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“Que sorte eu tenho”, disse mulher antes de ser morta pelo marido

Mariela publicou foto ao lado do marido, Paulo Roberto, dias antes de ser assassinada - Foto: Reprodução / Redes Sociais

Quatro dias antes de ser assassinada pelo companheiro, Mariela Amado Vieira, de 44 anos, publicou uma foto ao lado dos dois filhos em seu perfil nas redes sociais. Na legenda, escreveu: “Todos os dias quando acordo eu paro e agradeço. Meu Deus, que sorte eu tenho. Muito obrigado.”.

A publicação foi feita no último sábado (19) e mostrava a mulher sorrindo com as crianças. Nesta quarta-feira (23), Mariela foi encontrada morta no estacionamento do prédio onde morava, na Rua Conde de Bonfim, na Tijuca, zona norte do Rio.

Segundo a Polícia Civil, o crime foi cometido pelo próprio marido, o oficial de Justiça Paulo Roberto Mendonça, de 43 anos. Ele teria estrangulado a companheira dentro do carro da família e, em seguida, tirado a própria vida com um tiro. As primeiras informações apontam que o feminicídio aconteceu na frente do prédio e que as crianças, uma delas com diagnóstico de transtorno do espectro autista, estavam no apartamento no momento da tragédia.

Nas redes sociais, o casal costumava compartilhar momentos com os filhos. Embora Paulo tivesse um perfil mais discreto, já havia feito postagens defendendo o jiu-jítsu como forma de defesa pessoal para mulheres.

Vizinhos afirmaram que não era comum ouvir brigas ou discussões entre os dois e se disseram em choque com o crime. Mariela e Paulo estavam juntos havia mais de uma década, segundo conhecidos da família.

A Polícia Militar informou que agentes do 6º BPM (Tijuca) foram acionados para uma ocorrência de encontro de cadáver. Ao chegarem ao local, encontraram Mariela já sem vida dentro do veículo. Paulo ainda tinha sinais vitais e foi levado em estado grave ao Hospital Municipal Souza Aguiar, mas não resistiu.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital. Ainda não há informações sobre o velório e o sepultamento do casal.

*Com informações de IG

Abelhas podem ajudar no combate ao Aedes aegypti

Foto: Dmitry Grigoriev / Unsplash

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Brasília (UnB) e de duas startups de Ribeirão Preto encontraram um composto capaz de matar larvas de Aedes aegypti na própolis da abelha sem ferrão conhecida como mandaçaia (Melipona quadrifasciata). Os resultados foram publicados na revista Rapid Communications in Mass Spectrometry.

O trabalho é fruto de apoios da FAPESP e de um projeto financiado pelo Ministério da Saúde para a busca de agentes larvicidas naturais que combatam o mosquito causador de viroses como dengue, febre amarela, chikungunya e zika. Atualmente, esse combate é feito usando um inseticida químico bastante tóxico ao ambiente.

“As abelhas são conhecidas por recolher materiais na natureza para compor a colônia, que em certos casos podem atuar protegendo contra bactérias e fungos invasores. Fizemos uma série de análises na geoprópolis, que mistura resinas vegetais com partículas de terra ou argila em sua composição [a própolis tradicional é feita apenas com resinas, cera e secreções das abelhas]. Observamos que o diterpeno presente nela era responsável pela atividade larvicida”, explica Norberto Peporine Lopes, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP-USP).

Lopes coordena o projeto “Inventariando o metabolismo secundário através da metabolômica: contribuição para a valoração da biodiversidade brasileira”, apoiado pela FAPESP no âmbito do Programa BIOTA.

Própolis

Em larvas de Aedes aegypti, os pesquisadores compararam a ação da própolis tradicional, produzida pela abelha-europeia (Apis mellifera), com a da geoprópolis da mandaçaia. A primeira teve uma atividade muito baixa, mesmo após 72 horas de exposição. Nos ensaios com a geoprópolis, porém, ocorreu a morte de 90% das larvas em 24 horas e de 100% em 48 horas.

Análises realizadas com ferramentas computacionais apontaram o diterpeno como o mais provável agente larvicida entre os compostos presentes na geoprópolis. Ao estudar os hábitos das abelhas em Bandeirantes, no Paraná, onde a geoprópolis foi coletada, observou-se que as mandaçaias visitam frequentemente plantações de pinus (Pinus elliottii), espécie de árvore do hemisfério Norte cultivada no Brasil para a exploração de madeira e resina.

