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Lançamento do fotolivro ‘Verão Violento’ destaca urbanidades invisibilizadas da Amazônia

Foto: Divulgação

O fotolivro “Verão Violento”, da jornalista e fotógrafa Nico Ambrosio, será lançado, na sexta-feira, 25/7, às 18h, na Galeria do Largo, no centro de Manaus. Contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), por meio do edital macro de Chamamento Público nº 002/2024, da Prefeitura de Manaus, via Conselho Municipal de Cultura (Concultura), o projeto é uma investigação fotográfica sobre a Amazônia urbana que reúne imagens feitas entre 2020 e 2025, a partir da extensa pesquisa visual da autora da obra.

O evento contará com a distribuição gratuita de exemplares e uma roda de conversa sobre fotografia urbana na Amazônia, com a participação da curadora de arte Gabi Loys, do repórter-fotográfico Alberto César Araújo, editor de fotografia da agência Amazônia Real, e da fotógrafa e documentarista amazônida Juliana Pesqueira.

O presidente do Concultura, Tony Medeiros, afirmou que o lançamento do livro leva os leitores a terem um olhar diferente sobre a cidade de Manaus. “É com grande satisfação que apoiamos o lançamento do fotolivro de Nico Ambrosio, uma obra que nos provoca, emociona e nos convida a olhar para a cidade de Manaus com mais profundidade. O projeto representa exatamente o que acreditamos na gestão cultural: arte feita com coragem, sensibilidade e compromisso social”, destacou o presidente do conselho.

O fotolivro abrange um compilado de quase cem fotografias feitas com filme analógico em 35 milímetros. São imagens em preto e branco, que percorrem ruas e margens da cidade, registrando prédios, pessoas, momentos do cotidiano de trabalhadores de rua de Manaus e manifestações culturais marginalizadas, como a pichação e o grafite.

Além de refletir sobre desigualdades sociais, caos urbano e a relação da cidade com a natureza, o livro busca romper com estereótipos que reduzem a Amazônia à floresta e ao exótico. “Verão Violento” convida o público a reconhecer Manaus como uma grande metrópole, marcada por contradições de concreto.

“Parte dos brasileiros não conhece os nossos cotidianos e problemas, que são os mesmos de outras grandes cidades. Mas, em contraste, também temos algumas belezas naturais intocadas e arte pulsante nas ruas”, afirmou a autora.

O livro adota uma estética inspirada nos fanzines e nas publicações independentes de baixo custo, como forma de valorizar narrativas visuais que sejam plurais e periféricas. A diagramação é assinada por Jaú Ribeiro, designer indígena do povo tupinambá, com tipografia original do grafiteiro amazonense Vitor Maia, e assistência gráfica do designer e colagista Nathã Lucas.

Durante os intervalos da programação de lançamento do fotolivro, o público poderá aproveitar a discotecagem do DJ Zulu MC Fino, ícone da cultura hip-hop do Amazonas, que comanda o som ao longo do evento com um set que mistura ritmos e sonoridades urbanas. A produção geral do evento é assinada por Beatriz Mascarenhas.

SERVIÇO:

  • O quê Lançamento do fotolivro “Verão Violento”, de Nico Ambrosio

  • Quando – Sexta-feira, 25/7

  • Horário  18h

  • Local Galeria do Largo, na rua Costa Azevedo, 290, no Centro, no largo de São Sebastião.

Wilson Lima entrega mais de 360 novas viaturas para reforço da segurança na capital

Entrega contempla veículos para a PM, Polícia Civil e SSP-AM e parte da frota conta tecnologia embarcada para leitura de placas - Foto: Tiago Corrêa

O governador Wilson Lima realizou, nesta segunda-feira (21/07), a entrega de 369 novas viaturas que irão reforçar a atuação das forças de segurança pública em Manaus. Os veículos serão destinados à Polícia Militar, Polícia Civil e à Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM). Entre as viaturas, 272 destinadas à PMAM serão equipadas com câmeras inteligentes integradas ao Sistema Paredão, que passará a contar com mais de 1,5 mil câmeras quando todas estiverem instaladas.

As câmeras inteligentes conectadas ao sistema Paredão vão realizar a leitura de placas de veículos, auxiliando a coibir crimes como roubos e furtos, além de auxiliar nas investigações.

“Isso significa que um carro que passar por uma das nossas viaturas e tiver qualquer restrição ou envolvido em crimes, automaticamente o sistema vai disparar e a polícia vai fazer a abordagem. Nosso policial agora tem tecnologia à disposição: ele abre o celular, tira a foto de quem está envolvido na ocorrência e automaticamente o banco de dados vai dar a resposta para saber se há um mandado em aberto ou se a pessoa está sendo procurada pela polícia”, afirmou o governador Wilson Lima.

