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Quer ser efetivado no estágio? Empresas dizem que aprender e ter atitude importa mais do que saber tudo

Pesquisa mostra que vontade de aprender, postura e comprometimento são os principais fatores para crescer na carreira - Foto: Assessoria

Para quem estagia ou está em busca de uma primeira oportunidade de trabalho, uma boa notícia: as empresas valorizam mais a vontade de aprender do que o domínio avançado de ferramentas técnicas. É o que revela uma pesquisa nacional realizada com profissionais de RH de empresas de todo o país, encomendada pelo Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE e realizada pelo Instituto Locomotiva entre julho e outubro do ano passado.

De acordo com o estudo, 84% das empresas afirmam que a abertura ao aprendizado contínuo pesa mais do que a excelência técnica na hora de efetivar um estagiário. Ou seja, ninguém espera que o estagiário saiba tudo, mas espera-se interesse, evolução e atitude profissional.

Entre os principais fatores que levam à efetivação estão:

  • Postura profissional (pontualidade, responsabilidade e ética);

  • Comprometimento com resultados;

  • Proatividade e vontade de crescer.

A pesquisa também mostra que mais da metade das empresas efetiva acima de 50% dos seus estagiários, reforçando que o estágio é visto como porta de entrada para o mercado de trabalho.

Quando o assunto é atratividade das vagas, os próprios empregadores reconhecem que os jovens buscam principalmente:

  • Oportunidade de crescimento;

  • Possibilidade de efetivação;

  • Bolsa-auxílio compatível com os custos do dia a dia.

Outro ponto importante trazido pelo levantamento: embora a maioria dos estágios ainda seja presencial, 55% das empresas reconhecem que os estudantes preferem formatos mais flexíveis, o que indica um mercado de trabalho em transição.

As empresas também destacam a importância de parcerias com instituições como o CIEE, agentes integradores que ajudam não só na contratação, mas também no acompanhamento, desenvolvimento e orientação dos estagiários ao longo do programa.

Para Rodrigo Dib, superintendente Institucional do CIEE, mais do que um currículo cheio de cursos, o que realmente faz a diferença é a atitude. “Para os contratantes, é essencial que o estagiário demonstre interesse em aprender e comprometimento com as responsabilidades atribuídas a ele, mostrando que quer evoluir. Ter isso em mente pode fazer com que o caminho entre o estágio e a efetivação se realize.”

Thiago Abrahim propõe medidas de proteção para mulheres motoristas de aplicativo no Amazonas

Foto: Natália Sá

O deputado estadual Thiago Abrahim (União Brasil) apresentou, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o Projeto de Lei nº 60/2026 que estabelece medidas administrativas preventivas voltadas à proteção de mulheres que atuam como motoristas de transporte por aplicativo no estado. A proposta busca ampliar a segurança dessas profissionais diante de situações de risco durante o exercício da atividade.

De acordo com o parlamentar, o crescimento do número de mulheres que utilizam plataformas digitais para trabalhar reforça a necessidade de políticas públicas que acompanhem essa realidade. “Cada vez mais mulheres estão encontrando no transporte por aplicativo uma forma de garantir renda, autonomia e independência. Nosso papel no Parlamento é acompanhar essa realidade e propor medidas que assegurem que elas possam trabalhar com mais segurança”, destacou Thiago Abrahim.

A proposta prevê a adoção de mecanismos preventivos para identificar e registrar situações que indiquem risco relevante às motoristas, com base em ocorrências formalmente registradas em sistemas oficiais. A iniciativa busca contribuir para a redução de episódios de violência, assédio ou outras situações que possam colocar essas profissionais em vulnerabilidade.

“O projeto busca criar mecanismos preventivos que ajudem a reduzir situações de risco enfrentadas por mulheres motoristas de aplicativo. Segurança é um direito fundamental e precisa estar presente também no ambiente de trabalho”, ressaltou o deputado.

Thiago Abrahim também enfatizou que muitas dessas profissionais atuam em horários variados e, muitas vezes, sozinhas, o que aumenta a exposição a possíveis situações de perigo.

“Não podemos ignorar os desafios que muitas mulheres enfrentam ao trabalhar sozinhas, principalmente em horários noturnos ou em locais mais isolados. Precisamos construir políticas que ofereçam mais proteção e tranquilidade para essas profissionais”, afirmou.

