Aeroporto de Manaus realiza workshop sobre emissões de carbono

Eduardo Bolsonaro volta a criticar Tarcísio após romper trégua

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a criticar Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) nesta quinta-feira, 24, depois de ter afirmado na semana passada que a relação entre eles havia “normalizado”.
Em publicação no X, o filho de Jair Bolsonaro (PL) questionou o governador de São Paulo sobre o motivo de manter o deputado estadual e líder do Movimento Brasil Livre (MBL), Guto Zacarias (União Brasil-SP), na posição de vice-líder em sua gestão.
“Por que Tarcísio de Freitas mantém como vice-líder uma pessoa do MBL, um grupo que defende a minha prisão, a prisão de meu pai, a prisão de jornalistas exilados, gente que ficou anos sem ver os filhos como o Allan dos Santos?”, escreveu.
O MBL, que tem como líder o empresário Renan Santos, rompeu laços com Bolsonaro após ter apoiado o ex-presidente na campanha de 2018. Desde então, o grupo tem criticado duramente todo o clã Bolsonaro.
Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos onde tenta articular uma campanha contra o Supremo Tribunal Federal (STF). O deputado atacou o governador de São Paulo em postagem na semana passada após o gestor ter se posicionado contrário ao tarifaço anunciado por Donald Trump.
“Se você estivesse olhando para qualquer parte da nossa indústria ou comércio estaria defendendo o fim do regime de exceção que irá destruir a economia brasileira e nossas liberdades. Mas como, para você, a subserviência servil as elites é sinônimo de defender os interesses nacionais, não espero que entenda”, disse.
Um dia depois do atrito, Eduardo afirmou que a relação entre eles havia “normalizado” e que “visões de mundo diferentes são normais e saudáveis”.
“Tive uma boa e longa conversa agora com o governador Tarcísio intermediada pelo [blogueiro] Paulo Figueiredo. De lado a lado, foram expostos pontos de vista e a conclusão de que ambos atuam na melhor das intenções do interesse dos brasileiros .Visões de mundo diferentes são normais e saudáveis, bem como esta comunicação direta. Vamos adiante debater o que interessa”, afirmou no dia 16 de julho.
*Com informações de Terra
O vice-líder do governador @tarcisiogdf na Assembleia Legislativa de São Paulo está mentindo mais uma vez sobre o Presidente Jair Bolsonaro aqui nas redes sociais, ele sempre defendeu que Lula e Bolsonaro deveriam ser presos numa mesma cela.
Por que o @tarcisiogdf mantém como vice líder uma pessoa do MBL, um grupo que defende a minha prisão, a prisão de meu pai, a prisão de jornalistas exilados, gente que ficou anos sem ver os filhos como o @allanconta5 ?
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) July 24, 2025
Wilson Lima anuncia 2ª edição do Feirão Amazonas Meu Lar, com mais de 2,6 mil unidades habitacionais
O governador Wilson Lima anunciou, nesta quinta-feira (24/07), a realização da segunda edição do Feirão Amazonas Meu Lar, que acontecerá no sábado e domingo (26 e 27/07), no Centro de Convenções Vasco Vasques 2, em Manaus. O evento vai oferecer mais de 2,6 mil unidades habitacionais para famílias pré-cadastradas no programa, com subsídio estadual para o pagamento da entrada do imóvel, por meio da modalidade Subsídio Entrada do Meu Lar.
O Feirão é voltado exclusivamente para beneficiários da modalidade do programa que permite o financiamento de unidades habitacionais com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), via programa federal Minha Casa, Minha Vida.
“Nós estamos praticamente na fase final de preparação dos estandes. Todas as incorporadoras foram credenciadas e, durante os dois dias, serão atendidos aqueles que estão inscritos no Amazonas Meu Lar, tendo a oportunidade de olhar os empreendimentos, onde ficam, qual a configuração, a planta dos apartamentos, análise de crédito, simulações, e aqueles que foram aprovados o Governo do Estado vai pagar a entrada do apartamento”, destacou o governador Wilson Lima.
Participaram do anúncio e da vistoria da estrutura do Feirão o diretor-presidente da Superintendência Estadual de Habitação (Suhab), Jivago Castro; o secretário de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Marcellus Campêlo; o vereador Diego Afonso; a subdefensora pública geral do Estado, Ana Karoline Santos; o defensor público Thiago Rosas; representantes da Caixa Econômica Federal, Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM) e representantes das incorporadoras.