O evento contou com a participação do deputado federal Fausto Júnior; dos deputados estaduais Cabo Maciel, João Luiz e Abdala Fraxe; do vereador Allan Campelo; do secretário de Segurança Pública, coronel Vinícius Almeida; do comandante-geral da PM, coronel Klinger Paiva; do comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Orleilso Muniz; do delegado-geral da PC, Bruno Fraga; do secretário de Administração Penitenciária, Paulo César Gomes; representantes de associações comerciais, entre outras autoridades.

Entre as 272 viaturas, 172 são do modelo S10 e 100 do modelo Spin, todas caracterizadas e preparadas com itens operacionais como rádios comunicadores e sistema de rastreamento para a Polícia Militar. A frota inclui ainda nove ônibus para o transporte de tropa. Essas viaturas serão utilizadas pela PM e a tecnologia, que atua como um Cerco Inteligente de Videomonitoramento, será expandida a partir de agosto.

Outras 97 viaturas, do modelo SUV e descaracterizadas, serão utilizadas pela Polícia Civil e pela SSP-AM em ações investigativas e administrativas, contribuindo com a atuação da polícia judiciária.

As viaturas entregues nesta segunda-feira fazem parte do programa Amazonas Mais Seguro, lançado pelo governador em 2021. O programa tem como pilares a valorização dos profissionais da segurança pública, o investimento em infraestrutura e frota, além da ampliação da tecnologia e inteligência no combate ao crime.

Para 2025, está prevista uma segunda entrega em agosto deste ano, ampliando ainda mais a cobertura operacional no interior do estado. Os veículos substituem parte da frota antiga, oferecendo mais eficiência e agilidade nas ações policiais.

Foto: Polícia Militar

Investimentos

Desde o início da atual gestão, o Governo do Amazonas já destinou mais de R$ 1,16 bilhão para a área da segurança pública, com investimentos em concursos públicos que resultaram na convocação de mais de 2,8 mil novos servidores, aquisição de tecnologias inovadoras e fortalecimento da infraestrutura das forças policiais em todo o estado.

Os investimentos têm refletido diretamente na redução dos indicadores de criminalidade no estado. No primeiro semestre de 2025, os roubos de veículos caíram 32% em comparação com o mesmo período de 2024, menor número da série histórica da SSP-AM. Também houve redução de 28% nos homicídios, 57% nos feminicídios, 21% nos roubos de celular, além do aumento de 16% nas apreensões de entorpecentes e 11,94% na apreensão de armas de fogo.

Sistema Paredão

A primeira etapa do Sistema Paredão foi lançada em novembro de 2021 com câmeras do Cerco Inteligente de Videomonitoramento, totalizando 650 equipamentos instalados para leitura de placas de veículos. Em junho deste ano, o governador Wilson Lima inaugurou a segunda etapa com a previsão de instalação de mais 650 câmeras de reconhecimento facial, além das 272 viaturas com câmeras ligadas ao Paredão.

Por que meu gato me morde? Entenda o que existe por trás do comportamento

Para lidar com o comportamento, o ideal é evitar broncas - Foto: Getty Images / iStockphoto

Seu gato está tranquilo no colo, recebendo carinho e, de repente, te dá uma mordida? Embora o gesto possa causar surpresa e, em alguns casos, até dor, ele nem sempre é sinal de agressividade. Na verdade, essa é uma das formas que os felinos usam para se comunicar.

As mordidas podem acontecer em diferentes situações e, para entender o que está acontecendo, o tutor precisa observar o contexto e o comportamento corporal do animal. Um gato relaxado que dá uma mordida leve está, provavelmente, apenas brincando ou demonstrando que chegou no limite do afeto.

Já um felino com o corpo tenso, orelhas para trás e olhar fixo está sinalizando desconforto, e a mordida pode vir como um aviso mais sério. Há, também, gatos que mordem suavemente para pedir atenção ou iniciar o momento de brincadeira.

Filhotes costumam morder durante as brincadeiras porque ainda estão aprendendo a controlar a força. Já os adultos, principalmente aqueles que não foram bem socializados, podem não ter noção clara de limites ou usar a mordida como ferramenta de interação.

Sobrecarga sensorial e alertas

Um motivo comum que costuma confundir tutores é o que os especialistas chamam de sobrecarga sensorial. Isso acontece, por exemplo, quando o gato está recebendo carinho por um tempo prolongado e, mesmo que pareça confortável, chega ao ponto em que não quer mais continuar.

Como não sabem falar, eles avisam do jeito que podem: com os dentes. Algumas regiões do corpo, como a barriga ou a base do rabo, são especialmente sensíveis e costumam provocar esse tipo de reação quando tocadas.

