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Brasil corre risco de terceira onda de covid ‘muito pior’ neste ano

Situação do Amazonas é apontada por epidemiologistas como preditora do que poderá acontecer em outras regiões do país. ─ Foto: Bruno Martins/Futura Press/Estadão Conteúdo

População cansada de ficar em casa, restrições menos duras, aumento de casos de covid-19 e mortes, hospitais novamente lotados, descoberta de uma variante mais transmissível do vírus em Manaus (AM), ausência de uma coordenação nacional, dificuldades para vacinação em massa.

Estes e outros fatores fazem especialistas em saúde pública acreditarem que a pandemia no Brasil pode ter, nos próximos meses, um capítulo ainda mais trágico do que o observado em quase um ano desde que o novo coronavírus chegou ao país.

Um retrato disso já está evidenciado nos números oficiais do Ministério da Saúde.

As três primeiras semanas de 2021 foram as piores em números de novos casos do que no auge da chamada primeira onda, no meio do ano passado.

Desde 21 de janeiro, o número de casos ativos de covid-19 no país está em um patamar de 900 mil, muito acima dos 690,6 mil observados na semana de 22 de julho, quando o Brasil registrava picos de casos em 2020.

As previsões para o verão brasileiro eram relativamente otimistas em setembro e outubro, explica Ethel Maciel, pós-doutora em epidemiologia e professora do Departamento de Enfermagem da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo).

“Pensamos que passaríamos o verão com baixo número de casos. O vírus está desafiando as nossas previsões, é algo preocupante. Pelas nossas previsões, teríamos uma segunda onda lá para abril e maio, já com a vacinação em andamento.”

O médico e epidemiologista Eliseu Alves Waldman, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), considera, inclusive, que o Brasil pode viver uma “terceira onda” sem que nem mesmo ter saído da anterior.

“Saiu um artigo mostrando que o coronavírus está assumindo uma sazonalidade em todo o mundo, mostrando com dados e uma análise epidemiológica a respeito. Se isso ocorrer aqui no hemisfério sul, nós, que estamos na vigência de uma segunda onda sem que tivéssemos saído da primeira, e possivelmente pelas dificuldades de uma vacinação em massa, continuaremos em um patamar elevado. Quando chegar em abril e maio [outono na parte mais populosa do país], isso não nos permite uma visão otimista.”

Os meses de frio no Brasil são tradicionalmente marcados pelo aumento de doenças causadas por vírus respiratórios, como é o caso da covid-19.

“O melhor preditor do comportamento futuro é o comportamento passado — e vocês podem ver o passado. O futuro do Brasil é o que está acontecendo aqui nos Estados Unidos e na Europa, os casos estão subindo conforme está ficando mais frio. Eu acredito 100% que os casos vão subir no Brasil quando esfriar, a menos que haja uma vacina”, disse ao em novembro o pesquisador Adam Kaplin, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Nova variante no Amazonas

A descoberta por pesquisadores da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) de uma nova variante do coronavírus mais transmissível e predominante na cidade de Manaus (AM) deve ser vista pelos especialistas como um sinal de alerta.

A OMS (Organização Mundial da Saúde), que colocou a mutação brasileira na lista de “preocupantes”, junto com a do Reino Unido e da África do Sul, informou na quarta-feira (27) que a cepa já foi detectada em oito países, incluindo Estados Unidos, Itália, Alemanha e Japão.

“Se já está em oito países, é possível que já esteja no país todo”, acrescenta Waldman.

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta também demonstrou preocupação em relação à variante e à forma como o governo federal tem administrado a situação do Amazonas.

“O mundo inteiro está fechando os voos para o Brasil, e o Brasil está, não só aberto normalmente, como está retirando pacientes de Manaus, mandando para Goiás, Bahia, outros lugares, sem fazer os bloqueios de biossegurança. Provavelmente, a gente vai plantar essa cepa em todos os territórios da federação e daqui a 60 dias a gente pode ter uma megaepidemia”, afirmou em entrevista ao programa Manhattan Connection, da TV Cultura, na semana passada.

A variante brasileira possui 12 mutações na proteína de superfície do vírus, chamada de spike, que é a parte que se conecta com receptores do sistema respiratório humano para entrar nas células.

O virologista e pesquisador da Fiocruz Amazonas, Felipe Naveca, integrante da equipe que descobriu a variante, explica que essas mutações deram “vantagem” ao vírus.

“Fazendo uma analogia simples: a nossa célula seria a porta, a fechadura seria o receptor [por onde o vírus entra no organismo]. O vírus conseguia abrir aquela porta, mas era uma chave que não era muito boa. Agora, a gente pode ter uma chave que consegue abrir com muito mais facilidade. Por isso chamam muito atenção essas mutações.”