As unidades habitacionais estão distribuídas em 30 empreendimentos de seis incorporadoras: Direcional, MRV, Capital, Olá Empreendimentos, Smart Empreendimentos e J.Nasser. Os imóveis estão localizados em diferentes zonas de Manaus, em diversas fases de construção, com opções para variados perfis familiares.
O Governo do Amazonas está destinando R$ 50 milhões para a concessão do subsídio nesta segunda edição. Os valores variam conforme a faixa de renda das famílias: até R$ 35 mil para quem tem renda de até R$ 2.850 (Faixa 1), até R$ 30 mil para renda entre R$ 2.850,01 e R$ 4.700 (Faixa 2), e até R$ 20 mil para quem ganha entre R$ 4.700,01 e R$ 8 mil (Faixa 3).
Para participar do feirão, é necessário estar pré-cadastrado na modalidade Subsídio Entrada do Meu Lar, pelo site www.amazonasmeular.am.gov.br ou pelo aplicativo SASI. Quem já está cadastrado em outra modalidade pode atualizar o cadastro. No dia do evento, será preciso apresentar a documentação exigida para análise de crédito, listada no site oficial do programa.
Entre os contemplados pelo Subsídio Entrada do Meu Lar está a autônoma Joicilane Pereira, de 20 anos, que participou do primeiro feirão. “Foi uma felicidade, porque eu pensei que nunca ia conseguir e coloquei na minha cabeça que não ia depender mais de aluguel. Vou conseguir realizar meu sonho de ter o meu apartamento”, comemorou.

Feirão
Além das construtoras, o Feirão contará com estandes de diversos órgãos estaduais e instituições parceiras. A Superintendência Estadual de Habitação (Suhab) prestará orientações sobre o processo de financiamento e o programa habitacional.
A Secretaria de Estado de Cidades e Territórios (Sect) fará agendamentos e orientações sobre regularização fundiária. A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb) e a Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE) apresentarão projetos do Prosamin+, também vinculado ao Amazonas Meu Lar. O Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-AM) realizará atendimentos para renegociação de dívidas com concessionárias de água e energia, requisito para o financiamento habitacional.
Também estarão presentes a Caixa Econômica Federal, o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-AM), a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-AM) e o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-AM). O evento contará ainda com área gourmet e espaço kids, com a ação “Mania de Ler”, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.
Amazonas Meu Lar
O Amazonas Meu Lar integra a política estadual de habitação e regularização fundiária. A meta é atender 24 mil famílias com soluções de moradia e 33 mil com regularização. O programa já beneficiou 27.431 famílias em todo o estado, com investimento total de R$ 4,7 bilhões em recursos estaduais e federais. Atualmente, 1.196 unidades habitacionais estão em construção em Manaus e nos municípios de Iranduba, Tefé e São Gabriel da Cachoeira.
Participantes da COP30 terão visto gratuito para o Brasil
O governo brasileiro publicou as regras para concessão de vistos eletrônicos gratuitos a estrangeiros que participarão da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). O evento acontecerá entre os dias 06 e 21 de novembro, em Belém, no Pará.
A medida autoriza múltiplas entradas no Brasil até o fim de 2025, com permanência de até 90 dias, sem possibilidade de prorrogação.
O visto especial será concedido a pessoas provenientes de países membros da Convenção do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU) e a apátridas, desde que estejam oficialmente credenciados na conferência. Sendo que o documento não se estende a familiares, acompanhantes ou menores de 18 anos.
Os pedidos devem ser feitos por meio de uma plataforma digital disponibilizada pelo Itamaraty.
Segundo estimativas da Fundação Getulio Vargas (FGV), a COP30 deve reunir mais de 40 mil pessoas, sendo aproximadamente 7 mil ligadas às delegações e equipes da ONU.
Para atender à demanda, a malha aérea de Belém será ampliada com novas rotas e aumento na frequência de voos, sobretudo para cidades da Região Norte.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) preveem acréscimo de mais de 46 mil assentos em voos domésticos durante o mês da conferência, totalizando 245,7 mil lugares, um aumento de 23,3% em relação ao mesmo período de 2024.
