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Prefeito garante R$ 50 milhões para a habitação em Manaus, junto à bancada federal

(Foto: Ariel Costa)

O prefeito de Manaus, David Almeida, garantiu R$ 50 mi para a construção de habitações populares na capital, recurso oriundo de emendas direcionadas pela bancada federal do Amazonas.

O gestor municipal, que cumpre agenda em Brasília nesta terça-feira, 23/2, recebeu a confirmação dos recursos durante reunião com o senador Omar Aziz (PSD), líder da bancada. O encontro contou com a participação de prefeitos de outros municípios do Amazonas.

“Agradeço aos nossos parlamentares pelo esforço em ajudar Manaus. Os recursos, tão logo liberados, serão utilizados de maneira célere, para dar mais dignidade às famílias de baixa renda e em situação de vulnerabilidade de nossa cidade”, afirmou David.

O repasse será realizado através de emenda constitucional na modalidade impositiva, que determina ao Executivo a obrigação do pagamento, entretanto o momento de sua liberação fica a critério do governo federal.

Flordelis é afastada do cargo de deputada federal

Em votação unânime, decisão da Justiça foi definida em audiência virtual realizada nesta terça-feira.

Por unanimidade, Flordelis dos Santos de Souza (PSD) do cargo de deputada federal na tarde desta terça-feira (23). O julgamento foi realizado na 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio por videoconferência. A decisão, que passará pelo plenário da Câmara dos Deputados para que decidir se será mantida, é para que a parlamentar fique afastada de qualquer função pública até seu julgamento em processo. Flordelis é acusada de ser mandante morte do marido, o pastor Anderson do Carmo, assassinado em junho de 2019. A informação é do O Dia.

Além do relator do processo na 2ª Câmara Criminal, desembargador Celso Ferreira Filho, votaram a favor do afastamento da parlamentar o desembargador Antonio José Ferreira de Carvalho e a desembargadora Kátia Maria Amaral Jangutta.

“Inicialmente é de se assinalar ser irrefutável que a condição de parlamentar federal que ostenta, no momento, a ora recorrida, lhe proporciona uma situação vantajosa em relação aos demais corréus da ação penal originária. Tanto assim, que não foi ela levada ao cárcere. Inquestionável, também, que o poder político, administrativo e econômico da ora recorrida lhe assegura a utilização dos mais diversos meios, a fim de fazer prevalecer a sua tese defensiva”, afirmou Celso Ferreira Filho ao iniciar seu voto.

O desembargador afirmou que as ações da deputada citadas nos autos do processo podem significar interferência na apuração da verdade dos fatos.

“Veja-se que nas redes sociais há evidências de diálogos indicativos do poder de intimidação e de persuasão que a ora recorrida exerce sobre testemunhas e corréus. Igualmente, não há dúvidas de que, pela função que exerce, possui ela meios e modos de acessar informações e sistemas, diante dos relacionamentos que mantém em virtude da função parlamentar”, completou.

O advogado Ângelo Máximo, que representa a família do pastor, também defendeu o afastamento, sob alegação de que Flordelis atrapalhou as investigações do caso.

“Fica claro o uso do cargo, o uso da máquina, da função pública para se esquivar da responsabilidade de ser mandante do crime”, afirmou Ângelo Máximo durante sua sustentação oral.

O julgamento realizado nesta terça-feira deu-se após o promotor Carlos Gustavo Coelho de Andrade recorreu ao Tribunal de Justiça após a juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, ter negado seu pedido para afastar Flordelis de suas funções. A solicitação foi feita pelo promotor no processo criminal respondido pela deputada.

Além do afastamento do cargo, Flordelis e mais 10 acusados, entre filhos naturais e adotivos, aguardam a decisão da 3ª Vara Criminal de Niterói para saber se irão a júri popular.

Belarmino Lins apela ao Governo por famílias atingidas pela enchente em Boca do Acre

(Imagem: Reprodução)

Em discurso na manhã desta terça-feira (23) na Assembleia Legislativa (Aleam), o deputado Belarmino Lins (PP) apelou ao governador Wilson Lima e à Defesa Civil do Estado solicitando providências urgentes em relação ao drama de famílias afetadas pela grande enchente do Rio Branco.

De acordo com o líder progressista, a situação do município é emergencial devido à dimensão dos estragos já causados pela subida avassaladora do nível do rio, atingindo, sobretudo, as famílias residentes na chamada ‘Cidade Baixa’ de Boca do Acre, com suas atividades econômicas totalmente prejudicadas.