Diferente de março do ano passado, quando o “fique em casa” foi compreendido pela maior parte da população, hoje, muita gente está cansada do isolamento.

“Eu acho que a gente vai piorar muito antes que melhore. Entramos em uma situação com este ambiente político que foi criado que temos visto até dificuldade dos governadores de instituir medidas mais duras. Está difícil conseguir convencer as pessoas”, observa a professora da Ufes.

No Amazonas, quando o governador Wilson Lima (PSC) anunciou um lockdown após o Natal, centenas de pessoas foram às ruas para protestar contra o fechamento do comércio, e ele recuou da decisão. Duas semanas depois, o sistema de saúde do estado entrou em colapso com pessoas morrendo por falta de oxigênio.

O Amazonas foi, no ano passado, o primeiro estado a sentir com força o impacto da pandemia. Houve colapso hospitalar e funerário em Manaus.

Em maio, no auge da primeira onda, o estado registrou uma média de 78 mortes diárias por covid-19. Com a segunda onda, chegou a uma média recorde de 105 óbitos em 21 de janeiro.

Cerca de um mês e meio depois, a capital paulista atingiu 90% de ocupação dos leitos de UTI destinados a pacientes com covid-19. A doença se espalhou para as grandes cidades do interior algumas semanas depois.

Ethel Maciel alerta que o Brasil tem registrado médias de 1.000 mortes por dia de forma “consistente”.

“Já está ultrapassando em alguns lugares o que a gente viu na primeira onda em número de casos e óbitos — e com muito mais coisas abertas. Ou seja, não temos quase medida de restrição nenhuma com uma situação muito pior.”

Agora, explica Waldman, a pandemia atinge com mais força cidades pequenas de todo o país.

A primeira onda, que não foi fácil, pegou fundamentalmente as grandes capitais e, no máximo, uma parte das cidades médias, centros de região, que bem ou mal têm condições mínimas de enfrentamento. Agora, quando chega às pequenas cidades, que é o que está acontecendo, tende a ser dramático.

O epidemiologista faz a ressalva de que não há alternativa além das medidas de redução da mobilidade neste momento, principalmente em locais com pouca infraestrutura hospitalar.

“O papel dos gestores é sempre se preparar para o pior cenário. Se ele não se concretizar, ótimo. Mas é melhor nestes casos dramáticos você errar pelo excesso, não pela falta. Prefeitos estão se negando a tomar medidas mais drásticas, mas não têm também condições de atender a população. Em Manaus, tem 600 pessoas esperando disponibilidade de leitos. Possivelmente vão morrer em casa.”

O governo de São Paulo endureceu desde 25 de janeiro as restrições para o funcionamento de estabelecimentos comerciais. Mas as taxas de isolamento continuam em torno de 40% nos dias de semana, muito abaixo do patamar considerado necessário para diminuir a velocidade de transmissão do vírus (acima de 55%).

Os dois epidemiologistas afirmam que é difícil estabelecer um cenário para os próximos meses no Brasil diante de tantas variantes e concordam que tudo dependerá da velocidade como que o Brasil conseguirá vacinar a população.

“A nossa situação vai depender muito da nossa vacinação, se a gente conseguir uma campanha robusta”, avalia Ethel. Mas o cenário das vacinas também não pode ser considerado otimista.

Com apenas duas vacinas contra covid-19 compradas até agora para uso no SUS (CoronaVac e Oxford), o Brasil enfrenta dificuldades na obtenção de insumos para a produção das duas pelo Instituto Butantan e Fiocruz, respectivamente.

Atrasos no fornecimento da matéria-prima poderiam forçar o Ministério da Saúde a paralisar a campanha de vacinação iniciada em 18 de janeiro.

Sem IFA (ingrediente farmacêutico ativo) da AstraZeneca, a Fiocruz teve que adiar para março a entrega das primeiras doses da vacina de Oxford, que serão produzidas na fábrica de Bio-Manguinhos, no Rio de Janeiro.

A alternativa foi importar 2 milhões de doses do Instituto Serum, da Índia, para serem somadas aos 10,8 milhões de doses da CoronaVac já disponíveis.

Os grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde reúnem cerca de 77 milhões de pessoas. Com duas doses, o país precisaria ter mais de 154 milhões de vacinas disponíveis para cobrir as quatro etapas.