O número de voos nacionais em novembro será de 1.395, considerando as 221 novas viagens programadas.
Entre os voos internacionais, a ampliação será de 44% nos assentos, passando de 3.888 para 5.610, com crescimento de 22 para 31 voos no mês.
Infraestrutura e hospedagem alternativa
Para dar suporte à chegada de visitantes por via marítima, o Terminal Portuário de Outeiro, em Belém, está passando por obras de requalificação.
O espaço receberá dois navios de cruzeiro, com capacidade total de 6 mil leitos, que funcionarão como hotéis flutuantes.
O novo píer de mais de 700 metros deve ser concluído até meados de outubro, um mês antes do início da conferência. Após o evento, a estrutura poderá ser usada em rotas regulares de turismo.
Investimentos em turismo local
O governo federal também anunciou o investimento de R$ 72,7 milhões em obras de infraestrutura turística no Pará. Ao todo, 23 municípios serão contemplados.
Na capital, Belém, R$ 1,5 milhão será destinado à readequação urbanística do Portal da Amazônia e outros R$ 4,4 milhões serão usados para a instalação de 721 placas de sinalização turística pela cidade.
*Com informações de IG
PL considera prisão de Bolsonaro como ‘tragédia anunciada’

Diante da iminência da resposta do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a defesa de Jair Bolsonaro (PL) explicar o possível descumprimento de medida cautelar, o Partido Liberal (PL) considera a prisão do ex-presidente como uma “tragédia anunciada”. A declaração foi dada pelo senador Magno Malta (PL), nesta quarta-feira (23), ao chegar na sede da legenda em Brasília.
O senador foi à sede do PL para encontrar o ex-presidente, que deve permanecer no local durante todo o dia. A decisão de Moraes sobre as explicações dadas pela defesa de Bolsonaro acerca da possibilidade de descumprimento da medida cautelar imposta pelo STF, que proibiu o ex-mandatário de utilizar as redes sociais e de transmitir vídeos e áudios por meio de perfis de terceiros, deve ser divulgada nesta quarta-feira.
Na segunda-feira (21), após Moraes detalhar a medida cautelar e deixar claro que entrevistas de Bolsonaro não poderiam ser publicadas em perfis nas redes sociais, incluindo páginas de veículos de comunicação, o ex-presidente fez uma breve declaração, ao sair do Congresso Nacional, a qual foi amplamente repercutida pela imprensa. Com isso, o ministro exigiu que os advogados do ex-chefe do Executivo explicassem a violação.
A defesa de Bolsonaro, por sua vez, argumentou que o ex-presidente não violou as medidas e pediu que Moraes esclarecesse os limites da decisão que impediu o acesso a redes. Essa resposta foi enviada pelos advogados ao STF no final da tarde de terça-feira (22). Agora, o próximo passo é a divulgação do entendimento do magistrado acerca do possível descumprimento.
Caso Moraes entenda que Bolsonaro violou a medida cautelar, o ministro poderá determinar a prisão imediata do ex-presidente.
Apesar da expectativa do partido ser de que Bolsonaro será preso ainda hoje, de acordo com aliados, o ex-presidente “está tranquilo”.
“Eu falo com o [ex] presidente todos os dias. Ele está bem. As burradas de Alexandre de Moraes, uma em cima da outra, só fortalecem ele [Bolsonaro]. A pior coisa de você combater alguém é colocar ele como vítima e Moraes está deixando o Bolsonaro como vítima, e o povo brasileiro sabe disso”, afirmou o pastor Silas Malafaia.
Malafaia, grande aliado de Bolsonaro, avaliou que “a coisa não está boa” para Moraes, diante da “monstruosidade das covardias e das ações” do ministro contra o ex-presidente. “Vamos ver até onde ele vai dobrar essa aposta”, alfinetou o pastor.
Para o senador Magno Malta, o ministro Moraes é “apenas uma carcaça” em que “há dentro dele uma entidade de alta patente em uma mente psicopata” e, por isso, não existem perspectivas favoráveis para Bolsonaro. “Então é uma tragédia anunciada. Só nos resta confiar em Deus”, reforçou o parlamentar.