Mudanças de comportamento repentinas — como um gato que começa a morder sem explicação, por exemplo — também devem levantar um alerta. Nesses casos, vale investigar se o animal está sentindo dor ou passando por algum desconforto físico. Problemas dentários, feridas na pele e doenças mais graves podem fazer com que o toque, mesmo leve, seja interpretado como ameaça.

Por fim, há situações em que o próprio tutor, sem querer, ensina o gato a morder. Se o animal descobre que morder faz o humano parar de tocar ou oferece uma reação divertida, ele pode repetir o comportamento como uma forma de obter o que quer. É o chamado reforço acidental: a mordida vira estratégia.

Evite broncas

Para lidar com o comportamento, o ideal é evitar broncas e, principalmente, não punir o gato fisicamente. Em vez disso, observe os sinais do corpo, respeite os limites do felino e redirecione as mordidas para brinquedos apropriados.

Se o hábito persistir ou vier acompanhado de outros sinais de estresse, o acompanhamento de um veterinário ou especialista em comportamento felino pode ajudar a encontrar a origem do problema.

Lembre-se, morder é apenas uma das maneiras que os gatos encontraram para interagir com o mundo ao redor. Com paciência, é possível entender o que está por trás desse gesto e construir uma convivência mais leve, segura e afetuosa.

*Com informações de Uol

‘Pior que pandemia’: buscas por imigrantes paralisam comércio em Los Angeles

Nayomie Mendoza viu as vendas caírem 80% - Foto: Bastien Inzaurralde / AFP

Nayomie Mendoza estava acostumada a ver uma fila de clientes se formar em seu restaurante na hora do almoço no bairro da moda de Los Angeles, o LA Fashion District. Mas as operações migratórias da administração de Donald Trump esvaziaram suas mesas.

“Nossas vendas caíram 80%”, disse Mendoza, responsável pelo Cuernavaca’s Grill, um colorido restaurante mexicano do popular bairro comercial.

“O que nos salva é que temos muito envio a domicílio, cerca de 20%”, disse Mendoza, ao explicar que na região muitos têm medo de sair às ruas.

No coração de Los Angeles, o LA Fashion District é um vibrante bairro com inúmeras lojas de roupas e acessórios.

Mas com uma predominante mão de obra latina, tornou-se também alvo da ofensiva anti-imigração do governo Trump, com operações em fábricas e outros pontos comerciais de Los Angeles.

Agora suas calçadas estão vazias, mesmo neste início de verão, quando turistas lotam a cidade californiana.

“Que se acostumem”

A administração Trump aumentou a pressão sobre Los Angeles, declarada “santuário” de proteção para imigrantes por suas autoridades em oposição ao mandatário republicano.

Com um terço da população de origem estrangeira e uma estimativa de centenas de milhares de pessoas em situação irregular, a investida federal contra os imigrantes enfureceu seus habitantes, que saíram às ruas para protestar no mês passado.

Manuel Suárez diz que comércio está em crise – Foto: Bastien Inzaurralde / AFP

O governo Trump, entretanto, não parece estar disposto a recuar.

“É melhor que se acostumem conosco, porque muito em breve isso será normal. Vamos a todos os lugares, na hora que quisermos, em Los Angeles”, disse na segunda-feira à Fox News Gregory Bovino, da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos.

“O governo federal não vai sair de Los Angeles”, acrescentou.

Mas Nayomie Mendoza afirma que as operações não apenas atingem estrangeiros ou sem documentos, mas indústrias inteiras, em um momento em que os comerciantes tentam se recuperar de um começo de ano difícil, após os vorazes incêndios que atingiram a região de Los Angeles em janeiro.

Fechar às 3

Devido à falta de clientes, Mendoza fecha as portas às 3 da tarde. Um contraste com o ano passado, quando trabalhava até a noite devido à demanda.

“Isso é provavelmente pior do que a pandemia”, comentou.

Manuel Suárez, dono de uma loja de brinquedos em uma rua próxima ao restaurante, concorda.

“Agora é pior porque na pandemia, embora fosse pandemia, havia vendas”, afirmou Suárez, que trabalha há 35 anos no popular bairro.

“Agora está completamente em crise”, indicou, ao explicar que muitos comerciantes decidiram fechar suas lojas por precaução, à medida que as operações se intensificam na cidade.

Jose Yern: ‘As pessoas têm medo de vir’ – Foto: Bastien Inzaurralde / AFP

Outros reduziram seu número de funcionários devido à queda nas vendas.