(Imagem: Reprodução)

“Em virtude dessa grave situação, estamos apelando ao governador Wilson Lima, bem como à Defesa Civil e à Secretaria de Ação Social do Estado, no sentido de que seja realizado, com máxima brevidade, um amplo levantamento para verificar a real dimensão dos prejuízos, a fim de que as famílias atingidas recebam o justo socorro”, disse o deputado, observando que a enchente do Rio Branco, que banha o Estado do Acre, já castiga duramente os municípios acreanos e amazonenses situados no Alto Purus.

Guarda Municipal

(Imagem: Reprodução)

Ainda no discurso proferido na manhã desta terça, Belarmino Lins pediu apoio dos seus colegas parlamentares para a aprovação do projeto de lei, de sua autoria, em tramitação na Aleam, que autoriza o Governo do Estado, via Polícia Militar, a celebrar convênios com as prefeituras municipais visando a capacitação, formação e treinamento de Guardas Municipais no interior.

Em aparte, o deputado Sinésio Campos (PT) elogiou o projeto que, de acordo com Belarmino, busca preparar a Guarda Municipal de cada município para funcionar como força auxiliar da Polícia Militar em ações de segurança, combatendo a criminalidade no interior do Estado. “Os cursos, que serão ministrados por instrutores da PM, vão preparar as Guardas Municipais para atuarem como força auxiliar na preservação da ordem pública em todo o interior do Amazonas”, explicou.

Amazonas terá oito aeroportos privatizados pelo Governo Federal

O Diário Oficial da União de hoje (23) publica decreto presidencial que qualifica empreendimentos rodoviários, portuários e aeroportuários para o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Ele dispõe, ainda, sobre a inclusão de empreendimentos públicos federais dos setores portuário e aeroportuário no Programa Nacional de Desestatização (PND).

A medida se aplica a 24 aeroportos (um no Amapá, dois no Rio de Janeiro, dois em São Paulo, três em Minas Gerais, três no Mato Grosso do Sul, cinco no Pará e oito no Amazonas). Caberá ao Ministério da Infraestrutura fazer os estudos de modelagem. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ficará responsável pelos atos executivos necessários à desestatização.

“Dependendo de decisão futura baseada nos referidos estudos, as concessões poderão ser feitas separadamente ou em blocos”, informou, por meio de nota, a Secretaria Geral da Presidência da República. Acrescenta que essas medidas visam a “ampliação e modernização da infraestrutura mediante parcerias com a iniciativa privada”, de forma a dar maior competitividade ao país.

Entre os empreendimentos aeroportuários qualificados no PPI e incluídos no PND estão os aeroportos Santos Dumont e de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro; Congonhas e Campo de Marte, em São Paulo; os aeroportos Tenente Coronel Aviador César Bombonato (Uberlândia), Mário de Almeida Franco (Uberaba) e Mário Ribeiro (Montes Claros), ambos em Minas Gerais.

Outros terminais

A lista inclui, ainda, os aeroportos Val-de-Cans (Belém), Maestro Wilson Fonseca (Santarém), João Correa da Rocha (Marabá), Carajás (Parauapebas), Altamira (em Altamira), no Pará; os de Corumbá, Ponta Porã, e de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul; e o Aeroporto Internacional Alberto Alcolumbre, em Macapá (AP).

O Amazonas é o estado com maior número de aeroportos incluídos na lista: os de Parintins, Carauari, Coari, Eirunepé, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Lábrea e Maués.

O decreto qualifica também trechos das BRs 414, 080, 101, 116, 465, 493, 040, 495 em Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo; e inclui no Programa Nacional de Desestatização trechos das BRs 163 (MT), 230 (PA) e 040 (RJ).

Já no setor portuário, os empreendimentos qualificados no âmbito do PPI são os terminais PEL01 (no Porto de Pelotas, no Rio Grande do Sul); VDC10A (no Porto do Vila do Conde, Pará); MAC14 (no Porto do Maceió, Alagoas); SUA07, (no Porto de Suape, Pernambuco); e STS11 (no Porto de Santos, São Paulo). Completam a lista a Companhia das Docas do Estado da Bahia; e os portos de Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus, na Bahia. (ABr)

87% dos municípios finalizaram o ano letivo de 2020, aponta pesquisa da CNM

Estudo foi feito com 1.482 cidades e também trouxe informações sobre adesão ao ensino remoto. (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom)

Estudo aponta que 87% dos municípios conseguiram concluir o ano letivo de 2020. A pesquisa, realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), ouviu 1.482 localidades, das quais 1.167 (79%) finalizaram o calendário escolar do ano passado até 31 de dezembro e 123 (8%) em janeiro.

