghi acenando para mãe antes de ir para a aula. Segundo a mídia local, ele morreu no primeiro dia do conflito, em 28 de fevereiro.

O ataque à escola de Minab, no sul do Irã, deixou mais de 160 mortos, das quais a maioria era de crianças. O bombardeio é descrito por Teerã como uma ação conjunta entre Estados Unidos e Israel.

Em entrevista à mídia estatal nesta terça-feira, 10, a mãe de Mikaeil afirmou que o filho pediu para que a foto fosse tirada antes de ele sair de casa. Ela também falou sobre os últimos momentos com o filho na noite anterior.

“Ele disse: ‘Mãe, a comida que você fez tem o sabor do paraíso’. Eu questionei: ‘Meu filho, por que está dizendo isso? Você nunca falou nada assim'”, relatou a mãe. Ela contou, ainda, que o menino brincou de guerra com o irmão antes de dormir.

“Por volta de meia-noite, ele colocou os travesseiros ao redor de si, se sentou com o irmão e disse: ‘Vamos brincar. Eu sou o Irã e você é a América. Vamos brincar com armas e tanques’. Então eles começaram a se divertir juntos e disse: ‘Viu só? O Irã venceu”, complementou a mãe.

O nome de Mikaeil surgiu em listas das vítimas do ataque à escola divulgadas pela imprensa iraniana. No dia 3 de fevereiro, o país promoveu uma cerimônia fúnebre coletiva para as vítimas do bombardeio em Minab, a maioria de alunos e funcionários.

Desde então, a foto da despedida do menino viralizou como símbolo do conflito. O episódio é considerado um dos mais letais do conflito envolvendo Teerã até agora, com civis entre os alvos.

As Forças Armadas de Israel e os Estados Unidos afirmaram não ter conhecimento de qualquer operação israelense ou americana na região mencionada.

O incidente foi condenado pela Unesco, agência da ONU para a cultura e a educação, e pela ativista da educação vencedora do Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai.

Dias após o ocorrido, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, assegurou que as forças americanas ‘não atacariam deliberadamente uma escola’ e disse que Washington iria investigar o caso.

*Com informações de Terra

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