Além disso, por ser uma descoberta relativamente nova, divulgada em 12 de janeiro, não se sabe nem mesmo se as vacinas que estão previstas para uso na campanha de imunização contra covid-19 no país são eficazes contra a variante brasileira. [R7]

Roberto Cidade é empossado como novo presidente da ALEAM

Roberto Cidade afirmou que a casa legislativa será totalmente autônoma e que as suas decisões serão tomadas em conjunto com a mesa diretora, em prol do povo do Amazonas.

Roberto Cidade, novo presidente da ALE, foi empossado na manhã desta segunda-feira(01) e prometeu priorizar a pandemia assim como tomar as decisões em conjunto, respeitando a mesa diretora. Em seu pronunciamento, ele afirmou que em seu mandato, a casa legislativa será totalmente autônoma e que as as decisões, serão tomadas em prol do povo do Amazonas. A informação é do D24AM.

“Todas as minhas decisões serão tomadas em conjunto com a mesa diretora. Quero aqui reafirmar minha autonomia do poder legislativo, não irei me calar, muito menos me omitir. A hora, é de agir com eficiência, colocando os interesses da nossa população sempre em primeiro lugar”, disse.

O presidente do biênio 21-22, também firmou o compromisso em dar prioridade em regime de urgência nas matérias referentes ao combate da pandemia, causada pelo novo coronavírus. O parlamentar também disse que todas as decisões tomadas pela casa, serão divulgadas para maior transparência, já que é uma forma de prestar contas para o patrão, o povo.

A posse foi realizada na sede do órgão, na Avenida Mário Ypiranga, bairro Flores, zona centro-sul de Manaus. O restante da mesa diretora, também assumiu os cargos para o próximo biênio (21-22).

Antes da posse oficial, o agora ex-presidente da Aleam, Josué Neto, lembrou dos trabalhos feitos durante a sua liderança no último biênio, mas principalmente durante o ano de 2020, durante o período de pandemia. O parlamentar também revelou que deixou em caixa, a maior verba na história da casa.

“Nós estamos deixando em caixa na Assembleia R$ 35.267 milhões. Nunca em uma passagem de comando desta casa, foi-se deixado um valor tão alto, para que o próximo presidente pudesse assumir tais recursos. O deputado Roberto Cidade, sem dúvida nenhuma, eu sinto dentro de mim, que ele fará um trabalho melhor que o meu”, esplanou.

Após a narrativa, o novo presidente da Aleam, deputado Roberto Cidade, assinou o termo de posse, ao lado dos parlamentares Josué Neto e Delegado Péricles. Já presidindo a sessão plenária, Roberto Cidade solicitou o anúncio da nova mesa diretora, para que também assinassem o termo de posse.

O defensor público geral, Ricardo Paiva, também se pronunciou durante a cerimônia, onde disse que o povo espera do poder legislativo, o que os parlamentares foram eleitos para fazer: colocar a população em primeiro lugar. “Digo isso sem medo de errar, é isso que o povo espera da Assembleia e não tenho dúvidas que você (Roberto Cidade), possui todos os atributos para tanto”, finalizou.

Confira a nova mesa diretora da Alem:

  • Presidente: deputado Roberto Cidade
  • 1º Vice-presidente: deputado Josué Neto
  • 2º Vice-presidente: deputada Dra. Mayara
  • 3º vice-presidente: deputado Adjunto Afonso
  • Secretário Geral: deputado Delegado Péricles
  • 1º Secretário: deputado Álvaro Campelo
  • 2º Secretário: deputado Sinésio Campos
  • 3º Secretário: deputado Fausto Júnior
  • Ouvidor: deputado Felipe Souza
  • Corregedora: Terezinha Ruiz

Covid-19: Cientistas analisam possível variante ‘mexicana’

A chefe do Laboratório de Diagnóstico em Doenças Emergentes e Reemergentes (LaDEER), Nataly Vega Magaña, destacou que a descoberta da variante E484K é um achado importante, já que não havia sido relatado no México. ─ Foto: Cuartoscuro

Uma equipe de cientistas da Universidade de Guadalajara, no México, identificou uma nova variante do novo coronavírus– a mutação E484K. A nova mutação SARSCoV-2 foi detectada em quatro pacientes deJaliscona semana passada, mas só agora foi divulgada.

“O que podemos confirmar é que detectamos a variante E484K e esta é uma descoberta importante, pois não havia sido relatada no México”, afirmou a chefe do Laboratório de Diagnóstico de Doenças Emergentes e Reemergentes (LaDEER), Nataly Vega Magaña, no Centro Universitário de Ciências da Saúde (CUCS) da Universidade de Guadalajara, citada pela EF. “No entanto, são necessários estudos mais aprofundados, como o sequenciamento (da nova estirpe do vírus), bem como a análise de amostras mais positivas para determinar a prevalência desta mutação em Jalisco”, explicou.