Medidas cautelares
As medidas foram impostas na semana passada por determinação de Moraes. Entre as restrições, estão a proibição de se ausentar da comarca, de aproximação de embaixadas e de contato com autoridades estrangeiras e demais réus, além da suspensão do uso de redes sociais de forma direta ou indireta.
A decisão foi motivada por indícios de que Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro(PL) teriam buscado apoio de autoridades estrangeiras, especialmente nos Estados Unidos, para pressionar o Supremo Tribunal Federal e interferir nas investigações da Ação Penal 2668.
Ontem, a Primeira Turma do STF referendou as cautelares com quatro votos favoráveis, dos ministros Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, e um contrário, do ministro Luiz Fux, que considerou as medidas desproporcionais.
No documento, a defesa afirma que Bolsonaro não teve intenção de descumprir as determinações, que não foi intimado da nova decisão de Moraes antes da publicação dos vídeos, e que deixará de conceder declarações até que o STF esclareça os termos da proibição.
Também requereu o acolhimento dos embargos de declaração para detalhar o alcance das restrições quanto à concessão de entrevistas e replicação em redes sociais.
*Com informações de IG
Anvisa proíbe cosméticos que fazem referência a Cannabis no rótulo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adotou uma medida contra cosméticos com referência a cannabis no rótulo. Na terça-feira, 22, a agência proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso de quatro cosméticos de uma mesma marca que possuem a expressão ‘hemp’ em seus rótulos.
‘Hemp’ sugere, de acordo com a reguladora, a presença de substância derivada de Cannabis na composição. Contudo, para a Anvisa, o termo pode “confundir os consumidores”.
Os lotes dos seguintes produtos foram afetados:
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Califórnia Drop Sérum Facial Hemp Vegan;
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PsiloGlow Lip Balm Hemp Vegan;
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Magic LSD Máscara Capilar Hemp Vegan;
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Alucina Creme Hidratante Facial Hemp Vegan.
O uso de derivados de Cannabis no Brasil está autorizado somente para medicamentos e produtos liberados pela Anvisa. “Nesses casos, esses produtos seguem o regime de controle especial, conforme a legislação nacional”, reforçou a agência.
Ressalta-se que a empresa Hemp é registrada e aprovada junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). Seus rótulos “representam a identidade institucional da empresa, não se referindo à composição química”, informou a companhia.
“A interpretação da Anvisa de que a simples presença do termo ‘hemp’ indicaria, por si só, a existência de derivados da planta Cannabis sativa na formulação do produto é incorreta, desprovida de base técnica e ignora o direito legal à marca”, escreveu a empresa em nota enviada à imprensa.
*Com informações de Terra
Unipar e Millennium colocam Manaus em movimento com corrida para 2,5 mil atletas

Na semana em que completa 356 anos de fundação, a cidade de Manaus terá uma manhã de energia e vitalidade com a aguardada Corrida Millennium em Movimento. O evento, que tem o apoio da Unipar Construtora, promete transformar a avenida Djalma Batista em um palco de celebração à saúde e ao esporte no dia 26 de outubro deste ano. A expectativa é reunir cerca de 2.500 atletas, entre amadores e profissionais, para uma manhã de confraternização e superação.
Para o superintendente comercial da Unipar, Diego Avelino, a iniciativa vai além do esporte: “Para o Grupo Unipar, apoiar a Corrida Millennium em Movimento é investir na qualidade de vida das pessoas. Nosso objetivo é incentivar um estilo de vida ativo e promover a integração da comunidade por meio do esporte”, destacou.
Com toda a estrutura preparada, a Corrida Millennium em Movimento promete ser um dia inesquecível de superação, alegria e promoção de hábitos saudáveis. “Manaus está convidada a correr, caminhar ou prestigiar. A Corrida Millennium em Movimento é a oportunidade de dar um passo importante rumo a uma vida mais ativa e saudável”, disse Avelino.
A coordenadora de marketing do Millennium Shopping, Elizandra Xavier, adianta que o evento promete contar com uma mega estrutura que inclui áreas de hidratação, banheiros, guarda-volumes, ambulatório, crioterapia, espaço de bem estar e palco com DJs.
“Estamos orgulhosos em sermos o ponto de encontro para milhares de pessoas que buscam saúde e bem-estar, reforçando o papel do Millennium Shopping como um espaço de convivência e qualidade de vida”, comentou Elizandra.