O parlamentar reforçou que a proposta busca equilibrar segurança e respeito aos direitos individuais, observando princípios como a dignidade da pessoa humana, o devido processo legal e a presunção de inocência.

“Essa proposta é um passo importante para fortalecer a proteção das mulheres que atuam no transporte por aplicativo, garantindo que elas possam exercer sua atividade com dignidade, respeito e segurança”, concluiu.

Governo anuncia decreto Cão Orelha, que eleva multas para maus-tratos a animais

Orelha foi encontrado gravemente machucado e foi submetido à eutanásia - Foto: Reprodução / Redes Sociais

O governo federal publicou na última sexta-feira, 13, no Diário Oficial da União (DOU) o “Decreto Cão Orelha”, que endurece as punições administrativas por maus-tratos a animais. O nome do ato é uma homenagem ao cão comunitário que morreu em Florianópolis (SC) em janeiro deste ano. A suspeita é de que o animal tenha sido agredido até a morte por um grupo de adolescentes.

Assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, o decreto eleva a multa por indivíduo para uma faixa de R$ 1,5 mil a R$ 50 mil. Anteriormente, os valores variavam de R$ 300 a R$ 3 mil.

A nova norma também amplia os critérios para a definição das multas e cria agravantes específicos, como a morte do animal, o abandono ou a obtenção de vantagem econômica com a infração. Além disso, permite que a penalidade seja elevada em até 20 vezes o valor máximo em situações excepcionais, como quando o crime é divulgado em plataformas digitais ou envolve espécies ameaçadas de extinção.

O endurecimento da legislação ocorre em um momento de alta nos crimes do tipo. Um levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontou um aumento significativo no número de ações na Justiça envolvendo maus-tratos a animais, com base na Lei dos Crimes Ambientais. Foram 4.919 processos judicializados em 2025, contra 4.057 em 2024, um crescimento de aproximadamente 21%. Na comparação do ano passado com 2020, o aumento chega a quase 1.900%.

A nova regulamentação já está em vigor.

Caso Orelha

Orelha morreu em 4 de janeiro, na Praia Brava, em Florianópolis. O cãozinho era um animal comunitário, cuidado pelas pessoas que moram e circulam na região.

A suspeita é de que Orelha tenha sido agredido até a morte por um grupo de adolescentes. O caso gerou comoção nacional. Contudo, os exames periciais não permitem confirmar as causas da morte do animal.

*Com informações de Uol

Diogo Nogueira explica fim de namoro com Paolla: ‘Não estava legal’

Diogo Nogueira continua amigo de Paolla Oliveira após o fim do namoro - Foto: Reprodução / Instagram

Diogo Nogueira, 44, revelou por que seu namoro com Paolla Oliveira, 43, chegou ao fim.

Segundo o cantor, decisão foi tomada de comum acordo, por conta do desgaste natural que o relacionamento sofreu. “Chegamos a um ponto em que não estava dando [para continuar]. Não estava legal, nem pra mim nem pra ela. Então, tomamos a decisão de nos separar. De continuar uma amizade linda, nos respeitando”, detalhou ele, em entrevista à CNN Brasil.

Apesar da separação, Diogo continua tendo uma ótima relação com a atriz e os familiares dela. “Ela é minha amiga. Eu amo a família dela, amo os irmãos dela. São meus amigos. A gente se fala [com frequência].”

Ele defende que seu amor por Paolla não acabou, apenas mudou de forma. “O amor não acaba. O amor é infinito. Ele só se transforma. Ele só se modifica.”

*Com informações de Uol

Ditadura na Amazônia: Comissão aprova pensão de R$ 3 mil para colonos

Relatora, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) - Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

Em uma decisão histórica esta semana, a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que concede uma pensão especial vitalícia a trabalhadores rurais que foram levados pelo governo federal para projetos de colonização na Amazônia durante o período da ditadura militar.

O benefício, no valor de R$ 3.018 (equivalentes a dois salários mínimos atuais), visa reparar os danos causados às famílias que migraram para a região entre 1971 e 1974 e foram assentadas pelo Incra ao longo das rodovias BR-163 (Cuiabá-Santarém) e BR-230 (Transamazônica).