“O gato e o rato”

As operações “semearam o medo em nossa comunidade latina”, disse Jose Yern, administrador da Anita’s Bridal Boutique, especializada em vestidos para debutantes.

“As pessoas têm medo de vir (ao distrito), mas se vêm, vão a uma loja específica, fazem o que têm que fazer e depois voltam para casa”, acrescentou o comerciante, enquanto possíveis clientes caminhavam entre os coloridos vestidos expostos em manequins.

O medo é palpável nas ruas: qualquer som de sirene dispara os alertas.

Os comerciantes se comunicam com walkie-talkies e notificam qualquer barulho, helicóptero ou presença uniformizada em suas ruas para avisar aqueles que não têm documentos.

Alguns até observam dos telhados e dão o sinal de alerta ao grito de “a migra”.

“É lamentável que o governo não entenda que quando nos ataca, todos perdemos”, comentou um vendedor que preferiu não se identificar.

“Mas não vamos embora. O que vai acontecer aqui é que vamos ficar jogando gato e rato. Vamos ver quem cansa primeiro”.

*Com informações de Uol

‘Mata-Gato’: Curta-metragem de André Cunha estreia com sessão especial no Teatro Gebes Medeiros

A exibição do filme acontece no dia 23 de julho, com entrada gratuita - Foto: César Nogueira

O curta-metragem do roteirista e diretor André Cunha, ‘Mata-Gato’, estreia no dia 23 de julho, às 18h30, em sessão especial no Teatro Gebes Medeiros, na Avenida Eduardo Ribeiro, 937, no Centro de Manaus. A obra audiovisual, em coprodução com a Artecontemporaneapurafilms & LaXunga Produções, narra momentos de uma noite longa de terror para um velho solitário e atormentado após matar mais um gato. A entrada é gratuita e a classificação é de 18 anos.

O filme Mata-Gato foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo, no edital nº 01/2023 de Fomento às Artes – categoria Audiovisual, com recursos do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, e executado pelo Governo do Amazonas, via Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

“É um filme de terror escatológico com gatos, que enaltece a vingança felina contra nosso protagonista Mata-Gato”, afirma o diretor André Cunha. “Esse personagem representa a maldade e crueldade humana contra animais em situação de risco, em especial gatos vulneráveis de rua”.

O Mata-Gato”, conforme André Cunha, é inspirado em contos literários como “Gato Preto”, de Edgar Allan Poe, de 1843, e “Gatos de Ulthar”, de H.P. Lovecraft, de 1920, que dialogam com a crueldade humana acerca da pureza de um animal visivelmente inocente e vulnerável, mas carregado de misticismo.

Outra referência da obra é inspirada na estética do curta-metragem amazonense “O Pulo do Gato”, de Jimmy Christian, de 2021, e também filmes de terror dos anos 80, com efeitos práticos, como o “Enigma do Outro Mundo”, de 1982, e “ Uma Noite Alucinante”, de 1987.

“O curta-metragem consiste em despertar essa preocupação ambiental, tocando em temas sobre vulnerabilidade de gatos de rua, esporotricose e terceira idade, assim como investigar a natureza da maldade humana, representada pelo personagem fictício da terceira idade que envelheceu em uma vida de crueldades, incluindo atentar contra a vida de felinos do bairro onde mora”, comenta o diretor.

Produção

O filme foi rodado entre junho e setembro de 2024, em Manaus, com mais seis meses de pós-produção. “Após a estreia, vamos executar a contrapartida do projeto, que são dois dias de oficina com a temática voltada para produção de efeitos especiais práticos para filmes de terror de baixo orçamento”, adianta o diretor. “A ideia é fazer encontros pela parte da manhã, com a equipe de direção de arte e direção”.

Ficha técnica

No elenco estão Evandro Menezes e a gata Florinha de Deus. André Cunha assina a direção do curta-metragem e divide o roteiro com Jimmy Christian, também responsável pela direção de produção.

Foto: César Nogueira

A ficha técnica têm Renata Paula na assistência de direção, Liviah Prestes na preparação de elenco, Max Caracol na assistência de produção, Orlando Júnior na direção de fotografia, Schaydson Souza na assistência de fotografia, Villy Gouveia na direção de arte, Afrânio Pires e Daniele Coimbra na assistência de arte, Enmanuel Gomes na edição e efeitos especiais e Castro Junior no trailer.

“Mata-Gato” traz ainda Fernando Crispim no som direto, Bruno Fabian no stopmotion, César Nogueira no making of e fotografia still, Daniel Fredson, Moham Henrique e Yan Rodrigues na trilha sonora, Isabelly Maria e Manuella Barros na comunicação e Ashna Kapoor no design de capa.

