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Covid-19: Estoque de vacinas pode acabar entre hoje e amanhã em Manaus e no Rio

Funcionária do Butantan segura um frasco da vacina CoronaVac. ─ Foto: Amanda Perobelli / Reuters

O estoque de vacinas contra o coronavírus está próximo do fim em algumas capitais do Brasil. Em Manaus, as doses podem acabar já nesta sexta-feira (12). No Rio, os imunizantes são suficientes até sábado (13). Caso novas doses não sejam recebidas, o calendário de vacinação pode ser alterado. As informações são da CNN Brasil.

A situação mais complicada é na capital do Amazonas. O Ministério da Saúde ainda não tem um posicionamento oficial sobre o envio de uma nova leva. Segundo apuração da analista Renata Agostini, que conversou com o governador Wilson Lima (PSC), a situação no interior é um pouco melhor, por uma situação logística, já que as localidades receberam os lotes um pouco depois da capital.

Manaus é uma das cidades mais afetadas pelo coronavírus no Brasil. O sistema de Saúde está pressionado e mais de 500 pacientes já precisaram ser transferidos para outros estados para poder encontrar leitos de UTI – desses, 52 morreram.

No Rio de Janeiro, segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, uma opção analisada é aguardar uma nova remessa de doses da vacina de Oxford. Outra possibilidade é utilizar as doses da Coronavac integralmente, já que parte da remessa foi guardada para garantir a segunda dose de quem já recebeu a primeira.

Mas, para que as “doses reservadas” da Coronavac sejam utilizadas, o Rio aguarda por um aval do Ministério da Saúde sobre o envio de um novo lote até o início de março.

Em entrevista à CNN nesta sexta-feira (12), o secretário estadual de Saúde do Rio, Carlos Alberto Chaves, afirmou que aguarda por um posicionamento do Ministério da Saúde e que o estado será rápido no envio dos novos lotes. “Distribuo as doses no dia seguinte se [o Ministério da] Saúde disser quando vão chegar mais vacinas.”

Balsa é apreendida com mais de 22 mil botijas de gás no rio Solimões

A embarcação trafegava sem licença. (Foto: Divulgação/SSP-AM)

Equipes da Base Fluvial Arpão, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), durante patrulhamento no rio Solimões realizaram, na última quarta-feira (10/02), a apreensão de 22,2 mil unidades de botijões de gás GLP, que trafegavam sem licença.

De acordo com a assessoria, a carga estava em uma embarcação e balsa tanque, oriunda de Manaus, e tinha como destino o município de Tefé. Na ocasião, um homem de 43 anos foi detido.

Por volta das 17h, os policiais abordaram a embarcação transportando a substância tóxica e perigosa, sem as exigências estabelecidas em leis do Órgão Ambiental Regulador para transporte, o que poderia ocasionar acidentes graves, como explosões.

A carga foi exibida para a autoridade policial, e o responsável pelo transporte foi conduzido à 10ª Delegacia do município de Coari (a 363 quilômetros da capital).

O prejuízo ao crime está estimado em R$ 1,5 milhão.

(Foto: Divulgação/SSP-AM)

A Base Arpão foi criada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e atua de forma integrada com efetivos das Polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Federal, Força Nacional, Secretaria de Operações Integradas (Seopi), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A Operação “Hórus” é um dos eixos do Programa Nacional de Segurança de Fronteiras e Divisas (Vigia), do Ministério da Justiça.

As denúncias podem ser feitas através do 181, o disque-denúncia da SSP-AM. O serviço é gratuito e funciona 24 horas por dia em todo o estado.

Denúncias

Transportar, armazenar substância tóxica, perigosa ou que causam danos à saúde humana ou ao meio ambiente, sem licença ou exigências estabelecidas em leis, é crime e pode ser denunciado ao 181, o disque-denúncia da SSP-AM.

*Com informações da assessoria

Itacoatiara receberá concentradores de oxigênio doados pela Unicef, diz Cabo Maciel

Deputado Cabo Maciel (PL)

“Além de Manaus, os municípios de Itacoatiara, Tefé, Tabatinga, Lábrea e Carauari serão beneficiados pela doação de 80 concentradores de oxigênio comprados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)”. A afirmação é do deputado estadual Cabo Maciel (PL).

Sempre atento às questões que dizem respeito ao município de Itacoatiara (a 176km de Manaus), o parlamentar liberal acompanha os projetos relacionados à saúde, educação, infraestrutura e ao setor primário.

Conforme a chefe do escritório do Unicef em Manaus, Débora Nandja, os concentradores de oxigênio doados pelo Unicef e Opas são de 5 litros e têm como objetivo suprir a demanda nos leitos das unidades de saúde. Além disso, ela explica que os equipamentos, viabilizados em parceria com as Lojas Americanas e Modern Logistics, poderão ser usados em casos de transferência e deslocamento de pacientes, principalmente do interior.

De acordo com Cabo Maciel esses concentradores vão ser distribuídos para cinco municípios escolhidos pelo próprio Governo do Estado, são os municípios que nesse momento precisam mais, e é mais uma ação do Unicef contra o enfrentamento da pandemia para garantia de saúde e direitos de crianças, adolescentes e famílias em geral aqui no Estado do Amazonas.