A proposta aprovada é um substitutivo da relatora, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG), que manteve alterações feitas anteriormente pela Comissão de Agricultura. O texto original é de autoria do deputado Airton Faleiro (PT-PA).

Quem tem direito e como comprovar?

A pensão não será automática. Para receber o valor, o trabalhador rural precisará apresentar prova material da época, como documentos fornecidos pelo Incra ou órgãos oficiais. Apenas a prova testemunhal não será aceita, uma medida inserida para evitar fraudes e equiparar o processo às regras previdenciárias rurais.

Além disso, a relatora incluiu critérios socioeconômicos rigorosos: o beneficiário deve ter renda familiar per capita igual ou inferior a 1/4 do salário mínimo, garantindo que a indenização chegue às famílias em situação de maior vulnerabilidade.

Reparação histórica e o paralelo com os “soldados da borracha”

Em seu parecer, Célia Xakriabá comparou a situação desses colonos à dos “soldados da borracha”; migrantes enviados à Amazônia na primeira metade do século XX que viveram em condições análogas à escravidão.

“A realidade dos projetos de colonização, em vez de prosperidade, era de luta pela subsistência. A fome era uma ameaça real e constante. O governo prometeu infraestrutura e apoio, mas milhares de famílias foram deixadas em condições precárias e ao abandono”, justificou a deputada no parecer.

Regras do benefício: transferência e acúmulo

O texto aprovado define regras claras para a concessão da pensão especial:

  • Valor: R$ 3.018,00, reajustado anualmente conforme o salário mínimo.

  • Transmissão: em caso de falecimento do titular, a pensão poderá ser transferida aos dependentes, desde que estes também comprovem baixa renda.

  • Acúmulo de benefícios: a pensão não poderá ser acumulada com aposentadorias do INSS ou regimes próprios. Também fica vedado o acúmulo com outras indenizações pagas pela União ou pelo Incra pelos mesmos fatos. No entanto, a lei garante ao beneficiário o direito de optar pelo valor mais vantajoso.

Próximos passos no Congresso

O projeto tramita em caráter conclusivo. Isso significa que, após passar pela Comissão de Direitos Humanos, ele ainda precisa ser analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Foto: Divulgação / Agência BNDES

Se aprovado nessas instâncias, seguirá diretamente para o Senado. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada tanto pela Câmara quanto pelo Senado, sem a necessidade de passar pelo plenário principal, a menos que haja recurso.

*Com informações de Agro em Campo

Castramóvel da Sepet realiza agendamentos para castração no Shopping Ponta Negra

As cirurgias estão programadas para ocorrer entre os dias 17 e 20 de março - Foto: Divulgação / Secretaria de Estado de​ Proteção Animal

O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Proteção Animal (Sepet), realiza uma nova ação de castração gratuita de cães e gatos em Manaus, com atendimento por meio do projeto Castramóvel, na Ponta Negra, zona oeste da capital.

O agendamento será realizado de forma presencial na próxima segunda-feira (16/03), das 10h às 14h, no piso L2 do Shopping Ponta Negra, em frente à loja Arezzo, localizado na avenida Coronel Teixeira, nº 5705, bairro Ponta Negra. Para efetuar o cadastro, os tutores devem apresentar RG, CPF, comprovante de residência, foto do animal e e-mail válido.

Segundo a secretária de Estado de Proteção Animal, médica veterinária Joana Darc, a castração é uma das principais ferramentas para garantir saúde e qualidade de vida aos animais, além de contribuir para a redução do abandono.

“A castração é um ato de responsabilidade e cuidado. Além de ajudar a controlar a população de cães e gatos, o procedimento também previne doenças e melhora a qualidade de vida dos animais. Por isso, a Sepet tem ampliado cada vez mais essas ações para garantir que mais tutores tenham acesso a esse serviço”, destacou.

As cirurgias estão programadas para ocorrer entre os dias 17 e 20 de março, no estacionamento G1 (área externa) do Shopping Ponta Negra.