Perfil do diretor

André Cunha é diretor, roteirista e produtor cultural. Em mais de cinco anos de carreira, suas produções tiveram participações em alguns festivais e mostras audiovisuais, de 2021 a 2023, voltado a curtas-metragens documentais com a produtora Picote Produções.

Como diretor, assina seu primeiro curta-metragem de ficção, trazendo uma abordagem no estilo “filmes de gênero”.

André Cunha foi segundo assistente de foto na série “Boto”, de 2017, assistente de direção em “Manaus Hot City”, de 2019, diretor do documentário “Curumim na Lata”, de 2020, assistente editor em “Zico o Jabuti”, de 2021, assistente de direção em “Desentupidor”, de 2021, diretor no doc “Pajelança Cabocla” e “O Lixo Transformado em Arte”, ambos de 2021, assistente de direção no longa-metragem “Mawé”, de 2022, direção de fotografia no curta “A Cor da Canção”, de 2024, assistente de fotografia no doc “Barbotinas”, de 2024, e continuísta no longa-metragem “Airumã: um encontro nas estrelas”, de 2025.

Pilates, HIIT e corrida é o trio tendência que está conquistando os adeptos da rotina fitness

Foto: Divulgação

Na busca por mais energia, bem-estar e qualidade de vida, uma combinação tem conquistado espaço entre os praticantes de atividade física: pilates, treinos de alta intensidade (HIIT) e corridas ou caminhadas. Na Fórmula Academia do Shopping Ponta Negra, essas três modalidades vêm se destacando por oferecer benefícios complementares, que vão desde o fortalecimento muscular até a melhora do condicionamento físico.

Segundo o personal trainer Gabriel Souza, o sucesso do trio está na eficiência dos resultados e na possibilidade de adaptação para diferentes perfis de alunos. “O pilates fortalece o core, melhora a postura e a consciência corporal. O HIIT acelera o metabolismo e queima gordura com treinos curtos e intensos. Já as corridas ou caminhadas trabalham o sistema cardiovascular e aumentam a resistência”, comenta.

O treino combinando as três modalidades, ganharam as academias principalmente com foco na redução de medidas para o chamado “body summer”, porém, o personal reforça que o foco precisa ser outro.

“A ideia de corpo de verão até aparece como motivação inicial para muita gente que começa a praticar as modalidades, mas o verdadeiro ganho está na saúde, na disposição e no equilíbrio emocional que os exercícios trazem com o tempo”, diz Gabriel Souza.

A empresária Alcynete Rodrigues, 25, que é adepta ao trio de modalidades, conta que foi para academia com foco na estética, mas mudou ao perceber os ganhos na saúde física e mental. “Já fiz de tudo um pouco. No começo era por estética, mas hoje é pela saúde. Minha disposição melhorou muito e não sinto mais dores articulares. É o melhor investimento para o meu futuro”, afirma.

Com propostas que fogem do treino tradicional e oferecem mais variedade, o trio de exercícios virou tendência não apenas pela praticidade, mas também pela sensação de bem-estar que promove. “Com auxílio de um profissional, o aluno que quer começar pode praticar as três modalidades, claro que tudo é ajustado com base no perfil da pessoa, com o que ela busca”, explica Gabriel Souza.

De Curitiba a Oslo: cidades mostram como resistir à mudança do clima

Oslo, capital da Noruega: país tem a maior frota proporcional de veículos elétricos do mundo - Foto: Getty Images / iStockphoto

Quando chuvas acima da média caíram sobre a cidade de São Sebastião, no litoral de São Paulo, em março de 2023, documentos públicos mostraram a ausência de investimento prévio na prevenção de desastres naturais. Quase um ano depois, as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul também acenderam um alerta sobre a falta de infraestrutura de drenagem e permeabilidade que poderia ter ajudado os municípios a lidarem melhor com um volume intenso de chuvas.

Os dois casos ilustram a importância da adoção de ações que tornem as cidades mais resistentes, eficientes e inclusivas para enfrentar desafios do futuro, como eventos extremos. Esse é o pensamento por trás do conceito de cidades sustentáveis. Em alta atualmente, sobretudo devido aos problemas impostos pelas mudanças climáticas, o termo emergiu no cenário internacional na década de 1980 para conciliar desenvolvimento econômico, preservação ambiental e justiça social, explica o urbanista e professor da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), André Prado.

Apesar de representar um objetivo a ser perseguido pelas gestões municipais (com incentivos dos governos estaduais e federal), uma série de práticas ilustra o conceito. As cidades sustentáveis, por exemplo, priorizam os transportes coletivos e não motorizados e a redução do uso de combustíveis fósseis para diminuir as emissões de gases poluentes.