Segundo os especialistas, um dos pacientes teve contato com um estrangeiro em Puerto Vallarta, onde se considera que a infecção começou, mas os outros dois não tiveram contato com pessoas de fora do país. Esta é uma descoberta preocupante, já que há uma alteração que pode afetara sua ligação com os anticorpos neutralizantes gerados pelo corpo humano, como parte da resposta imune criada com a infecção ou ao receber a vacina.

Auxílio Estadual: pagamento começa nesta segunda-feira e cartão será entregue em casa

Foto: Herick Pereira/Secom

O pagamento do Cartão Auxílio Estadual começa a ser feito nesta segunda-feira (01/02), para famílias em situação de extrema pobreza em Manaus. O benefício, dividido em três parcelas de R$ 200, totalizando R$ 600, será entregue em domicílio, sem que seja necessário que as famílias se dirijam à entidades e órgãos públicos. As entregas iniciam na segunda-feira e continuarão sendo feitas ao longo da semana, até que todas as famílias selecionadas recebam o cartão em casa.

A medida busca preservar a saúde da população, evitando a exposição dos beneficiários a um risco maior de transmissão da Covid-19.

“Não é preciso ir no Cras (Centro de Referência de Assistência Social), no Centro de Convivência, no banco ou em qualquer outro lugar para ter acesso ao cartão. Ele será entregue de casa em casa, até para evitar essa questão das aglomerações”, enfatizou o governador Wilson Lima, durante o anúncio do Cartão Auxílio Estadual na última quinta-feira (28/01).

Na capital, a entrega em domicílio será feita por técnicos da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas) e do Fundo de Promoção Social e Erradicação da Pobreza (FPS). Com o auxílio, as famílias poderão comprar produtos alimentícios e de higiene e limpeza. O objetivo é garantir a segurança alimentar de famílias em situação de vulnerabilidade agravada pela pandemia da Covid-19.

A segunda parcela deve ser paga no final de fevereiro. A terceira e última está programada para o mês de março. Ao todo, 100 mil famílias serão beneficiadas no Amazonas.

Critérios de seleção – Para selecionar as 100 mil pessoas que vão receber o benefício, foram analisadas, preliminarmente, as informações da base de dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, extraídos pela Caixa Econômica Federal (CEF). Todos os dados são do mês de referência de novembro de 2020.

A partir dessa seleção foram identificadas as quantidades, por município do estado do Amazonas, dos beneficiários elegíveis, segundo os seguintes critérios: famílias em situação de “extrema pobreza” e “pobreza”; responsável pela unidade familiar com idade de 18 anos ou mais; famílias com quatro membros ou mais e famílias que recebem benefício do programa Bolsa Família.

Quanto aos critérios de desempate, foram levados em consideração: situação de pobreza da família (primeiro extrema pobreza, depois pobreza); número de filhos menores de 18 anos na família (de 0 a 6 anos; de 7 a 15 anos; de 16 anos a 17 anos, 11 meses e 29 dias); depois números de nutrizes na família; número de gestantes na família; e data de nascimento do responsável pela unidade familiar.

Portal do Auxílio – O Governo do Estado vai disponibilizar o acesso ao site www.auxilio.am.gov.br para consulta sobre critérios adotados na concessão do benefício. Para saber se é beneficiário, a consulta pode ser feita a partir de 1º de fevereiro, bastando informar o número do CPF e a data de nascimento. No portal será possível também verificar quais os estabelecimentos credenciados para uso do cartão.

O acesso ainda permite que os beneficiários consultem os estabelecimentos credenciados para o uso do auxílio, que será exclusivamente para a compra de produtos alimentícios e de higiene e limpeza.

“No site nós vamos inserir todos os estabelecimentos contemplados que podem ter acesso ao cartão de todas as cidades do estado do Amazonas. E para você saber se receberá o auxílio, basta informar o CPF e a data de nascimento, e o site vai informar se a pessoa tem direito a receber o auxílio estadual”, destacou o coordenador da Unidade de Gestão Integrada (UGI), Tiago Paiva.

Famílias inelegíveis – Na classificação foram consideradas inelegíveis as famílias cujos responsáveis pela unidade familiar não possuem CPF cadastrado ou possuam o CPF em outras bases de informações oficiais do Estado, caracterizando possível condição de incompatibilidade com a situação de “extrema pobreza” e “pobreza”, nas seguintes situações:

  • Pessoas que possuem CPFs cadastrados no Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM); pessoas que possuem o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) ativo por cadastro de veículos fabricados entre os anos de 2000 e 2020;
  • Pessoas que estão na folha de pagamento do Estado do Amazonas (ativos e inativos) do mês correspondente ao mês do arquivo do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal;
  • Pessoas no Sistema de Controle de Óbitos (Sisobi), em consulta aos registros de mortes em cartórios da capital e interior de todo Brasil.