Orientação sobre a castração

A Sepet orienta que os animais estejam saudáveis no dia da cirurgia e que não tenham recebido vacinas, vermífugos ou medicamentos nos últimos 21 dias. No caso das fêmeas, elas não podem estar no cio, gestantes ou amamentando.

A secretaria também informa que as gatas podem ser castradas a partir de quatro meses de idade, enquanto gatos machos, cães e cadelas devem ter no mínimo seis meses. A idade máxima para a realização do procedimento é de até 8 anos para todos os animais.

A Sepet reforça ainda a importância de que os tutores não faltem no dia da castração, já que a ausência pode impedir que outro animal em situação de necessidade seja atendido.

Amazonas é o 2º estado do Norte em emergências cardíacas e atendimento imediato é decisivo

Com 5.899 atendimentos de urgência em 2023, estado é o segundo do Norte em registros; cardiologista do Hospital Santa Júlia alerta que cada minuto é essencial para preservar o músculo cardíaco - Foto: Divulgação

O Amazonas é o segundo estado da região Norte com maior número de atendimentos de urgência por doenças cardíacas, segundo dados da Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede). Em 2023, o estado teve 5.899 registros dessa natureza, ficando atrás somente do Pará, que registrou 10.908 casos. A região contabilizou 27.460 casos de urgência cardiovascular no total.

Os números reforçam a importância do atendimento cardiológico imediato. Em uma emergência cardíaca, cada minuto conta. No caso do infarto, o tempo entre o início dos sintomas e o atendimento médico pode determinar não apenas a sobrevivência do paciente, mas também o nível de comprometimento do coração a longo prazo.

O médico cardiologista do Hospital Santa Júlia, Antônio Neto, explica que o coração é uma musculatura potente, responsável por bombear sangue, oxigênio e nutrientes para o corpo. Esse funcionamento, segundo ele, depende diretamente das artérias coronárias, que irrigam o músculo cardíaco.

“O infarto ocorre majoritariamente por obstrução parcial ou total dessas artérias. Qualquer desequilíbrio entre a oferta de ‘combustível’, que vem das coronárias, e a demanda do músculo cardíaco causa lesão na musculatura do coração. A porção de músculo que se perde nesses casos é permanente”, explica o cardiologista.

Segundo o especialista, em casos de obstrução parcial, o paciente pode apresentar dor no peito ou sintomas mais sutis, muitas vezes ignorados. Já quando há oclusão total da artéria, a musculatura do coração começa a morrer, e é nesse contexto que ele destaca um jargão amplamente utilizado na cardiologia: tempo é músculo. Quanto maior a demora para diagnosticar e desobstruir a artéria, menor a chance de preservar o funcionamento do coração.

“Essa morte celular começa na camada mais interna e evolui até comprometer toda a parede do coração naquela região. Em alguns casos, a perda é pequena; em outros, grande parte da função cardíaca é afetada. Há situações incompatíveis com a vida se não houver intervenção rápida”, afirma.

Em nível nacional, os registros de atendimento de emergência por doenças cardíacas também são expressivos. Segundo a Abramede, a cada minuto uma pessoa dá entrada em um pronto-socorro por crise aguda relacionada a doenças do coração. Em 2023, foram 641.980 internações por causas como insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio.

Segundo o levantamento, 67% dos casos ocorreram entre pacientes com 60 anos ou mais. Apesar de mais comuns na terceira idade, as doenças cardiovasculares também atingem adultos jovens, muitas vezes expostos a fatores de risco como sedentarismo, má alimentação, estresse e tabagismo.

Foto: Divulgação

Cardiologista 24 horas

De acordo com Antônio Neto, a presença imediata de um cardiologista nessas horas pode fazer diferença decisiva, especialmente porque muitos casos começam com sinais discretos. No Hospital Santa Júlia, em Manaus, os pacientes contam com serviços cardiológicos 24 horas (UTI e Hemodinâmica), e 12 horas no Pronto Atendimento, o que permite avaliação imediata, estratificação de risco e definição rápida da conduta.

“A síndrome coronariana aguda pode se manifestar de forma tênue e passar despercebida. Mais da metade dos infartos com oclusão total pode ser subdiagnosticada inicialmente. Por isso, o acompanhamento especializado desde a admissão é fundamental”, destaca Neto.