“Era sabido que a composição química da própolis é influenciada pelas resinas coletadas para a construção e proteção dos ninhos. Assim como pela composição florística do ambiente, do bioma e de fatores sazonais. Nesse caso, ficou claro que a resina do pinus, processada pela saliva das mandaçaias, é que proporciona a ação larvicida”, conta Luís Guilherme Pereira Feitosa, primeiro autor do artigo, realizado com apoio da FAPESP durante doutorado na FCFRP-USP.

Abelha brasileira

As mandaçaias são especialmente interessantes porque são de fácil cultivo, não têm ferrão e são nativas do Brasil. Uma das ideias dos pesquisadores é a valoração de outros produtos produzidos por elas, além do mel.

A abelha Apis mellifera que habita o Brasil, conhecida popularmente como africanizada, é resultado do cruzamento das raças europeias e africana – Foto: Adam Carvalho / Flickr / Flipar

No caso da própolis, a da mandaçaia se diferenciou da de outras abelhas nativas analisadas no estudo, encontradas no mesmo município: a borá (Tetragona clavipes), a mirim (Plebeia droryana) e a jataí (Tetragonisca angustula). A própolis das três espécies, também nativas e sem ferrão, teve baixa atividade larvicida.

Os pesquisadores explicam que o volume de geoprópolis produzido pelas mandaçaias é muito baixo, o que torna inviável seu uso como agente larvicida. No entanto, o fato de o diterpeno estar na resina do pinus é uma boa notícia. A indústria já produz essa resina em larga escala para aplicações como solventes e colas. Portanto, isso permite submetê-la a processos químicos que imitam as transformações realizadas pelas mandaçaias.

“São modificações que podem formar moléculas com maior atividade do que o composto original. E que podem ser induzidas em biorreatores, equipamentos presentes na indústria farmacêutica”, afirma Lopes.

Segundo Feitosa, o estudo utilizou um fluxo de trabalho que combina diferentes técnicas de espectrometria de massas, método que também serve para identificar compostos com os mais variados propósitos. “Atualmente, buscamos moléculas naturais com ação contra tumores”, diz o pesquisador, que agora realiza pós-doutorado na FCFRP-USP.

Descoberta

A professora Laila Salmen Espindola, da UnB, coordenou o projeto do Ministério da Saúde. E proporcionou ainda a descoberta de outro composto larvicida, presente no óleo essencial de uma planta já produzida em larga escala. O ministério mantém os dados da descoberta, que ainda aguarda publicação.

Os pesquisadores, inclusive, produziram um pó e um comprimido à base do óleo essencial que protegem a água por até 24 dias. O pó mata imediatamente as larvas, enquanto o comprimido, de liberação lenta, se dissolve aos poucos e mantém a água livre dos mosquitos.

*Com informações de Agro em Campo

O Orkut vai voltar? Criador diz que sim, mas não diz quando

Página de login da antiga rede social Orkut - Foto: Divulgação / Orkut

O Orkut, rede social que marcou a entrada de milhões de brasileiros na internet nos anos 2000, pode estar prestes a voltar. Ao menos é o que promete seu criador, o engenheiro turco Orkut Büyükkökten, há alguns anos.

Em uma publicação no site oficial da plataforma, ele afirma estar “trabalhando duro para trazer o Orkut de volta”. Mas ainda não há data para o relançamento nem detalhes sobre como será a nova versão da rede. E a publicação é de 2022.

“Estamos construindo algo novo e mágico. Algo que coloca a comunidade em primeiro lugar. Onde você é mais do que um número, um algoritmo ou um alvo de anúncios”, diz o texto assinado pelo fundador.

Entre memes e lembranças saudosas dos scraps, muitos brasileiros torcem para que a rede volte a funcionar. Mas outros apontam que o sucesso do passado não garante relevância no presente.

“Se tiver depoimento e comunidade tipo ‘me adiciona que eu te adiciono’, eu volto”, brincou uma usuária no X (antigo Twitter). “Mas só volto se der para ver quem visitou meu perfil”, disse outro.

O anúncio reacendeu a nostalgia de uma geração que usava o Orkut para interagir em comunidades como “Eu odeio acordar cedo” ou “Tenho preguiça até de ter preguiça”, além de enviar depoimentos e acumular “fãs” no perfil.

Carregando post do Twitter

A possível volta do Orkut também levanta dúvidas sobre o que será feito com os dados e perfis antigos. O Google permitiu por um tempo o download de arquivos dos usuários após o encerramento da plataforma, mas muitos perderam acesso. Büyükkökten não esclareceu se os dados anteriores serão reaproveitados ou se o novo Orkut começará do zero.