*Com informações da assessoria

FVS-AM reafirma segurança da vacina AstraZeneca para idosos e esclarece sobre evento adverso

Foto: Mauro Neto/Secom

O diretor-presidente em exercício da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM), Cristiano Fernandes, afirmou neste domingo (31/01) que todas as vacinas contra o novo coronavírus em uso no País, incluindo a AstraZeneca, seguem critérios rigorosos de qualidade e tiveram sua eficácia e segurança atestadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A FVS-AM reforça a importância da imunização no combate à Covid-19, sobretudo para a população idosa, mais vulnerável às complicações da doença. Além da Anvisa, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) também aprovou o uso da AstraZeneca inclusive para idosos acima de 65 anos. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) também se manifestou sobre a segurança desse imunizante contra a Covid-19 na população idosa.

Evento adverso – A FVS-AM esclarece que o caso de óbito de um idoso, notificado pela Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (Semsa) no sábado (30/01) como evento adverso após a vacinação com a AstraZeneca, está sendo investigado pelo Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), da FVS em parceria com a Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD).

A investigação segue protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde (MS) no Plano Nacional de Imunização (PNI), em acordo com a Organização Panamericana de Saúde (OPAs) e a Organização Mundial de Saúde (OMS), explica Solange Dourado de Andrade, infectologista responsável pela investigação de eventos pós-vacinais do Crie e também integrante do Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi), do MS.

“Quando há um evento adverso o Crie investiga seguindo protocolos pré-estabelecidos. Neste caso específico notificado pela Semsa já iniciamos as investigações, com exames, coleta da história do paciente, preenchimento de questionários e outras análises”, afirmou Solange.

A infectologista disse, ainda, que pelo fato do idoso que veio a óbito fazer parte de uma faixa etária em que é mais comum a existência de comorbidades, de riscos inerentes à idade, é preciso investigar a causalidade do evento.

A previsão é que o laudo definitivo da necrópsia realizada no idoso, com autorização da família dele, fique pronto em 30 dias. Solange Andrade afirma, no entanto, que a população não deve temer o uso da vacina, que já tem comprovada a sua eficácia, segurança e imunogeneicidade, que é a capacidade da vacina estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos. “Certamente a vacinação tem um impacto muito importante na proteção dos idosos contra a Covid. Por isso é importante que confiem na eficácia da vacina, já comprovada inclusive pela agência reguladora europeia”, disse Solange.

MS foi notificado – A FVS-AM informa que notificou o evento, no sábado (30/01), ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), do Ministério da Saúde.

A Fundação explica que todas as secretarias municipais de saúde são orientadas, por meio da Nota Técnica nº 7, para que notifiquem de imediato a ocorrência de Eventos Adversos Pós-Vacinação (EAPV).

*Com informações da assessoria

Amazonas vai receber tanque com 90 mil metros cúbicos de oxigênio medicinal

A operação logística para o transporte envolveu, inicialmente, o suporte da Marinha do Brasil.

Um tanque criogênico, com capacidade para armazenar 90 mil metros cúbicos de oxigênio líquido, está a caminho de Manaus. O item pertence à fornecedora de gases medicinais White Martins e saiu de Belém (PA) no sábado (30/01) com previsão de chegada à capital amazonense em dez dias, 100% carregado. O deslocamento ocorrerá através de uma balsa da Petrobrás, dedicada exclusivamente à missão logística.

Para se ter uma ideia da dimensão do tanque, hoje o consumo no Estado, incluindo as redes públicas e privadas, é de, em média, 80 mil metros cúbicos de O2. A operação logística para o transporte envolveu, inicialmente, o suporte da Marinha do Brasil. A última fase será feita de balsa, de Belém (PA) até Manaus (AM), cidade que enfrenta dificuldades em função da escassez do produto na região.

De acordo com informações da empresa ao Comitê de Crise para o Enfrentamento da Covid-19, o tanque será utilizado em um sistema de “bate-volta”, transportando o insumo de Belém a Manaus, e retornando para reabastecer de forma contínua, enquanto houver demanda. A medida vai garantir maior oferta do produto às unidades de saúde da rede estadual, a qual vem sofrendo forte pressão em decorrência do aumento súbito de hospitalizações de pacientes acometidos pela Covid-19.