Diagnóstico e tratamento sem cirurgia aberta

No setor de Hemodinâmica do Hospital Santa Júlia, o paciente pode receber diagnóstico e tratamento sem cirurgia aberta. É nesse espaço que são realizados procedimentos minimamente invasivos para diagnosticar e tratar obstruções nas artérias do coração.

Segundo o cardiologista, o principal exame é o cateterismo cardíaco, considerado padrão-ouro na investigação da síndrome coronariana aguda. Ele explica que o procedimento é feito por meio de uma punção na artéria do braço ou da perna, por onde um cateter é conduzido até o coração com auxílio de imagens em tempo real.

“Em casos de oclusão total, conseguimos desobstruir a coronária imediatamente, preservando a vida. Já testemunhei pacientes que chegaram em parada cardiorrespiratória, passaram por intervenção e hoje estão vivos”, conta o cardiologista.

Por ser minimamente invasivo, o procedimento não exige grandes cortes e tende a proporcionar recuperação mais rápida, sempre com acompanhamento especializado. Após a intervenção, o paciente segue para monitoramento rigoroso, já que a fase pós-infarto é considerada crítica e pode apresentar complicações que exigem vigilância intensiva.

“O sucesso da recuperação passa por um manejo eficaz nesse momento mais delicado. Quanto mais capacitada for a equipe, maiores as chances de recuperação completa”, conclui Antônio Neto, ao destacar que o Hospital Santa Júlia conta com unidade coronariana estruturada para atender casos de diferentes níveis de complexidade.

Paciente tenta fugir por dutos de ventilação e cai do teto de hospital no RJ; veja vídeo

Homem cai de teto após tentar fugir de hospital em Duque de Caxias - Foto: Reprodução / X

Um paciente caiu do teto do Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, ao tentar fugir por dutos de ventilação da unidade.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento da queda. A estrutura de gesso da enfermaria do hospital começa a ceder em alguns pontos. De repente, o homem cai do teto, a poucos centímetros de uma cama.

A Secretaria Municipal de Saúde e direção do Hospital Municipalizado Adao Pereira Nunes (HMAPN), informou que o paciente é usuário de drogas e teve um episódio de surto. Segundo a nota, ele não se machucou durante a queda, nem feriu outros pacientes.

Depois de cair, ele foi controlado e conduzido novamente ao setor onde estava antes da fuga. O paciente segue internado em bom estado geral, estável e com acompanhamento conjunto da equipe multidisciplinar. “O HMAPN reforça seu compromisso e o cuidado com a integridade física e psicológica de seus pacientes”, finaliza a nota.

*Com informações de Terra

Comissão de Saúde da CMM analisa relatório de gestão da saúde referente ao 3º quadrimestre de 2025

Documento apresentado pela Semsa detalha investimentos superiores a R$ 1,3 bilhão, avanços na rede de atendimento e metas alcançadas nos serviços oferecidos à população  - Foto: Eder França / Dicom

A 6ª Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Manaus (CMM) realizou, nesta quinta-feira (12 de março), uma Audiência Pública para analisar o relatório de gestão da saúde referente ao terceiro quadrimestre de 2025. Durante a reunião, representantes da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) apresentaram dados sobre investimentos, atendimentos realizados e os principais resultados alcançados pela rede pública municipal ao longo do período.

O relatório de prestação de contas é um instrumento utilizado para demonstrar à população como estão sendo aplicados os recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) no município. Além de apresentar informações sobre os investimentos realizados, o documento também permite acompanhar a execução da Programação Anual de Saúde (PAS), que reúne metas, ações e serviços planejados para a rede pública ao longo do ano.

A apresentação do relatório é uma exigência prevista na Lei Complementar nº 141/2012, que estabelece regras de transparência na aplicação dos recursos da saúde pública. De acordo com a legislação, o gestor do SUS deve apresentar o relatório detalhado do quadrimestre anterior em audiência pública na Casa Legislativa do respectivo ente federativo, como ocorre na CMM, até o final dos meses de fevereiro, maio e setembro.

Segundo os dados apresentados, o município investiu mais de R$ 1,3 bilhão em ações e serviços de saúde com recursos próprios ao longo de 2025. O valor representa cerca de 18% da receita municipal, percentual acima do mínimo de 15% exigido pela legislação para aplicação na área da saúde.