Segundo o levantamento, 13% das cidades ainda estão com o ano letivo de 2020 a ser concluído a partir de fevereiro deste ano.

A pesquisa também mostrou que alguns municípios tentaram reabrir as escolas. Apesar disso, em 74% das cidades o ensino remoto foi a única alternativa possível para a continuidade das atividades escolares.

Reportagem, Paulo Oliveira

Péssimas escolhas

A última semana terminou com uma frenética discussão de juristas e de políticos sobre a prisão em flagrante de um deputado federal pelo Supremo Tribunal Federal – STF e mantida por decisão da maioria dos deputados da Câmara Federal, mas deixaram de fora a responsabilidade do eleitor na escolha do seu representante e na qualidade das Cortes Superiores no Brasil.

O deputado federal Daniel da Silveira (PSL/RJ) publicou um vídeo nas redes sociais com várias acusações e ameaças contra ministros do STF. Num trecho ele diz: “Eu também vou perseguir vocês. Eu não tenho medo de vagabundo, não tenho medo de traficante, não tenho medo de assassino, vou ter medo de onze? Que não servem para porra nenhuma para esse país? Não… não vou ter. Só que eu sei muito bem com quem vocês andam, o que vocês fazem”. Além de fazer defesa do Ato Institucional-5 da Ditadura Militar, que, no final da década de 60, permitiu fechar o Poder Legislativo, cassar parlamentares e a suspender seus direitos políticos, e outros.

O Ministro do STF, Alexandre de Morais, relator do inquérito 4.781 /2019, que trata da “existência de notícias fraudulentas (fake news), denunciações caluniosas, ameaças e infrações revestidas de animus caluniandi, diffamandi ou injuriandi, que atingem a honorabilidade e a segurança do STF, de seus membros e familiares”, no qual o deputado federal é investigado, determinou a prisão do parlamentar, com base na Constituição Federal “que não permite a propagação de ideias contrárias a ordem constitucional e ao Estado Democrático (CF, artigos 5º, XLIV; 34, III e IV), nem tampouco a realização de manifestações nas redes sociais visando o rompimento do Estado de Direito, com a extinção das cláusulas pétreas constitucionais – Separação de Poderes (CF, artigo 60, §4º), com a consequente, instalação do arbítrio”, diz o despacho do ministro Moraes.

O ministro da Suprema Corte citou ainda a Lei nº 7.170/83 (Lei de Segurança Nacional) para afirmar que é crime quem tentar mudar, com emprego de violência ou grave ameaça, a ordem, o regime vigente ou o Estado de Direito e decide pela imediata efetivação da prisão em flagrante, por crime inafiançável do deputado Daniel Silveira, porque a perpetuação dos delitos se configuraria no vídeo que “permanecia disponível e acessível a todos os usuários da rede mundial de computadores”.

Por outro lado, a defesa do deputado e vários juristas renomados, como Ives Granda Martins e outros, defendem que o artigo 53 da Constituição Federal determina que “Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”. Portanto, o edil tem expressão plena. E mais: a prisão em flagrante do deputado não encontra amparo legal nem na Carta Maior nem no Código Penal vigente no País, pois um vídeo na internet não se configura crime permanente, posição apoiada pelos juristas Conrado Gontijo e Pedro Serrano.

Ao logo dos últimos 40 anos no Brasil, período de vigência do regime democrático, já aconteceram inúmeros conflitos sobre autonomia dos Poderes da República, Inviolabilidade Parlamentar e a Liberdade de Expressão: quando da criação do Conselho Nacional de Justiça – CNJ, da instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI para investigar obras superfaturadas no Poder Judiciário e da prisão em flagrante do senador Delcídio do Amaral, mas tudo foi solucionado dentro da ordem democrática.

Tais conflitos passam também pela responsabilidade do eleitor que pode melhorar os tribunais superiores e a qualidade do Congresso Nacional. Basta votar com responsabilidade, com ética, com interesse coletivo. É o eleitor quem escolhe os congressistas e o presidente do País, e, é a indicação do presidente e a maioria dos senadores que legitimam as nomeações dos Ministros dos Tribunais Superiores.

Quando se faz péssimas escolhas o país não avança e, como consequência direta temos cortes de tribunais superiores desgastadas, Casas Legislativas expostas por crimes e governos ineficazes.