O Orkut foi encerrado oficialmente pelo Google em 2014, quando perdeu espaço para o Facebook e outras plataformas. No Brasil, a rede acumulou cerca de 30 milhões de usuários.

Desde então, Büyükkökten já tentou ressuscitar a proposta com outra rede, a Hello Network, que não ganhou tração e foi desativada em abril de 2022 —seis anos após o início de operação. Desde então, o site oficial traz a mesma mensagem do que o site do Orkut: de que a equipe está trabalhando em algo melhor e pedindo aos usuários que deixem seus e-mails para receber novidades.

*Com informações de Folha de São Paulo

Bella Campos desabafa sobre racismo: ‘Falam que continuo com cara de pobre’

Bella Campos é Maria de Fátima em 'Vale Tudo' - Foto: Manoella Mello / Globo

Bella Campos desabafou sobre comentários racistas sobre Maria de Fátima, sua personagem em “Vale Tudo”.

A atriz disse que parte do público diz que Maria de Fátima “continua com cara de pobre”, apesar de ser rica na novela. “Adoram falar que eu continuo com cara de pobre mesmo sendo bilionária”, escreveu a atriz em seu canal de transmissão no Instagram.

“Ser rico pra eles é o quê? Alisar o cabelo? Se comportar como branco?” afirmou Bella Campos.

Ela comemorou, porém, a representatividade da personagem para mulheres negras. “Todos os dias eu recebo mensagem de dezenas de meninas e mulheres pretas se sentindo representadas por Faty, e é isso que importa!”, completou Bella, que costuma compartilhar fotos de mulheres que cortaram o cabelo inspiradas por Maria de Fátima.

*Com informações de Uol

Prefeitura de Manaus realiza primeira ação do projeto ‘Jogo Limpo’ na minivila olímpica do Santo Antônio

Foto: Clóvis Miranda / Semcom

A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel), realizou, nesta sexta-feira, 25/7, a primeira ação do projeto “Jogo Limpo”, na minivila olímpica do Santo Antônio. A iniciativa tem como objetivo promover a conscientização sobre os riscos das drogas e resgatar os espaços públicos como ambientes de inclusão, cidadania e transformação social.

Criado como parte das novas diretrizes da Semjel, o projeto propõe ações integradas nos centros esportivos da capital, envolvendo juventude, esporte, lazer e políticas públicas de proteção social. Nesta primeira edição, o “Jogo Limpo” contou com a participação das secretarias municipais de Saúde (Semsa) e da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc).

A Semsa esteve presente ofertando serviços de vacinação contra hepatite, gripe e HPV, ampliando a cobertura vacinal da comunidade. Já a Semasc ofereceu atendimentos para emissão da segunda via de certidões de nascimento, casamento e óbito, promovendo o acesso à documentação civil básica.

Além dos serviços, a ação envolveu a comunidade em diversas atividades esportivas e culturais, com aulas de boxe, capoeira, vôlei, beach tênis e ritmos, atraindo crianças, jovens e adultos em uma grande mobilização pela vida e pela ocupação saudável dos espaços públicos.

Durante o evento, o secretário da Semjel, Joel Silva, destacou a importância simbólica e prática de iniciar o projeto justamente na minivila olímpica do Santo Antônio

“Estamos trazendo um novo tempo. Hoje vemos a juventude desfrutando da diversidade esportiva que a cidade de Manaus tem a oferecer, justamente aqui, neste espaço. Conseguimos extirpar esse grande mal, que era a dependência química, que assolava essa área. E é por isso que estamos contando com toda a comunidade para fortalecer esse projeto, o ‘Jogo Limpo’, que vai transformar Manaus e abrir novas oportunidades para os nossos jovens”, disse.

A expectativa é de que o projeto percorra os centros esportivos geridos pela Semjel, levando atendimentos, serviços e atividades de conscientização para toda a cidade.

Com o “Jogo Limpo”, a Prefeitura de Manaus reforça seu compromisso com a juventude, o esporte, o lazer e o combate às drogas, promovendo uma gestão integrada, humanizada e próxima das comunidades.

TCE-AM amplia ações do Programa de Preparação para Aposentadoria com oficinas e atividades até dezembro

Foto: Filipe Jazz

O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) intensifica, a partir de agosto, as atividades do Programa de Preparação para Aposentadoria (PPA), batizado de ‘Eterno Aprendiz’. Voltado para servidores próximos da aposentadoria, o programa oferece um cronograma diversificado de oficinas e ações que unem bem-estar, desenvolvimento de novas habilidades e fortalecimento de vínculos entre os colaboradores da Corte.