Ingressos disponíveis
Com largada e chegada no Millennium Shopping, que faz parte do Grupo Unipar, a prova terá percursos de 5km e 10km, começando às 6h, com duração máxima de 90 minutos, seguindo as normas da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). As inscrições podem ser feitas no site www.baladaapp.com.br e nos Pontos de Vendas da Oba! Ingressos – que possui uma unidade no Millennium Shopping, entre as avenidas Djalma Batista e Constantino Nery.
A organização disponibiliza duas opções de kits para os corredores. O Kit Movimento Premium, no valor de R$ 120,00, inclui uma camisa oficial da corrida, um copo de 500 ml, uma sacola esportiva, o número de peito com chip e a tão esperada medalha de participação ao cruzar a linha de chegada. Para aqueles que preferem uma opção mais simples, o Kit Movimento Simples, por R$ 90,00, oferece o número de peito com chip e a medalha de conclusão do percurso.
É importante destacar que atletas com idade acima de 60 anos têm direito a 50% de desconto no valor da inscrição, conforme previsto em lei. As formas de pagamento são flexíveis, aceitando Pix e cartão de crédito para inscrições online, e Pix, cartão de débito e crédito nos pontos de venda físicos.
Eugênia Menezes, produtora de eventos responsável pela organização, ressalta o caráter inclusivo da corrida: “A Corrida Millennium em Movimento é para todos. Além de incentivar um estilo de vida mais saudável, é uma ótima oportunidade de confraternizar, descobrir novos limites e aproveitar a energia contagiante de Manaus”, destacou.
A retirada dos kits, um momento aguardado pelos participantes, será realizada nos dias 23 e 24 de outubro, das 9h às 20h30. O local de entrega será o Millennium Shopping, garantindo fácil acesso para todos os inscritos. É fundamental que a retirada seja feita nesses dias, pois não haverá entrega no dia do evento ou após o mesmo.
Mistério de 5 mil anos de Stonehenge pode ter sido desvendado

Um novo estudo da Universidade de Aberystwyth, no Reino Unido, pode ajudar a resolver um dos maiores mistérios arqueológicos da história: como as pedras de Stonehenge foram parar no local onde estão há cerca de 5 mil anos.
Pesquisadores analisaram uma rocha conhecida como “bloco de Newall”, do tamanho de uma bola de futebol, encontrada em 1924 durante escavações no monumento pré-histórico localizado na planície de Salisbury, em Wiltshire , sul da Inglaterra. O estudo, publicado no Journal of Archaeological Science , indica que a pedra foi transportada por comunidades neolíticas, e não por geleiras, como sugerem teorias anteriores.
Ação humana
Os cientistas compararam a composição química do bloco de Newall com rochas da região de Craig Rhos-y-Felin , no norte das montanhas do País de Gales, a mais de 200 km de Stonehenge. A análise revelou semelhanças nos níveis dos elementos químicos tório e zircônio, além de características geológicas comuns, como a presença de foliação e uma camada superficial rica em carbonato de cálcio.
Segundo os autores, se o transporte tivesse ocorrido por ação glacial, haveria fragmentos semelhantes espalhados por toda a região. No entanto, as pedras estão concentradas apenas em Stonehenge, o que reforça a hipótese de movimentação humana.
Estudo derruba a teoria glacial
O estudo também apontou que a pedra conhecida como 32d, anteriormente classificada como dolerito manchado, é na verdade uma riolita foliada, a mesma rocha do bloco de Newall. Isso amplia as evidências de que várias pedras do monumento foram extraídas do País de Gales.
Os autores confrontam diretamente a teoria de que geleiras teriam transportado as pedras. O geólogo Brian John, defensor dessa hipótese, argumenta que o bloco de Newall apresenta marcas de abrasão glacial. Mas a nova pesquisa rebate: “Essa afirmação carece de evidências e apresentá-la como fato, e não como hipótese, é enganoso” .
Movimentação de pedras
A equipe por trás do estudo reforça que os povos neolíticos tinham capacidade técnica para transportar pedras de até 3,5 toneladas, e que isso é comprovado pela própria existência de Stonehenge: “Se eles conseguiram mover pedras por alguns metros, também podiam transportá-las por dezenas ou centenas de quilômetros” .