O investimento em veículos elétricos (EVs, na sigla em inglês) é uma das demandas atuais para os centros urbanos, principalmente nas cidades europeias. O maior expoente deste movimento é a Noruega, país com a maior frota proporcional de EVs no mundo. No ano passado, o número de veículos elétricos superou o de veículos à base de petróleo no país, segundo dados da Federação Norueguesa de Estradas.

Para que a transição seja eficaz, é preciso adequar a infraestrutura urbana para abastecer esses veículos — e, portanto, de uma gestão que tenha a sustentabilidade como meta. De acordo com o anestesista Andreas Espinoza, morador de Oslo, “há muitos postos de recarga e estacionamentos com recarga” na capital norueguesa, o que facilita o uso diário dos carros elétricos. Segundo o anestesista, o que o motivou a comprar um carro desse tipo foi a união de preocupação ambiental e economia gerada por incentivos governamentais que diminuíram os impostos para EVs.

Essas cidades também são caracterizadas pela presença de parques e áreas verdes para capturar gases do efeito estufa, áreas alagáveis naturais para aumentar a capacidade de drenagem, hortas urbanas, sistemas de tratamento e gestão de esgoto e resíduos, coleta seletiva e reciclagem, e políticas de regularização do uso do solo, explica o geógrafo, cientista social e professor da PUC São Paulo, Gustavo de Souza.

Além de ambiental, o conceito de sustentabilidade é, ainda, fundamentalmente econômico e social, relembra Prado. Na prática, as cidades sustentáveis também incorporam economia circular e uso “racional” de recursos naturais, atraem e distribuem investimentos privados em infraestrutura, investem em habitações populares e no planejamento de uma melhor distribuição das áreas de comércio, serviços e residências pela cidade, apontam os especialistas.

No Brasil, um exemplo que une agricultura familiar, segurança alimentar e reciclagem está em Curitiba, uma das cidades mais sustentáveis do país, segundo um ranking desenvolvido pela plataforma Bright Cities.

Carro elétrico é abastecido em rua de Oslo – Foto: Jonathan Nackstrand / AFP

Aberto a toda a população, o projeto Câmbio Verde oferece produtos de hortifruti de pequenos produtores da região metropolitana da capital paranaense em troca de materiais recicláveis. De acordo com a prefeitura, 4.500 famílias são atendidas por mês e o material reciclado pelo programa representa cerca de 10% a 15% do total reciclado em Curitiba.

Tudo a 15 minutos: as tendências sustentáveis

Muitos países têm buscado iniciativas que reduzam os impactos ambientais sem comprometer o desenvolvimento econômico. O urbanista André Prado destaca quatro tendências que têm mostrado bons resultados.

Uma delas é o conceito de cidade de 15 minutos, também ressaltado por Souza. Desenvolvido por Carlos Moreno, urbanista e professor na Universidade Sorbonne de Paris, trata-se da descentralização da oferta de serviços, trabalho e educação nos centros urbanos. A ideia é que tudo esteja disponível a uma distância curta e acessível para todos os cidadãos, evitando grandes deslocamentos urbanos.

Outra delas é a mobilidade ativa, que consiste na priorização de caminhada ou ciclismo como meios de transporte dentro da cidade, em vez de transportes individuais. Para isso, a construção e manutenção de calçadas e ciclovias é fundamental.

Mais ligada à urgência climática, uma tendência que se originou na China e tem ganhado força é a das cidades-esponja, que visam mudar a cobertura urbana, hoje 90% impermeável, explica André Prado.

“Jardins e áreas verdes na cidade toda, bacias que absorvem a água na parte alta e pavimentação drenante no lugar de asfaltos são alguns dos exemplos que ajudam a infiltrar a água no solo e a retomar o curso natural que a água fazia antes da implantação da malha urbana”, diz o urbanista.

Por fim, o professor destaca os parques lineares que, em vez de mudarem o curso dos rios como era feito anteriormente, renaturalizam a margem dos córregos e criam parques ao longo delas. Um dos exemplos mais bem sucedidos é o parque Madrid Río, na capital espanhola, que distribui ciclovia, vegetação e área de recreação ao longo de 7,4 quilômetros do rio Manzanares, na região central da cidade.

Só na cidade de São Paulo, há pelo menos uma dezena de rios escondidos sob avenidas como a Nove de Julho e a Bandeirantes.

Desafios e lições para o Brasil

Em nosso país, há muitas questões a serem resolvidas e superadas para criar mais cidades sustentáveis.

Jardim Botânico de Curitiba – Foto: Pedro Moraes / Getty Images

“Ainda temos muitos desafios, da infraestrutura urbana deficiente à baixa governança de dados e às desigualdades regionais”, diz Raquel Cardamone, CEO da Bright Cities.