A conselheira-presidente do TCE-AM, Yara Amazônia Lins, destaca que o programa é parte do compromisso institucional de promover qualidade de vida, entretenimento e satisfação aos servidores, reforçando o cuidado e o respeito dedicados a quem contribui para a história do Tribunal.

De acordo com o calendário divulgado pelo Departamento de Gestão de Pessoas (Degesp), entre agosto e dezembro serão promovidas oficinas de decupagem, pintura em jeans, produção de terços em nós, pintura em louça e fabricação de chocolates.

Uma das novidades do segundo semestre é a retomada do “Cinema com Pipoca”, atividade que leva os participantes para uma sessão de cinema no espaço Casarão de Ideias e, depois, para uma conversa mediada por psicólogo sobre as mensagens do filme. As oficinas serão realizadas em diferentes espaços com apoio logístico para transporte dos servidores.

Conforme a chefe do Departamento de Gestão de Pessoas (Degesp), Jeane Benoliel, as oficinas vêm ganhando novas propostas a cada edição.

“Esse ano a gente tem trazido algumas atividades inovadoras. Além do Cinema com Pipoca, temos oficinas de decupagem de imagens sacras, de pintura, e até de formação de terço, ministradas por colegas servidores que compartilham seus talentos”, explica Jeane.

A proposta do programa, além de preparar os servidores para a aposentadoria, busca estimular o protagonismo, o autoconhecimento e até o empreendedorismo, como destaca a chefe do Degesp.

“Teremos ainda pintura em jeans, voltada para reaproveitamento de roupas e acessórios, estimulando também a formação de renda extra, o empreendedorismo e o entretenimento. Sempre voltada para a missão estabelecida pela conselheira-presidente Yara Amazônia Lins, que é promover qualidade de vida e satisfação para os servidores”, reforça.

Outra novidade do PPA 2025 é a ampliação do público-alvo. As ações não são restritas apenas a quem está em abono de permanência, mas abertas a todos os servidores interessados, de diferentes idades e estágios de carreira. Embora a prioridade continue sendo os que estão próximos da aposentadoria, a abertura para novos públicos busca ampliar o impacto do programa, promovendo saúde mental, criatividade e integração no ambiente de trabalho.

Calendário de atividades

  • Oficina de Decoupage (01/08),

  • Pintura em Jeans (15/08, na Hípica Nissim Pazuello),

  • Oficina de Terço em Nós (12/09),

  • Cinema com Pipoca – Parte 2 (08/10, no Casarão de Ideias),

  • Pintura em Louça (14/11, na Hípica Nissim Pazuello),

  • Oficina de Chocolates (05/12).

Fapeam anuncia novos editais em CT&I com investimentos que ultrapassam R$ 11,5 milhões

Também foi lançado lançado o ‘Perfil da Pós-graduação Stricto Sensu do Estado do Amazonas 2017/2024’ - Foto: Ayrton Lopes / Fapeam

O Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), realizou, nesta sexta-feira (25/07), o evento em celebração ao pesquisador científico e à ciência, no qual anunciou o lançamento do Perfil da Pós-graduação Stricto Sensu do Estado do Amazonas 2017/2024 e de oito novos editais referentes ao segundo semestre de 2025, dos quais seis são inéditos. O investimento total é de R$ 11,5 milhões, com recursos oriundos do tesouro estadual, para apoiar 120 projetos de pesquisa.

A diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales Mendes Silva, ressaltou a importância da integração entre ciência e mercado durante o evento que, pela primeira vez, aconteceu no “coração da indústria”. Ela também enfatizou os avanços no setor, ressaltando os impactos significativos para o desenvolvimento do estado, frutos dos investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), sob a gestão do Governador Wilson Lima.

A solenidade contou com a presença do secretário da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), Serafim Corrêa, representando o Governador do Estado do Amazonas, Wilson Lima, além de empresários, gestores e representantes da Fieam, da Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas (Faea), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amazonas (Fecomércio), da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), de pesquisadores e empreendedores de base tecnológica.

“É a primeira vez que nós fazemos o lançamento no coração da indústria. Temos aqui a Federação do Comércio, a Federação da Agricultura, junto da Academia e dos pesquisadores. Esse diálogo é importantíssimo, e já vem sendo realizado pelo governador Wilson Lima, que tem fortemente investido na área de Ciência, Tecnologia e Inovação”, comentou Márcia Perales.