Britânicos celebram o solstício de inverno em Stonehenge, sul da Inglaterra – Justin Tallis
Apesar das conclusões, a forma exata de como as pedras forma movidas ainda é desconhecida. Os pesquisadores sugerem que técnicas similares às de povos indígenas, com o uso de cordas, trenós de madeira e trilhas, já poderiam ter sido utilizadas por comunidades da época.
*Com informações de IG
Por que o suco de laranja é tão importante para a economia do Brasil e como Trump ameaça esse setor

Com produção em queda nos EUA, o Brasil se tornou o principal fornecedor para o mercado americano — e também para o resto do mundo. Mas a tarifa pode afetar preços, reduzir exportações e ameaçar empregos ligados ao setor.
Juntos, os países da União Europeia foram o principal destino do suco da fruta, representando 51,4% das exportações do produto entre julho de 2024 e junho de 2025, informou a CitrusBR (Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos).
Mas os Estados Unidos sozinhos representam 41,7% deste mercado.
O Estado de São Paulo concentra a produção brasileira: responde por 78% da produção nacional de laranja e concentra mais de 80% da produção de suco da fruta.
O impacto do tarifaço nas exportações do suco de laranja e outros setores industriais fez até o governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), atenuar seu discurso. O Estado representa quase um terço das exportações brasileiras aos EUA.
Tarcísio, em sua primeira reação ao anúncio de Trump em 12 de julho, culpou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que o petista colocou sua “ideologia acima da economia”.
“Tiveram tempo para prestigiar ditaduras, defender a censura e agredir o maior investidor direto no Brasil”, escreveu no X. “A responsabilidade é de quem governa. Narrativas não resolverão o problema.”
Dois dias depois, o governador, que já usou o boné vermelho Make America Great Again (Torne a América Grande Novamente) de Trump, afirmou que a questão da sobretaxa dos produtos brasileiros demanda “união de esforços e sinergia” e pode ser resolvida se a política for deixada de lado.

“A gente precisa estar de mãos dadas agora para resolver, deixar a questão política de lado”, disse em entrevista coletiva no sábado (12/7), após um evento da agenda no município de Cerquilho.
O vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB), deve se reunir com representantes de diversos setores possivelmente afetados — entre eles, produtores de suco de laranja.
Alckmin anunciou que terá reuniões com representantes de ao menos 14 setores da indústria e do agronegócio nesta terça-feira (15/7), como parte do trabalho de um comitê interministerial a ser criado para responder ao tarifaço de Trump.
O Brasil começou a exportar suco de laranja nos anos 1980 e, já na década seguinte, se consolidou como o maior fornecedor mundial do produto. Hoje, o país responde pela maior parte da laranja processada consumida no mundo.
“São Paulo e Flórida são as grandes regiões produtoras de suco de laranja comercial”, explica a professora Margarete Boteon, pesquisadora da área de citros no Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.
“Nos anos 1990, o Brasil tem um aumento de exportação muito grande. A Flórida também cresce a produção, mas muito mais voltada para o mercado doméstico.”
Nas últimas décadas, no entanto, os Estados Unidos passaram a depender das importações do Brasil. O motivo é uma doença bacteriana chamada greening dos citros, também conhecida como Huanglongbing (HLB), com primeiro registro em 2005 e que devastou a produção na Flórida nos anos seguintes.
“É uma doença que não tem cura e que acaba com os pomares de laranja. Ou você arranca e renova, ou eles definham. Também existe no Estado de São Paulo. Só que a Flórida teve uma queda muito grande da produção nos últimos 10 anos por causa dessa doença, e o Brasil conseguiu ser resiliente.”
Com a HLB, a Flórida deixou de ser autossuficiente — mesmo com um mercado interno menor. Já o Brasil não só atende o mercado doméstico como exporta para os Estados Unidos, México e, sobretudo, para a União Europeia — hoje, seu maior cliente.

Nos primeiros quatro meses de 2025, o Brasil representou 68% das importações de suco de laranja dos Estados Unidos.
Tarifa de 10% já é alta; a de 50% pode ser devastadora
Em abril, os EUA impuseram uma tarifa extra de 10% sobre produtos brasileiros, incluindo o suco de laranja. Mas ainda é cedo para medir os efeitos reais da sobretaxa, , diz Boteon.