No caso do tanque, a ideia é ampliar a capacidade de armazenamento do produto, considerado vital, em especial, nos casos de pacientes graves, internados em leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs). De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES-AM), o aumento no número de leitos, que resultará em maior oferta de assistência especializada em saúde, está diretamente relacionada à oferta de oxigênio medicinal.

Outras medidas – Além do tanque, e da produção diária da planta industrial da White Martins em Manaus, de cerca de 30 mil metros cúbicos de oxigênio, outras medidas, como a entrega de 12 mil metros cúbicos/dia do produto pela Força Aérea Brasileira (FAB), estão sendo adotadas.

A chegada, prevista para ocorrer entre este domingo e segunda-feira, de uma carga de 25 mil metros cúbicos, vinda da Venezuela, também reforça a oferta, além do transporte de 19 isocontêineres carregados em Recife (PE) com destino a Manaus – os primeiros cinco devem chegar até o dia 10 de fevereiro, cada um com 14 mil metros cúbicos do produto.

Também fazem parte do cronograma o envio de oito carretas do Maranhão, cada uma contendo 20 mil metros cúbicos. As duas primeiras têm previsão de chegada para o próximo dia 8 de fevereiro. O fornecimento será feito pela empresa Air Liquid, por intermédio do Ministério da Saúde (MS).

O Comitê Estadual de Enfrentamento da Cofvid-19 informa que há, ainda, a previsão da reativação, até o dia 10 de fevereiro, de uma segunda planta da White Martins, situada em Manaus, com capacidade para produzir pelo menos 6 mil metros cúbicos ao dia, o que ajudará a manter o equilíbrio entre a oferta e a demanda.

Enem digital tem 68,1% de abstenção

Rio de Janeiro - Candidatos participam da primeira aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) Digital, na UniCarioca. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

O primeiro dia de aplicação da versão digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou a ausência de 68,1% dos 93 mil candidatos inscritos. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ao todo, 34.590 candidatos fizeram as provas.O presidente do Inep, Alexandre Lopes, atribui as faltas principalmente à pandemia do novo coronavírus. “O índice de abstenção continua alto, como também teve no Enem impresso. A gente entende que isso é muito em função da pandemia. Alguns locais estão em lockdown, as pessoas não saíram de suas casas para fazer as provas”, diz. O Enem impresso, finalizado no último domingo (24), teve abstenção recorde na história do exame. Mais da metade dos candidatos não compareceu.

Por conta da pandemia, o Inep adotou uma série de medidas de segurança, como o uso obrigatório de máscaras cobrindo o nariz e a boca, a disponibilização de álcool em gel nos locais de prova e a antecipação da abertura dos portões, das 12h para as 11h30, no horário de Brasília. Candidatos com sintomas da covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa não deveriam comparecer ao local de prova. Esses candidatos terão direito a reaplicação do exame, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

Ao todo, até o momento, 174 participantes pediram para participar da reaplicação. Desses pedidos, 118 foram aceitos pelo Inep. O pedido deve ser feito pela Página do Participante. O prazo ainda será definido. Mais 70 candidatos foram eliminados por desrespeitarem as regras do exame.

Segundo Lopes, o exame marca o início de mudanças não apenas no próprio Enem, que deverá se tornar 100% digital até 2026, como nas demais avaliações do Inep, que deverão também passar a ser feitas no formato digital. “Agora em 2021 a gente fez uma grande mudança, começando uma nova jornada, que é o começo da digitalização das avaliações e dos exames feitos pelo Inep. O primeiro a ser escolhido foi justamente o Enem”, diz.

Atrasos na aplicação

Neste domingo, participantes relataram atrasos no início da aplicação das provas por problemas técnicos ou mesmo impedimento na realização do exame. De acordo com o diretor de Tecnologia e Disseminação de Informações Educacionais do Inep, Camilo Mussi, isso ocorreu por problemas de um dos servidores na transmissão das provas para os computadores. Os exames foram enviados neste domingo, pela internet, pelas máquinas antecipadamente cadastradas para o Enem.

A transmissão atrasou, de acordo com o diretor, até as 1h30. “Gostaríamos que todos tivessem começado as provas às 13h30. Não foi possível. Alguns participantes, pelo tempo, foram embora e terão direito à reaplicação”, diz.