O secretário da Sedecti, Serafim Corrêa, enfatizou a importância da conexão entre o setor produtivo e a área da CT&I para o desenvolvimento sustentável. E afirmou que, sem esses elementos, o setor produtivo não avança.

“O setor produtivo, sem ciência, sem tecnologia, sem inovação, sem pesquisa, não vai a lugar algum. E que bom que a gente tem conseguido isso no Amazonas: manter essa estreita relação entre indústria, setor produtivo e a ciência, tecnologia e inovação”, revelou.

O presidente do Sistema Fecomércio, Sesc e Senac-AM, Aderson Santos da Frota, elogiou o trabalho realizado pela Fapeam e reforçou o compromisso da instituição em apoiar ações voltadas à inovação.

“A Fapeam faz esse trabalho com muita proficiência, digno de elogio e de aplausos. E, por esse motivo, nós estamos engajados nesse momento de apoiar esse trabalho magnífico da Fapeam”, destacou Anderson Frota.

Foto: Ayrton Lopes / Fapeam

Para o pesquisador Felipe Naveca, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), o apoio da Fapeam é fundamental para a formação e qualificação dos pesquisadores para o cenário científico global.

“A área de pesquisa carece de investimentos, e a Fapeam tem feito um papel fundamental nisso, em prover aos pesquisadores do estado os recursos necessários para o desenvolvimento da pesquisa. Sem esse investimento, a gente não consegue andar, principalmente no mercado tão competitivo como é a pesquisa a nível mundial”, destacou o pesquisador.

Lançamento do Perfil

Um dos destaques do evento foi o lançamento do Perfil da Pós-graduação Stricto Sensu do Estado do Amazonas – 2017/2024, com dados extraídos da Plataforma Sucupira e do Sistema de Integração e Gestão da Fapeam (Sigfapeam).

O documento traz um panorama abrangente e detalhado da evolução da pós-graduação no estado, e reúne dados quantitativos e qualitativos sobre os cursos de mestrado e doutorado. Esse instrumento estratégico é destinado a gestores, pesquisadores e formuladores de políticas públicas, podendo contribuir em decisões que envolvam a promoção da excelência na pós-graduação stricto sensu amazonense.

Com o objetivo de subsidiar políticas públicas, fortalecer os Programas de Pós-Graduação (PPGs) e contribuir com o planejamento estratégico das Instituições de Ensino Superior (IES) do estado, o Perfil é uma ferramenta inédita de análise e tomada de decisão para o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Amazonas.

De 2019 a 2025, o Governo do Amazonas reposicionou a CT&I como área prioritária e estratégica para o desenvolvimento econômico e socioambiental do estado. Durante esse período, mais de R$ 877 milhões foram destinados para o segmento, impactando em mais editais e projetos apoiados na capital e no interior do Amazonas.

Márcia Perales Mendes Silva destaca os principais avanços e marcos no crescimento da pós-graduação stricto sensu no Amazonas, especialmente em relação ao número de cursos de mestrado e doutorado, às avaliações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e à expansão e interiorização do ensino de pós-graduação.

“O documento mostra de uma forma bem clara a consolidação da Fapeam como uma agência impulsionadora e financiadora da formação de recursos humanos em CT&I, mas também de pesquisa e de inovação. O Perfil é fundamental para fortalecer a política e para o Amazonas continuar avançando”, afirmou a diretora-presidente da Fapeam.

O documento, que em breve estará disponível digitalmente, serve como um guia essencial para o aprimoramento das políticas educacionais e o planejamento estratégico na educação superior amazonense. Os dados do Perfil não apenas quantificam o crescimento, mas também apontam para uma melhoria qualitativa nos programas de pós-graduação.

A linha de ação da Fapeam correspondente ao “Fomento Sustentável à Formação de Recursos Humanos” recebeu mais de 40% do orçamento total, somente o investimento exclusivo no Programa Institucional de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu (Posgrad) foi de R$ 208 milhões em bolsas e auxílio-pesquisa.

Editais

Os novos editais lançados são direcionados a projetos de pesquisa nas mais diversas áreas, como bioeconomia, manejo sustentável, desenvolvimento de recursos humanos qualificados, plataforma de dados abertos, sistemas de monitoramento e recursos hídricos. Todos os editais estão alinhados ao Plano Plurianual do Amazonas (PPA 2024-2027) e às metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Entre os editais inéditos, a Fapeam lança os Programas de Incentivo à Pesquisas Científicas Disruptivas (Fronteiras do Conhecimento/Fapeam), de Incentivo à Ciência, Tecnologia e Inovação Aplicada aos Recursos Hídricos e às Mudanças Climáticas Extremas (AQUA CT&I Fapeam), de Apoio à Projetos de Pesquisa e Inovação em Comunicação de Dados (BIGAMAZONAS CT&I/Fapeam), de Incentivo à Inovação e Inclusão na Educação Básica (Educatec-IN/Fapeam), de Incentivo à Extensão Universitária e à Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Inovação (PROPG-EX/Fapeam), e de Apoio à Interiorização em Pesquisa e Inovação Tecnológica no Amazonas (Painter: Ciência, Floresta e Cidadania).