“Você não tem como avaliar de forma isolada o impacto da tarifa porque, quando ela começou a ser aplicada, o Brasil estava com um déficit muito grande de suco, e os Estados Unidos também estavam com estoques muito baixos. Dificilmente você teria algum efeito ali que conseguiria captar no curto prazo, dado o déficit de oferta.”
Segundo ela, só a partir do segundo semestre, com a reposição dos estoques, será possível observar melhor os impactos sobre preços e custos.
No entanto, se concretizada a partir de 1º de agosto, a tarifa de 50% tende a ter efeitos imediatos.
“O impacto dos 50% seria óbvio e claro. Sempre colocamos incertezas, porque ninguém sabe se vai ser 50% mesmo ou é uma jogada”, diz. “A grande questão é: a que preço?”, diz a professora, que afirma que a sobretaxa, ao encarecer o produto, vai tornar o suco brasileiro menos competitivo.
“Se o americano compra uma tonelada de suco de laranja por US$ 3 mil, ele vai pagar quase US$ 2 mil em tarifas”, calcula, já que a sobretaxa é além da tarifa que o produto brasileiro já paga de US$ 415 por tonelada.
“Fica mais caro nos Estados Unidos, isso causa um efeito inflacionário, cai a demanda, por sua vez, cai a compra aqui. Então é um efeito negativo. Isso não tenha dúvida”, afirma. “O que pode acontecer? A indústria americana ficar ainda menor se não comprar suco, porque pode ficar caro demais. E isso tem um impacto brutal sobre os negócios brasileiros.”
Mas, ao mesmo tempo, os Estados Unidos dependem do suco brasileiro e não têm outra fonte no curto prazo para abastecer seu mercado, analisa a pesquisadora da Esalq/USP.

A depender da reação do mercado, os efeitos podem ser recessivos para o setor exportador brasileiro, diz o professor e pesquisador do FGVAgro, Cícero Lima.
“O suco de laranja já tem uma tarifa efetiva relativamente alta. Mesmo assim, a gente conseguiu espaço no mercado. A produção brasileira vem atendendo essa demanda americana. Agora, com uma tarifa de 50% em cima desses 10% que a gente já tem, realmente as condições ficam bem difíceis.”
Demanda interna não absorve excedente
Mesmo que o Brasil deixe de exportar parte de sua produção, é pouco provável que isso reduza os preços no mercado interno. Já uma compensação das exportações para outros mercados é possível, mas não imediata, afirma Cícero Lima.
“Isso não é uma relação um para um. Pode ser que eu já esteja com a minha demanda de suco de laranja na União Europeia saturada. Então não significa que, a cada litro que os Estados Unidos deixarem de comprar de mim, eu vou conseguir colocar na União Europeia. Se a União Europeia e a China já estiverem com a sua demanda saturada, eu não consigo entrar com esse produto lá.”
E, ao contrário do que se imagina,um excedente não deve baratear o produto para o consumidor brasileiro, argumenta o pesquisador do FGV-Agro.
“Se sou produtor de laranja e não estou conseguindo vender para a exportação, e o meu mercado interno já está atendido, eu não vou vender aqui dentro, porque o preço vai despencar, já que a oferta estaria muito maior do que a demanda”, afirma.
“Então vou deixar minha produção ociosa, de fazer investimentos e de contratar mão de obra. Isso gera um círculo vicioso prejudicial para o Brasil.”
Do lado da demanda, ele afirma que o consumo doméstico tem pouco espaço para crescer. “A substituição do chá, água, refrigerante ou café pelo suco de laranja é muito baixa. Você pode aumentar a renda, o preço pode cair um pouco, mas as famílias não trocam.”
Neste cenário, Lima aponta que o governo brasileiro poderia acelerar negociações com outros mercados.

“O atual governo pode criar canais que facilitem exportação com outros mercados, por exemplo, com a União Europeia, para conseguir colocar o maior volume de suco de laranja lá.”
Mas há limites da atuação, já que qualquer política de proteção às exportações pode ser interpretada como dumping — ou seja, a prática de vender produtos em um mercado estrangeiro a um preço inferior de seu mercado doméstico ou ao seu custo de produção.