De acordo com o Subsecretário de Gestão Administrativa e Planejamento da Semsa, Nagib Salem, os números apresentados refletem avanços na ampliação dos serviços de saúde na capital.

“Apresentamos os números referentes às obras que estavam previstas, as unidades que foram entregues e aquelas que ainda devem ser concluídas. Também mostramos dados sobre vacinação, atendimentos realizados e as ações que a Secretaria desenvolve tanto na área urbana quanto na zona rural. Nosso objetivo é ampliar cada vez mais o acesso da população aos serviços de saúde e garantir um atendimento de qualidade”, destacou.

Durante a audiência, também foram apresentados avanços na ampliação da rede de atendimento à população, incluindo a entrega de novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e a previsão de novas estruturas que devem ser inauguradas ainda este ano.

O presidente da Comissão de Saúde da Câmara, Rosivaldo Cordovil (PSDB), ressaltou a importância da apresentação do relatório para garantir transparência e acompanhamento das políticas públicas de saúde.

Foto: Eder França / Dicom

“Os números apresentados neste relatório são importantes porque mostram os avanços nas ações da Secretaria Municipal de Saúde, especialmente na entrega de novas unidades de atendimento e na ampliação dos serviços oferecidos à população. A CMM acompanha esses dados para garantir que os investimentos estejam chegando de forma efetiva à população”, afirmou o vereador.

Fortalecimento do atendimento em saúde mental

Outro ponto abordado foi o fortalecimento do atendimento em saúde mental na capital. Atualmente, Manaus conta com seis unidades do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), que oferecem atendimento especializado a pessoas com transtornos mentais e dependência química. A expectativa da Semsa é ampliar essa rede nos próximos anos.

Resultados de programas e serviços de saúde

O relatório também apresentou resultados de programas e serviços oferecidos à população. Entre os destaques está a superação da meta de exames de mamografia, com mais de 27 mil atendimentos realizados. As consultas de acompanhamento no período pós-parto também ultrapassaram o número previsto.

Outras ações também apresentaram crescimento, como a ampliação dos atendimentos a povos indígenas na rede pública municipal, o aumento do atendimento a pessoas em situação de rua e a ampliação das primeiras consultas odontológicas em crianças de até dois anos de idade, além da instalação de próteses dentárias na rede municipal.

Na área de vigilância em saúde, o relatório aponta a realização de mais de 212 mil testes de HIV no município. Também foram apresentados dados relacionados ao monitoramento de doenças como tuberculose e hanseníase, além de ações de vigilância epidemiológica, como os levantamentos do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), utilizados para monitorar a presença do mosquito transmissor da dengue.

A apresentação do relatório de gestão da saúde faz parte dos mecanismos de transparência da administração pública e permite que vereadores e a população acompanhem de forma detalhada como os recursos da saúde estão sendo aplicados e quais resultados estão sendo alcançados no atendimento à população de Manaus.

O que é TDA (sem H) que Ana Castela diz ter e por que sigla caiu em desuso

Ana Castela - Foto: Reprodução / Internet

A cantora Ana Castela, 22, contou aos seguidores que recebeu o diagnóstico de TDA (Transtorno de Déficit de Atenção). Em uma publicação nas redes sociais, ela disse que a descoberta ajudou a entender dificuldades que enfrentava e brincou com quem pensou que ela teria esquecido o “H” da sigla TDAH.

A cantora diz que o diagnóstico a fez compreender comportamentos próprios. “Eu ter feito essa consulta já resolveu muitos dos meus problemas. Muitas coisas que eu faço são por conta do TDA”, contou.

“Acabei de sair da consulta e vou te falar: agora a minha vida fez sentido. Agora eu entendi tudo já. Eu tenho que passar na neuropsicóloga também. Mas, gente, agora sim a vida é linda; agora sim a vida é bela.” afirmou Ana Castela.

A sigla TDA se popularizou, mas hoje não é um diagnóstico formal. Na prática clínica atual, o termo costuma ser usado para se referir a um perfil específico do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), caracterizado principalmente pela desatenção e com poucos sinais de hiperatividade.