“Por outro lado, há um movimento crescente de cidades se estruturando para mensurar indicadores e incorporar tecnologia e inovação em suas políticas públicas — principalmente entre os municípios de médio porte, que têm mostrado grande capacidade de resposta e transformação”, completa.

Especialista em sociologia urbana da Universidade de Varsóvia, Lukasz Drozda destaca também, como desafios, os “interesses conflitantes de várias partes interessadas envolvidas nos processos urbanos”. Para o professor, o papel dos gestores públicos é essencial por meio de regulações e da definição de prioridades de investimentos que tenham metas sustentáveis.

De acordo com Drozda, o desenvolvimento urbano ainda é desigual mundialmente, com o norte avançando em promover mais qualidade de vida e o sul ainda lutando contra desigualdades sociais e econômicas, que deságuam numa maior exposição a riscos climáticos no ambiente das cidades.

Uma das possibilidades de implementar mudanças no país vem da participação popular e da sociedade civil organizada na definição de prioridades do poder público, segundo Souza. Para Prado, programas governamentais como de habitação social (Minha Casa, Minha Vida) e de serviços são bons instrumentos para colocar projetos em prática.

Uma história do litoral sul de São Paulo deixa uma boa lição. Em Ilhabela, a comunidade do Bonete (com acesso reduzido por terra ao restante do município) ganhou ampla instalação de energia apenas em 2016, como parte do Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica – Luz para Todos. O ganho sustentável, no entanto, está na energia solar, por meio de placas fotovoltaicas instaladas nos 180 imóveis da comunidade à época.

Antes da instalação, a comunidade era abastecida por uma pequena hidrelétrica que funcionava com água de rio e cachoeiras locais, e um gerador a diesel. Nascido no Bonete, o pescador Marcelo Bonete diz que a instalação melhorou a vida de toda a comunidade.

“Antigamente, quando chovia bastante, a cachoeira enchia e as turbinas paravam porque os entulhos e a sujeira poderiam quebrá-las. Agora ficou muito melhor porque nós não temos mais queda de energia. Quando não tinham as placas, a gente tinha que desligar a geladeira, pegar gelo da cidade pra armazenar comida. E isso durava até 3 dias. E se o gerador queimasse, podia demorar até uma semana para que ele fosse consertado. Com as placas solares, a gente não tem mais essa preocupação”, conta.

*Com informações de Uol

Política de um país influencia no envelhecimento, diz estudo

Renda da população influencia em seu envelhecimento - Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A situação política de um país pode influenciar no modo como sua população envelhece, confirma um estudo coordenado pela universidade irlandesa Trinity College Dublin e publicado na revista Nature Medicine.

“O envelhecimento é um processo de mudanças biológicas e de saúde que ocorrem ao longo do tempo e são influenciadas por uma combinação de fatores orgânicos, comportamentais e ambientais”, dizem os pesquisadores, que realizaram o estudo através do “expossomo”, ou seja, a combinação de todas essas condições com cidadãos residentes em 40 países de quatro continentes.

A pesquisa mostrou que em nações de baixa renda, como Egito e África do Sul, o processo de envelhecimento tende a ser mais acelerado, enquanto em países com renda mais alta, como Itália, Alemanha e França, a população costuma envelhecer de modo mais lento.

As diferenças entre os países se ligam ao expossomo, que abrange desde a qualidade do ar até a igualdade socioeconômica e de gênero, passando por fatores sociopolíticos, como o modelo de representação, a presença de partidos e o direito ao voto. “Nossa idade biológica reflete o mundo em que vivemos”, concluiu em nota o coordenador do estudo irlandês, Agustin Ibanez.

Segundo o comunicado, “a exposição ao ar tóxico, à instabilidade política e à desigualdade obviamente impacta a sociedade, mas também molda nossa saúde”.

“Precisamos parar de pensar na saúde do cérebro como uma responsabilidade puramente individual e considerar uma estrutura mais ecológica e neurossistêmica”, concluiu Ibanez.

*Com informações de Terra

Morre a cantora Preta Gil, aos 50 anos, após longa batalha contra o câncer

Foto: Instagram

Depois de uma longa e corajosa batalha contra um tipo agressivo de câncer no intestino, a cantora Preta Gil faleceu neste domingo (20), em decorrência de uma piora no quadro. Ela passava por um tratamento experimental nos Estados Unidos.

O diagnóstico veio no início de 2023, quando a cantora se preparava para tomar as ruas do Centro do Rio com o seu tradicional bloco de Carnaval. O início do tratamento fez com que ela precisasse cancelar tudo para voltar a atenção para a saúde, sempre de cabeça erguida e compartilhando cada passo com os fãs através das redes sociais.