“O que o governo pode fazer é promover os nossos produtos em outros mercados. E, para isso, temos ferramentas. Temos a Apex [Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos]. Temos o próprio Ministério de Relações Exteriores. Temos o acordo Mercosul-União Europeia, que já foi assinado e está em processo de regulamentação.”
Outros acordos também poderiam ser retomados. “Temos acordos adormecidos desde 2023, com Canadá, Reino Unido e a Asean [Associação de Nações do Sudeste Asiático]. São negociações que vinham sendo aprofundadas e que ficaram paradas. Podemos fazer o dever de casa e colocar isso tudo em fase de implementação.”
Impacto também é nos EUA
A sobretaxa deve prejudicar principalmente os exportadores brasileiros, mas seu efeito colateral não poupa os Estados Unidos, diz a professora Margarete Boteon.
Ela explica que o suco de laranja comprado do Brasil não chega engarrafado às prateleiras dos supermercados americanos: ele entra como insumo em uma cadeia produtiva que envolve desde o envase em fábricas locais até o emprego em centros de distribuição.
“Não é um celular, um produto pronto. A gente vende um insumo que entra numa indústria americana. Então, se colapsar aqui, colapsa lá também”, alerta. “Esse suco vai para fábricas da Coca-Cola, para grandes engarrafadoras. Gera emprego, paga impostos, movimenta a indústria lá. Não tem substituto no curto prazo.”
Para ela, diferentemente de outras commodities como o café, que podem ser compradas em mais mercados, a laranja tem uma oferta concentrada. “Não existe outro player com capacidade para substituir o Brasil em volume e qualidade no curto prazo.”
*Com informações de Terra
Wilson Lima entrega nova Unidade de Internação no Hospital 28 de Agosto com 83 leitos

O governador Wilson Lima entregou, nesta quarta-feira (23/07), a nova Unidade de Internação do Hospital e Pronto-Socorro (HPS) 28 de Agosto, com 83 novos leitos hospitalares. A nova ala ocupa todo o quinto andar do hospital e integra o projeto de modernização do Complexo Hospitalar Sul (CHS), que também inclui o Instituto da Mulher Dona Lindu (IMDL).
De acordo com o governador, a entrega representa mais um passo na transformação do atendimento hospitalar no Amazonas.
“Nosso objetivo é replicar o padrão de excelência do Hospital 28 de Agosto em toda a rede estadual. Estabelecemos um novo paradigma de atendimento, com leitos que proporcionam maior conforto aos pacientes, incluindo recursos que permitem a comunicação direta com a equipe de enfermagem, otimizando o atendimento”, afirmou Wilson Lima.
Com essa entrega, o Governo do Amazonas amplia a capacidade de internação e eleva o padrão de qualidade do atendimento hospitalar. Os 83 leitos estão distribuídos em 12 enfermarias e três salas de isolamento, com camas hospitalares motorizadas, poltronas para acompanhantes, climatização e equipamentos de última geração.
Participaram da solenidade de entrega os deputados estaduais Dr. Gomes e Mayara Pinheiro; a secretária de Estado da Saúde, Nayara Maksoud; o vereador Allan Campelo; o defensor público Arlindo Gonçalves Júnior; a promotora de Justiça Luissandra Chíxaro de Menezes; o procurador-geral do Estado, Giordano Bruno; o coordenador da UGPE, Marcellus Campêlo; entre outras autoridades.
A unidade passou por uma reforma completa, com a troca das redes elétrica, hidráulica e de gases medicinais, instalação de pisos hospitalares em Korodur, novos forros e iluminação. Também foram revitalizados os postos médicos, sala de medicação, farmácia satélite, copa, rouparia e áreas de conforto.
A obra foi coordenada pela Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb), dentro do pacote de investimentos liderado pelo governador Wilson Lima para transformar a infraestrutura da rede estadual de saúde.
Tecnologia
A nova Unidade de Internação conta com inovações tecnológicas como o painel digital de monitoramento de leitos, que substitui os antigos quadros manuais. O sistema, integrado ao prontuário eletrônico, permite que a equipe médica acompanhe, em tempo real, a situação dos leitos, exames pendentes, tempo de permanência e outros indicadores clínicos.