Também foram lançadas as novas edições dos Programas de Apoio à Participação em Eventos Científicos, Tecnológicos, de Inovação e Artísticos (PAPEA CT&I/Fapeam) e de Apoio a Pós-Doutores (Prodoc/Fapeam).

O evento aconteceu no Auditório Gilberto Mendes de Azevedo na sede da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), localizada no Centro, Zona Sul da capital. O evento também celebrou o Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico, comemorado em 8 de julho.

Investimentos em CT&I

Desde 2019, o Governo do Amazonas investiu mais de R$ 877 milhões em ações voltadas para o fortalecimento da CT&I nos 62 municípios do estado. Esses investimentos impactaram diretamente 25.762 projetos submetidos em 170 chamadas públicas lançadas, com 80 editais inéditos.

No âmbito do fomento à formação de recursos humanos, de 2019 a 2025, foram mais de 15 mil bolsas de iniciação científica e tecnológica Júnior, mais de 9 mil bolsas de iniciação científica e mais de 6 mil bolsas nas modalidades de mestrado e doutorado. Atualmente, 94 cursos de pós-graduação Stricto Sensu recebem apoio da Fapeam no Amazonas.

Desde o ano de 2020, o Governo do Amazonas, por meio da Fapeam, vem realizando diversas ações de incentivo a uma maior participação de mulheres e meninas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) e em carreiras científicas.

De 2021 a 2025, foram investidos R$ 25.692.942,25 em editais exclusivos para cientistas mulheres do Amazonas para fomentar pesquisas desenvolvidas na capital e no interior do estado.

Nos últimos anos, o número de pesquisadoras no cadastro ativo da Fapeam tem crescido de forma significativa. As mulheres representam 60% das mestrandas. No doutorado, começam a liderar, ocupando 53% das vagas. No total, ao longo de seis anos, 12.126 projetos foram coordenados por mulheres.

Novos editais

Os novos editais podem ser acessados em: https://www.fapeam.am.gov.br/editais/?aba=editais-abertos

Lei sobre uso de contêineres é sancionada após aprovação na Câmara Municipal de Manaus

De autoria do vereador Jander Lobato, a Lei Complementar coíbe o uso irregular de contêineres em vias públicas e reforça a segurança urbana - Fotos: Cleuton Silva e Eder França / Dicom

Foi sancionada e publicada no Diário Oficial do Município a Lei Complementar nº 26, de 23 de julho de 2025, que estabelece novas regras para o uso de contêineres em Manaus. A proposta é de autoria do vereador Jander Lobato (PSD) e foi aprovada pela Câmara Municipal de Manaus (CMM) no último dia 30 de junho, no plenário da Casa, com o objetivo de garantir mais segurança viária, ordenamento urbano e proteção ao espaço público.

Com a sanção, a legislação passa a vigorar imediatamente, alterando o Código de Posturas do Município (Lei Complementar nº 5, de 16 de janeiro de 2014), por meio da inclusão dos artigos 54-A e 54-B.

A nova norma proíbe o abandono ou estacionamento de contêineres em vias públicas, praças ou passeios, sem autorização do poder público, e determina que os equipamentos só poderão ser transportados se estiverem devidamente travados com mecanismos de segurança adequados, como a trava tipo lock.

A iniciativa surgiu a partir de diversas reclamações recebidas pelo parlamentar nas redes sociais, denunciando transtornos causados por contêineres deixados irregularmente nas ruas e os riscos do transporte de cargas mal acondicionadas.

“Essa medida traz mais ordem, segurança no trânsito e respeito ao espaço público. Seguimos trabalhando por uma Manaus mais organizada, segura e preparada para o futuro”, afirmou o vereador Jander Lobato por meio de rede social.

A Lei Complementar também prevê sanções para quem descumprir as determinações. Empresas e transportadoras podem ser responsabilizadas caso trafeguem com contêineres destravados ou em condições inadequadas.