*Carlos Santiago – Sociólogo, Analista Político, Advogado e membro da Academia de Letras e Culturas da Amazônia – ALCAMA.

Comissão vai debater os impactos da pandemia na economia do AM

(Foto: Daniel Mello)

O agravamento da pandemia de Covid-19 no Amazonas e o impacto das medidas sanitárias restritivas ao comércio, bem como o socorro aos principais setores, serão debatidos nesta terça-feira (23), às 14h, em Audiência Pública virtual da Comissão de Indústria, Comércio e Zona Franca da Assembleia Legislativa do Amazonas (CICZF-Aleam). O tema foi proposto pelo deputado estadual Wilker Barreto (Podemos), presidente do órgão técnico da Casa Legislativa, e visa discutir soluções para minimizar a crise financeira decorrente da suspensão das atividades comerciais no Estado.

A reunião atende a solicitações de empresários, que buscam alternativas para diminuir os prejuízos e evitar mais desempregos de trabalhadores que clamam por alternativas para garantia de suas fontes de renda. Mais de 20 entidades como associações, fundações, sindicatos e representantes de classes do comércio, indústria e serviços estarão presentes no evento virtual, como a Abrasel, Fecomércio, CDLM, Corecon, ACA, Afeam, Sefaz, Semef, Manauscult, entre outros.

Para Wilker, a falta de ações específicas do poder público durante a crise financeira de Covid-19 vem deixando muitas famílias confinadas passando fome, além de elevar o número de desempregados no Estado.

“A pandemia está devastando o comércio e provocando uma onda de desempregos, falência e fome. O lockdown já vimos que é necessário, mas não existe confinamento sem socorro social, é preciso ajudar de forma digna os mais necessitados”, afirmou o presidente da CICZF.

Outro ponto que será defendido na reunião é a proposta de prorrogação das carências de empréstimos e financiamentos feitos em 2020, durante a pandemia. A sugestão, feita por Barreto em Sessão Ordinária híbrida da última quinta-feira, 18, visa aumentar o prazo de pagamento de mais de 567 contratos feitos em 2020 que totalizaram mais de R$ 12 milhões em recursos.

“A nossa expectativa de melhora na economia para 2021 não prosperou e muitos empresários não irão conseguir pagar seus compromissos, com suas carências se encerrando daqui a dois, três meses. A postergação do prazo dará um alívio e fôlego para quem optou pela ajuda financeira”, finalizou.

Estado mantém serviços de segurança durante pontos facultativos desta terça (23) e quarta-feira (24)

Provas do Enem serão realizadas em 292 escolas do estado.

Os serviços da área de segurança pública serão mantidos pelo Governo do Amazonas nesta terça (23/02) e quarta-feira (24/02), dias em que serão aplicadas as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no estado. Na última sexta-feira (19/02), o governador do Amazonas, Wilson Lima, decretou ponto facultativo nestes dois dias, para não prejudicar mais de 200 mil estudantes inscritos no exame, que deveria ter acontecido no ano passado, mas foi adiado devido à pandemia de Covid-19.

O decreto, publicado no Diário Oficial de sexta-feira (19/02), determina que a Secretaria de Educação e Desporto (Seduc) promova a compensação das horas normais de ensino, se houver necessidade, e que a Secretaria de Estado de Administração e Gestão (Sead) organize banco de horas relativo aos pontos facultativos, com possíveis compensações pelos servidores do Poder Executivo.

“Essa medida é para garantir que os alunos tenham acesso ao nível superior, ao ensino superior. É importante que haja um esforço de todos e que evitem, ao máximo, estar nas ruas na terça e quarta-feira, principalmente no horário entre 11h e 13h, que é o momento em que os candidatos estarão se locomovendo para as salas de aula”, reforçou o governador, durante transmissão ao vivo nas redes sociais do Governo do Amazonas, na sexta-feira.

O Amazonas conta com 206.076 candidatos inscritos, sendo 160.576 em Manaus e outros 45.500 nas demais cidades do interior, conforme levantamento do Ministério da Educação (MEC).

Monitoramento – A Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), por meio da Secretaria Executiva-Adjunta de Planejamento e Gestão Integrada (Seagi), coordenará o processo de atuação com órgãos das esferas federal, estadual e municipal, observando a movimentação nas cidades do Amazonas onde ocorrerão as provas, através de ferramentas de monitoramento (imagens, ocorrências, denúncias) e comunicação (rede-rádio, sistemas, canais de comunicação vertical e horizontal), a partir das 6h desta terça-feira (23/02).