Em março, passou por uma infecção generalizada que a deixou entre a vida e a morte e, ainda na UTI, tomou a decisão de terminar o casamento de oito anos. A sucessão de baques só foi superada graças só foi superada graças a uma essencial rede de apoio, formada por amigos e familiares. “Não entrei em depressão porque em nenhum momento desisti de viver”, disse em entrevista a VEJA RIO, quando ganhou o prêmio de Carioca do Ano.

Ainda em agosto de 2023, realizou uma cirurgia para a retirada do tumor, e, em dezembro, chegou a comemorar o fim do tratamento após um procedimento para reconstrução de parte do trato intestinal. Mas, em agosto de 2024, após descobrir o câncer em outros quatro locais do corpo, precisou começar um ciclo de quimioterapia.

Em dezembro de 2024, passou por uma cirurgia que durou mais de 18 horas para a retirada de tumores espalhados pelo corpo e precisou colocar uma bolsa de colostomia definitiva. As possibilidades de tratamento, no entanto, esgotaram no Brasil, o que a fez se mudar em maio para Nova York, para uma terapia experimental. Ao longo dos últimos dois anos, Preta semeou empatia e arrebatou uma torcida feminina que experimentou dramas parecidos.

Filha do músico Gilberto Gil e da empresária Sandra Gadelha, trabalhou como atriz, apresentadora e cantora — lançando sete álbuns, entre trabalhos de estúdio e ao vivo, incluindo Sou como Sou (2005), Noite Preta Ao Vivo (2009) e Todas as Cores (2017). Também se destacou com seu bloco de Carnaval, o Bloco da Preta, um dos maiores do Rio de Janeiro. Ela deixa um filho, Francisco Gil, fruto de um casamento de dois anos com o ator Otávio Müller, e uma neta, Sol de Maria, de 9 anos.

Com informações da Veja Rio

 

Reclamações sobre consignados no INSS cresceram mais de 100% em 2025

Consultas podem ser feitas por meio do Meu INSS. (Foto: Reprodução)

As reclamações de consumidores sobre irregularidades nos empréstimos consignados nas contas do INSS, com descontos automáticos, cresceram 119% no primeiro semestre do ano em relação ao mesmo período de 2024.

Após suspeitas de fraudes serem levantadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União) e pela Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, o INSS está conduzindo uma auditoria nos empréstimos consignados.

Crédito consignado é aquele cujas parcelas são debitadas pelo banco mês a mês dos pagamentos do INSS ou do contracheque de pagamentos do devedor.

Dados levantados pelo UOL no portal Consumidor.gov, do governo federal, mostram que houve um aumento de reclamações contra bancos por empréstimos que consumidores dizem não terem contratado, além de cobranças consideradas indevidas e falta de transparência na documentação.

Foram 37 mil reclamações nos primeiros seis meses do ano, sendo que, em 19 mil desses casos, os aposentados relatam não ter contratado empréstimo algum. No ano passado, foram 16,8 mil reclamações de janeiro a junho.

A Febraban, federação dos bancos, disse que, após a Operação Sem Desconto, houve um aumento significativo na busca pelo tema consignado, o que ocasionou um estímulo de reclamações na plataforma.

Queixas crescentes

As reclamações vinham caindo em anos anteriores. Em 2020, para conter as fraudes, os bancos instituíram um sistema de autorregulação, que surtiu efeito —houve uma queda de 110,2 mil reclamações em 2021 para 24 mil em 2024.

Segundo a Febraban, de 2020 a 2025, esse sistema de autorregulação aplicou 1.461 punições a correspondentes bancários por atuação irregular na concessão de crédito consignado a aposentados, dos quais 113 foram banidos de operar com as instituições financeiras participantes.

Nas fraudes relatadas pelos consumidores, os empréstimos caem na conta do cliente, e seus pagamentos são descontados mês a mês. Ou seja, o dinheiro não é desviado, mas o cliente diz que não deu autorização para se endividar.

Crédito consignado

Após a Operação sem Desconto, o novo presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, bloqueou novos créditos consignados e passou a exigir reconhecimento facial. O número de empréstimos caiu para o menor patamar desde 2023.

A Polícia Federal apontou que pelo menos um dos grupos que atuava fraudando descontos associativos, no Ceará, também vendia empréstimos consignados.

A maioria desses empréstimos, porém, é feita através do sistema bancário comum, com correspondentes bancários ou vendas por telefone. O líder em reclamações de consumidores neste ano é o Banco BMG, seguido de Banco Pan, Banco Santander, Facta Financeira, Agibank e Bradesco.

Com informações da coluna de Natália Portinari / Uol

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