Lançamento do 27º Festival de Cirandas de Manacapuru acontece terça-feira (29), no Teatro Amazonas

A ação é realizada em parceria com o site BNC Amazonas, idealizador do projeto #Cirandas - Foto: Euzivaldo Queiroz

O Teatro Amazonas será palco do espetáculo de lançamento do 27º Festival de Cirandas de Manacapuru, em evento que acontece terça-feira (29), a partir das 19h. Este é o segundo ano consecutivo que o lançamento do festival ocorrerá no Teatro Amazonas, com o objetivo de ampliar ainda mais a visibilidade da manifestação folclórica que movimenta a “Princesinha do Solimões”. O festival, este ano, acontece do dia 29 a 31 de agosto, no Parque do Ingá, o “Cirandódromo” de Manacapuru.

O lançamento do festival em Manaus é uma ação promovida pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SEC), em parceria com o portal BNC Amazonas, que desde 2019 realiza o projeto #Cirandas. O BNC foi responsável por trazer o festival para Manaus pela primeira vez, naquele ano, como forma de valorizar e divulgar a cultura tradicional da ciranda para além dos limites do município.

No palco do Teatro Amazonas, o público poderá conferir apresentações das três agremiações que disputam o título de campeã da Ciranda em Manacapuru: Guerreiros Mura, Flor Matizada e Tradicional.

De acordo com o jornalista Neuton Corrêa, idealizador do #Cirandas, em 2019, quando o projeto nasceu, a programação era transmitida ao vivo pelas redes sociais do BNC Amazonas e a proposta era de ampliar o acesso do público à cultura do interior do Estado. “O objetivo é colocar a Ciranda de Manacapuru em evidência, mostrar para Manaus o valor dessa manifestação cultural, que reúne milhares de pessoas todos os anos e movimenta a economia criativa do município”, destaca o jornalista.

Em 2024, o projeto alcançou novo patamar ao realizar, pela primeira vez, um espetáculo de lançamento no Teatro Amazonas, nos mesmos moldes das aberturas promovidas pelos bois de Parintins, Caprichoso e Garantido.

O impacto para o clima da exploração de petróleo na Foz do Amazonas

Parque Nacional do Cabo Orange, no norte do Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa - Foto: Victor Moriyama / Greeenpeace

Petroleiras avançam na exploração do combustível fóssil na costa da Amazônia. Região pode emitir mais que o dobro dos gases de efeito estufa que o Brasil libera anualmente na atmosfera. Até 17 de junho desse ano, apenas a Petrobras tinha concessões e buscava uma licença para explorar petróleo na bacia marítima Foz do Amazonas. Com o leilão realizado naquele dia, as americanas Exxon Mobil e Chevron e a chinesa CNPC também arremataram blocos na região, confirmando a costa da Amazôniacomo uma área de expansão petroleira.

O movimento das petroleiras em direção à Foz do Amazonas ocorre em um cenário em que o desafio é diminuir as emissões dos gases de efeito estufa (GEE), responsáveis pelas mudanças climáticas. O impacto no clima da queima do combustível fóssil na bacia, localizada na costa do Amapá e Pará, ainda é incerto. Mas especialistas, ambientalistas e procuradores mostram preocupação com seus efeitos.

Um cálculo do Instituto ClimaInfo mostrou que 4,7 bilhões de toneladas de gás carbônico (CO₂) poderiam ser lançados na atmosfera, mais de duas vezes o que o país emitiu em 2023. A comparação foi feita com os últimos dados disponíveis no Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases do Efeito Estufa (SEEG) do Observatório do Clima.

Se for considerada toda a Margem Equatorial, a região marítima entre a costa do Rio Grande do Norte e Amapá, onde está localizada a Foz do Amazonas, seriam lançados 13,5 bilhões de toneladas de CO₂ na atmosfera. É mais do que o país emitiu nos últimos cinco anos, incluindo o desmatamento, o principal gerador das emissões brasileiras, a agropecuária e o setor de energia.

A análise foi feita a partir de estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). “Se tiver aquele petróleo todo, se tirar aquele petróleo todo e se ele for transformado em gasolina, diesel e GLP [Gás Liquefeito de Petróleo] e queimado, é muita coisa que será emitida”, explicou Shigueo Watanabe Jr., físico especializado em mudanças climáticas e pesquisador do Instituto ClimaInfo.

Riscos socioambientais e climáticos

Há diversos riscos na exploração de petróleo na Foz do Amazonas, alertou Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima. “É uma bacia pouco estudada ecologicamente, próxima do grande sistema recifal amazônico. É uma área com correntes fortíssimas, o que aumenta a chance de acidentes, tanto na perfuração quanto na produção.”