O Ciops também estará em funcionamento, desempenhando papel de coleta de informações em tempo real.

O planejamento da operação integrada “Enem 2020” foi construído previamente ao longo do ano passado, em conjunto com as agências participantes, resultando num plano tático integrado de segurança, apropriado ao Exame.

A Polícia Militar do Amazonas (PMAM) manterá os serviços essenciais oferecidos pela corporação: atendimento de ocorrências, viaturas e operações. O Corpo de Bombeiros suspenderá o expediente administrativo, mas a corporação estará em prontidão em todas as unidades do interior e da capital, redobrando a atenção quanto aos atendimentos durante o período e atendendo emergências via 193.

Irão funcionar, em regime de plantão 24 horas, as Centrais de Flagrantes 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), 6º DIP, 14º DIP, 19º DIP, a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), a Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai), a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) e a Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM) zona centro-sul. As demais delegacias da Polícia Civil não irão funcionar.

Durante os pontos facultativos, a Defesa Civil atuará com efetivo normal, tanto no apoio às atividades voltadas para o Comitê de Crise, quanto nas ações destinadas à preparação dos municípios que já estão acometidos pela cheia 2021. Além disso, o Centro de Monitoramento e Alerta (Cemoa) realiza, diariamente, o acompanhamento da previsão do tempo e subida dos rios.

Decreto do governo obriga postos a detalharem preço dos combustíveis

Bolsonaro exige que estabelecimentos tenham painel informando composição dos valores, destacando tributos pagos pelo cliente.

O governo federal publicou no Diário Oficial da União desta terça-feira (23) um decreto que obriga os postos de combustíveis do país a divulgarem detalhadamente os preços de cada opção nas bombas em no máximo 30 dias.

‘Queremos diminuir os impostos sobre combustíveis’, diz Bolsonaro

Segundo o texto do decreto, os estabelecimentos têm que deixar claro o preço real e o promocional dos combustíveis e ainda o quanto o consumidor está pagando de tributos pelo que vai levar.

“Os postos revendedores de combustíveis automotivos ficam obrigados a informar os valores estimados de tributos das mercadorias e dos serviços oferecidos por meio de painel afixado em local visível do estabelecimento”, afirma o artigo 3º.

O quarto artigo traz uma série de detalhes que precisam ser apresentados em painéis pelos postos de combustível. São eles:

– o valor médio regional no produtor ou no importador;

– o preço de referência para o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS;

– o valor do ICMS;

– o valor da Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins; e

– o valor da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico combustível – CIDE-combustíveis.

O decreto passa a valer 30 dias após a publicação. (R7)

Prefeitura emite nota sobre pedido do MPE para afastamento de David Almeida e secretária da Semsa

(Imagens: Reprodução)

Sobre a Ação de Improbidade Administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Estado (MPE-AM), nesta segunda-feira, 22/2, contra o prefeito de Manaus, David Almeida, a secretária municipal de Saúde, Shadia Fraxe, e dez médicos, a Prefeitura de Manaus esclarece que todos os atos foram realizados de forma correta e sem ilegalidade, e que eventuais desacertos serão esclarecidos na forma da lei e com total transparência.

É imperativo reforçar que o prefeito David Almeida instituiu como ação de transparência, a Comissão de Apuração e Fiscalização do Plano de Imunização da Prefeitura de Manaus, para realizar, entre outros trabalhos, o levantamento de comportamentos inadequados de servidores.

Ressalte-se ainda a não existência de prejuízos ao erário, nem enriquecimento de quem quer que seja, considerando que os envolvidos são profissionais que efetivamente trabalharam e cumpriram expediente legalmente, em atendimento aos princípios do direito administrativo e à preocupação emergencial de salvar vidas.

Comissão

A Comissão de Apuração e Fiscalização do Plano de Imunização da Prefeitura de Manaus foi instituída pelo Decreto nº 5.015, de 26/1. Cabem aos integrantes da comissão a auditoria das listas de vacinação, elaboradas pelas unidades de saúde, órgãos ou entidades vinculadas e a apuração das irregularidades cometidas por agentes públicos municipais na execução do plano de imunização, além da apuração de denúncias do não cumprimento das regras de prioridades e das fases de vacinação.

POLÍTICA

CMM aprova reajuste para profissionais da educação da rede municipal

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ECOLÓGICAS

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