A expressão se manteve no uso cotidiano mesmo após mudanças na classificação médica. “Hoje, quando alguém fala em TDA, geralmente está se referindo ao subtipo de TDAH com predominância de desatenção”, afirma o psiquiatra Gustavo Yamin Fernandes, coordenador da equipe de psiquiatria do Hospital Samaritano Higienópolis, em São Paulo.

Por que o termo TDA caiu em desuso

A medicina deixou de tratar TDA como diagnóstico separado. Classificações mais antigas utilizavam o termo “Transtorno de Déficit de Atenção”, antes de se compreender melhor que diferentes sintomas fazem parte do mesmo quadro clínico, explica Fernandes.

A mudança ocorreu com revisões dos manuais diagnósticos. Atualizações do DSM-III-R e versões posteriores passaram a reunir sintomas de desatenção, impulsividade e hiperatividade dentro de um único transtorno.

A nova classificação buscou refletir melhor a diversidade de manifestações. Com o avanço das pesquisas, ficou claro que esses sintomas frequentemente aparecem juntos e fazem parte de um mesmo transtorno do neurodesenvolvimento.

Ana Castela comemora 5 anos de carreira – Foto: Reprodução / Instagram

Hoje todas as apresentações são reunidas sob o diagnóstico de TDAH. Sistemas atuais, como o DSM-5-TR e a CID-11, classificam o transtorno com diferentes apresentações clínicas, em vez de diagnósticos separados.

O que caracteriza o TDAH com predominância de desatenção

O chamado “TDA” corresponde hoje ao TDAH com predominância de desatenção. Nessa apresentação, a principal dificuldade envolve manter foco, organizar tarefas e acompanhar atividades prolongadas.

A ausência de hiperatividade evidente pode fazer o quadro passar despercebido. Diferentemente do perfil mais agitado, essas pessoas muitas vezes não apresentam comportamento inquieto ou impulsivo.

Frequentemente são indivíduos descritos como distraídos, esquecidos ou com dificuldade para manter foco em atividades prolongadas. Em muitos casos, especialmente na infância, esses pacientes passam mais despercebidos porque não apresentam comportamento disruptivo em sala de aula. Gustavo Yamin Fernandes

Essa característica ajuda a explicar por que muitos casos são identificados mais tarde. Em alguns casos, o diagnóstico só ocorre na adolescência ou na vida adulta.

Quais são os sintomas mais comuns em adultos

Os sinais costumam aparecer de forma mais sutil na vida adulta. Entre os sintomas mais frequentes estão dificuldade de concentração em tarefas longas, procrastinação e sensação constante de desorganização. Esquecimentos, perda de prazos e dificuldade em lidar com múltiplas demandas também são comuns.

A fadiga mental também pode aparecer. Muitos adultos relatam cansaço ao lidar com atividades que exigem atenção contínua ou tendência a iniciar várias tarefas sem concluí-las, diz Fernandes.

Essas dificuldades podem repercutir em diferentes áreas da vida e afetar significativamente a rotina. O impacto pode surgir no desempenho profissional, na vida acadêmica ou na organização do dia a dia.

Como é feito o diagnóstico e o tratamento

O diagnóstico do transtorno é clínico. Ele é feito por avaliação psiquiátrica ou neuropsicológica detalhada. A investigação analisa a presença de sintomas persistentes desde a infância. Também é avaliado se essas dificuldades aparecem em mais de um contexto da vida, como trabalho, escola ou ambiente familiar.

Após término com Zé Felipe, Ana Castela abre o jogo sobre vida amorosa em 2026: ‘Diferente’ – Foto: Reprodução / Instagram

Questionários e histórico podem complementar a avaliação. Relatos de familiares, registros escolares e instrumentos padronizados ajudam a confirmar o quadro e descartar outras condições.

O tratamento costuma seguir princípios semelhantes entre as diferentes apresentações do transtorno. Ele pode incluir psicoeducação, psicoterapia, estratégias de organização e, em alguns casos, medicação.

Quando a desatenção é o sintoma predominante, o foco terapêutico costuma priorizar técnicas de planejamento e gestão da rotina. Estratégias de organização e treinamento de habilidades executivas podem ajudar a melhorar o funcionamento no dia a dia.

*Com informações de Uol

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