O presidente do Inep enfatiza que aqueles que não conseguiram fazer a prova hoje poderão, caso desejem, fazer as provas no próximo domingo (7) e pedir para fazer apenas o primeiro dia do exame na data da reaplicação. “Tivemos alguns problemas? Tivemos, mas todo processo novo, inédito, está sujeito a obstáculos, empecilhos”, diz. [ABr]

Profissionais de saúde poderão se vacinar em qualquer um dos seis pontos de Manaus

Foto: Ruan Souza

A partir desta segunda-feira, 1º/2, a Prefeitura de Manaus passará a executar uma nova estratégia para vacinar contra a Covid-19 os trabalhadores da saúde dos grupos prioritários de profissionais de saúde definidos pela Comissão Intergestores Bipartite do Estado do Amazonas (CIB). Esses profissionais poderão ser vacinados em qualquer um dos seis postos fixos montados pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) para a vacinação de idosos, e, exclusivamente para esse público, haverá um posto fixo no Hospital Beneficente Português, na avenida Joaquim Nabuco, nº 1359, no Centro da cidade.

A medida é para agilizar a imunização desses profissionais que atuam em estabelecimentos de saúde das redes pública e privada. Relatório parcial da Secretaria Municipal de Saúde aponta que até este domingo, apenas uma média de 35% dos trabalhadores das listagens enviadas pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-AM) haviam sido imunizados.

De acordo com os registros do “Vacinômetro” da prefeitura, o número de trabalhadores da saúde vacinados até agora é de 9.258.

Segundo a secretária municipal de Saúde, médica Shádia Fraxe, esse resultado levou a coordenação da campanha a decidir por vacinar nos pontos fixos. “Nós começamos a vacinar no dia 19 de janeiro. Em que pese termos tido uma interrupção por dois dias, nossas equipes estavam trabalhando de segunda-feira à sábado, dentro desses estabelecimentos, mas isso não foi suficiente. Vamos mudar não só para reduzir os custos da operacionalização da campanha, mas para evitar que os vacinadores precisem retornar aos estabelecimentos mais vezes do que foi estabelecido”, aponta a secretária.

Para receber a vacina, o trabalhador deverá apresentar um documento que comprove que é lotado em um estabelecimento da saúde (crachá e/ou contracheque), documento com foto, CPF e assinar (de forma legível) uma declaração de responsabilidade pelas informações apresentadas.

Cronograma

Os pontos de vacinação na modalidade de drive-thru e fixos, funcionam de segunda a sexta-feira, das 9 às 16h. Também no caso dos profissionais de saúde, será observado o critério de mês de nascimento por dia da semana.

Desta forma, na segunda-feira, 1º de fevereiro, poderão ser vacinados os nascidos nos meses de janeiro e fevereiro; no dia 2, os de março e abril; no dia 3, os nascidos em maio e junho; na quinta-feira, dia 4, os de julho e agosto; no dia 5, sexta-feira, os que nasceram nos meses de setembro e outubro; e no sábado, nascidos em novembro e dezembro.

Confira os postos de vacinação:

  • Complexo de treinamento de direção veicular do Detran/AM – zona Norte;
  • Estacionamento da Universidade Paulista (UNIP) – zona Sul;
  • Clube do Trabalhador do SESI – zona Leste;
  • Balneário do SESC – zona Oeste;
  • Shopping Phelipe Daou – abrangendo as zonas Norte e Leste;
  • Centro Cultural dos Povos da Amazônia (Bola da Suframa) – zona Sul;
  • Hospital Beneficente Português – zona Sul (exclusivo para a vacinação de trabalhadores da saúde.

*Com informações da assessoria

Senado elege novo presidente nesta segunda

Cinco senadores concorrem ao cargo: Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Simone Tebet (MDB-MS), Major Olimpio (PSL-SP), Jorge Kajuru (Cidadania-GO) e Lasier Martins (Podemos-RS).

Na segunda-feira (1°), os senadores vão se reunir para decidir quem comandará a Casa pelos próximos dois anos. A eleição para suceder o atual presidente, Davi Alcolumbre (DEM-AP), está prevista para ocorrer a partir das 14h, de forma presencial, e o voto é secreto.

Cinco senadores concorrem ao cargo. São eles: Jorge Kajuru (Cidadania-GO), Lasier Martins (Podemos-RS), Major Olimpio (PSL-SP), Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e Simone Tebet (MDB-MS). Novas candidaturas, porém, podem ser apresentadas até o dia da eleição.

Pelo regimento do Senado, será considerado eleito o candidato que obtiver “maioria de votos, que represente a maioria da composição do Senado”. Ou seja, maioria simples. Mas, de acordo com a Secretaria-Geral da Casa, para ser eleito, o candidato precisará ter no mínimo a maioria absoluta dos votos, ou seja, pelo menos 41 votos dos 81 senadores.