Um possível derramamento de óleo poderia afetar a fauna e a flora da região. Além disso, há muitas populações tradicionais que podem ser impactadas durante o processo de exploração, como indígenas, quilombolas e pescadores. Mesmo assim, a Petrobras está perto de obter a licença para perfurar o bloco 59, a cerca de 170 quilômetros da costa do Amapá.

Em maio, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deu sinal verde para a Petrobras realizar a Avaliação Pré-Operacional (APO), última etapa antes de obter a licença. A petroleira precisa demonstrar na prática, em uma espécie de simulado, que seus planos de redução de riscos funcionam.

Foto: Embratur / Agência Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) do Amapá entrou com uma ação na Justiça para anular a APO. Um dos argumentos dos procuradores é que o Ibama desconsiderou a análise de 29 analistas ambientais do próprio instituto, que recomendou o indeferimento da licença. “O problema é o viés político superar a ciência no que se refere às garantias ao meio ambiente que essa exploração deve possuir”, escreveram os procuradores.

Após esse episódio, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou um leilão para ofertar áreas para exploração. Na Margem Equatorial, havia 47 blocos disponíveis na Foz do Amazonas e 17 na Potiguar. Foram arrematados 19 na primeira, e nenhum na segunda.

Até então, a Petrobras tinha nove blocos na Foz do Amazonas, incluindo o 59. Com o leilão, o número passou para 28, e a região passou a contar também com empresas americanas e chinesa. “A principal derrota, para quem olha a proteção ambiental e a questão climática, é a consolidação da bacia sedimentar da Foz do Amazonas como uma área de expansão petroleira”, destacou Araújo, do Observatório do Clima.

Falta de estudo climático

O MPF do Pará entrou com uma ação na Justiça Federal para suspender o leilão ou, ao menos, retirar da disputa todos os blocos oferecidos na Foz do Amazonas. Como o certame foi realizado antes da análise judicial, os procuradores reforçaram o pedido, solicitando que o resultado não seja homologado.

Um dos principais pedidos do MPF é que, antes da concessão, seja realizado um Estudo de Impacto Climático para diagnosticar os efeitos das emissões de gases de efeito estufa. De acordo com a ação, a oferta de blocos realizada pela União e a ANP sem o estudo “configura flagrante violação do ordenamento jurídico brasileiro e dos imperativos científicos impostos pela crise climática global”.

“Diante desse quadro crítico, a decisão de expandir a fronteira de exploração de petróleo no Brasil representa um grave contrassenso, pois sinaliza em uma direção oposta aos esforços globais de descarbonização e coloca em xeque a credibilidade do Brasil como ator relevante na agenda climática internacional, perpetuando a dependência de um modelo energético insustentável”, escreveram os procuradores.

A DW solicitou à ANP um posicionamento sobre a ação e perguntou se a autarquia tem alguma previsão dos impactos climáticos da exploração de petróleo na região, mas não obteve retorno até a publicação. O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima também não respondeu aos questionamentos da reportagem.

O destino do petróleo

Ao norte da Foz do Amazonas foram encontradas grandes áreas de petróleo, principalmente na Guiana. Por ser uma área geológica similar, acredita-se que a região brasileira tenha importantes reservas. Mas a previsão só será confirmada ao perfurar os poços, explicou Watanabe Jr.

Na opinião do físico, vai levar cerca de dez anos para o petróleo ser retirado do fundo do mar. Caso o combustível seja encontrado, será preciso analisar a viabilidade econômica de produzi-lo, conseguir as licenças ambientais e construir a infraestrutura para transportá-lo.

Manifestação usou um globo sujo de petróleo e derretendo pelas mudanças climáticas – Foto: Daleth Oliveira / Divulgação

Além da viabilidade técnica e econômica, outra questão é se o petróleo deve ser explorado. A Agência Internacional de Energia (IEA) projeta a queda da demanda dos combustíveis fósseis após 2030. Além disso, há todos os esforços para frear o aquecimento global, como a realização da 30° edição da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que será em Belém (PA), em novembro deste ano.

Na opinião de Araújo, a opção do Brasil por expandir a produção de petróleo vai contra a descarbonização e enfraquece seu papel de liderança climática. “O petróleo não vai sumir da nossa economia tão cedo, mas assumir que ele é a solução dos nossos problemas é olhar para o passado e desconsiderar a gravidade da crise climática. De certa forma, isso tem um negacionismo, não sobre as alterações climáticas, mas sobre a relevância da crise.”

*Com informações de Terra

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