A disputa está polarizada entre a senadora Simone Tebet e o senador Rodrigo Pacheco. Tebet, teve a candidatura lançada no dia 12 de janeiro por seu partido, o MDB. Além dos votos da bancada do seu partido, a senadora tem o apoio de senadores de outras legendas como o PSDB, o Cidadania e o Podemos. Se for eleita, Tebet será a primeira mulher a presidir o Senado.

A candidatura de Rodrigo Pacheco foi formalizada no dia 19. Além do DEM, seu partido, o senador tem o apoio de formal dos partidos PDT, PL, PROS, PT, PP, PSD, PSC e Republicanos.

Além do presidente e do primeiro e segundo vice-presidentes, serão eleitos quatro secretários e quatro suplentes de secretários. Na primeira reunião, parlamentares definem o novo presidente do Senado. Depois, eles voltam a se reunir para definir os demais membros da Mesa. O mandato é de dois anos, sendo vedada a reeleição para o período imediatamente subsequente.

Veja quem são os candidatos (ordem alfabética):

Jorge Kajuru (Cidadania-GO)

Radialista, natural de Cajuru (SP). Eleito vereador de Goiânia em 2016. Em 2018, Kajuru foi eleito para o Senado. É titular das comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos Sociais (CAS).

Lasier Martins (Podemos-RS)

Advogado e jornalista natural de General Câmara (RS), foi eleito senador em 2014. Atualmente ocupa a 2ª vice-presidência do Senado, cargo para o qual foi eleito na Casa em 2019. Entre outras comissões, é titular na Comissão de Assuntos Econômicos, na Comissão de Educação, Cultura e Esportes e na Comissão de Meio Ambiente.

Major Olimpio (PSL-SP)

Policial Militar, natural de Presidente Venceslau (SP). Foi eleito deputado estadual por São Paulo em 2010. Em 2014, foi eleito deputado federal. A eleição para o Senado ocorreu em 2018. Titular das comissões de Assuntos Econômicos (CAE), Constituição e Justiça (CCJ) e do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

Rodrigo Pacheco (DEM-MG)

Advogado, natural de Porto Velho (RO). Cumpriu um mandato como deputado federal por Minas Gerais (2015-2019) e foi presidente da Comissão e Constituição e Justiça da Câmara. Em 2018 foi eleito para o Senado. É titular das comissões de Assuntos Econômicos (CAE), Constituição e Justiça (CCJ) e de Transparência e Governança (CTFC).

Simone Tebet (MDB-MS)

Advogada, natural de Três Lagoas (MS). Eleita para o Senado em 2014. Em 2002, foi eleita deputada estadual. Na sequência, em 2004, foi eleita prefeita do município de Três Lagoas e reeleita em 2008. Assumiu o cargo de vice-governadora de Mato Grosso do Sul, na gestão do então governador André Puccinelli, em 2011. É titular das comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e da Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher (CMCVM). [ABr]

Cozinhas comunitárias municipais reforçam segurança alimentar durante a pandemia

Foto: João Viana/Semcom

Durante o período de pandemia do novo coronavírus, a Política de Segurança Alimentar e Nutricional na cidade de Manaus tem sido reforçada com o compromisso da gestão David Almeida no combate à fome junto à população em condição de vulnerabilidade social e econômica. Atualmente, a Prefeitura de Manaus conta com cinco cozinhas comunitárias em funcionamento nos bairros Educandos, Colônia Oliveira Machado, Colônia Antônio Aleixo, Santo Agostinho, e Jorge Teixeira, que servem uma média diária de 250 refeições, em cada espaço.

Os equipamentos socioassistenciais são administrados pela Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), em parceria com instituições da sociedade civil e privada, e garantem alimentação balanceada a crianças, adolescentes, adultos e idosos referenciados nos espaços.

O almoço é servido de segunda a sexta-feira, incluindo feriados, a partir das 10h e o cardápio possui acompanhamento nutricional. O usuário tem acesso a proteína, arroz, feijão, saladas, suco e, algumas vezes, sobremesa. Além das refeições, os profissionais disponibilizam máscaras descartáveis e álcool em gel para a população.

Para a Diretora do Departamento de Segurança Alimentar e nutricional da Semasc, Cleonice Freitas, o quantitativo demonstra que o Executivo Municipal cumpre o trabalho de garantir um dos direitos básicos do ser humano, que é a alimentação para quem realmente precisa.

“A gestão David Almeida, com esse trabalho, está ajudando e muito nessa situação da pandemia porque sabemos que muitas famílias estão desempregadas, então essa refeição é a única que eles tem no dia e quando é possível a gente fornece mais de uma. Também reforçamos que venha apenas uma pessoa da família para evitar aglomeração”, pontuou a diretora.

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