Serviço do Banco Central ajuda a descobrir uso de dados vazados

A preocupação do brasileiro sobre a segurança da sua privacidade na internet cresceu.

Após dois vazamentos de dados em massa no Brasil, que envolveram até mesmo autoridades da república, como o presidente Jair Bolsonaro, e a venda dessas informações na deep web, a preocupação do brasileiro sobre a segurança da sua privacidade na internet cresceu, o que proporcionou o surgimento de sites para este tipo de consulta, como o Fui Vazado.

Mas você sabia que o Banco Central do Brasil (BC) já oferece um serviço que possibilita ao cidadão consultar todas as contas bancárias, financiamentos e dívidas abertas em seu nome? Trata-se do Registrato, que fornece relatórios sobre a vida financeira de todos os correntistas dos bancos que atuam no Brasil.

Saiba como acessar o Registrato

Acessar o Registrato é simples, caso você seja correntista da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil, Santander, Itaú, Bradesco, Sicredi ou Sicoob, a solicitação do acesso pode ser feita diretamente pelo pelo aplicativo do banco ou pelo internet banking. Outra opção de acesso é por um certificado digital.

Cada banco tem um caminho diferente para acessar o serviço e conseguir o PIN para finalizar o cadastro através do aplicativo, caso o cadastramento seja por meio do internet banking, você precisará preencher seus dados na página do Banco Central, que irá gerar um código alfa numérico chamado de frase de segurança, que precisa ser validada no site do banco.

Depois disso, você deverá definir o e-mail e a senha para cessar o Registrato. Dentro do site, é possível gerar quatro tipos de relatórios: Suas chaves Pix, suas dívidas, suas operações na bolsa de valores e os bancos em que você é correntista.

Os bancos digitais, como Nubank, Next e Neon, não possuem a opção de solicitação de acesso em seus aplicativos. Caso você só tenha conta em um desses bancos, será necessário fazer uma solicitação de acesso por meio de um protocolo digital, o portal por onde estão sendo encaminhados os documentos para o BC durante a pandemia da Covid-19. (UOL)

CONFIRA O TEMPO NESTA SEXTA-FEIRA

(Climatempo)

Covid-19: David Almeida comemora marca de 100 mil doses de vacina aplicadas em Manaus

Prefeito David Almeida (Avante)

O prefeito de Manaus, David Almeida, comemorou, junto ao grupo de vacinadores, o marco das 100 mil doses aplicadas de vacina contra a Covid-19, alcançado às 12h45, desta quinta-feira, 11/2. Essa é a demonstração do compromisso da gestão com a campanha de vacinação, que adotou estratégias que estão servindo de modelo para outras cidades.

“Chegamos a 100 mil doses aplicadas, e todo trabalho tem sido muito importante, tanto dos digitadores, vacinadores, os que trabalham nos postos de vacinação, as equipes de trânsito, e o trabalho de todas as secretarias, agindo de maneira integrada”, comemorou o prefeito David Almeida.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) está coordenando a campanha, que alcançou nesta quinta-feira a marca de 96 mil pessoas vacinadas com a primeira dose e 3.630 profissionais da saúde, que já tomaram a segunda dose de CoronaVac. Os públicos até então contemplados, são mais de 45 mil trabalhadores da saúde e mais de 51 mil idosos acima dos 70 anos, além de povos indígenas, ribeirinhos, idosos institucionalizados e Pessoas com Deficiência (PcD).

Ao todo, o Ministérios da Saúde já enviou 207.312 doses, nas quatro remessas destinadas a Manaus, dessas, 133.172 são de CoronaVac/Butantan (equivalentes à primeira e segunda doses) e 74.140 de AstraZeneca/Oxford (equivalente apenas à primeira dose). Para ambas, foi considerado o quantitativo do público-alvo estimado pelo Ministério da Saúde e a reserva técnica de 5%, obrigatória conforme o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

O prefeito ainda comentou que a capital tem tratado com maior transparência e segurança a questão da vacina que compete à gestão municipal, disponibilizando pessoal e estrutura, inclusive com possibilidade de aumento, caso necessário, devido ao recebimento de novas doses.

Competências

A Prefeitura de Manaus ressalta que é competência do Ministério da Saúde realizar a compra das doses de vacina contra a Covid-19, por meio de acordos entre outros países e institutos de pesquisa. Além disso, é o próprio ministério que publica o Plano Nacional de Operacionalização da Vacina, definindo a ordem de prioridade dos grupos para imunização, e recomenda de que maneira cada uma das fases deve seguir.

Cabe ao governo do Estado repassar as doses da vacina e ordenar a lista com os nomes dos que devem ser contemplados, e à Prefeitura de Manaus a aplicação da vacina e definição das estratégias, para que essa ação seja mais ágil e estruturada possível.

Grupos prioritários contemplados na fase atual da campanha

Trabalhadores da saúde; idosos com 70 anos ou mais; indígenas aldeados; idosos com 60 anos ou mais internados em instituições de longa permanência; pessoas com deficiências residentes em instituições de assistência.

*Com informações da assessoria

Eduardo cobra do ministro da Saúde uma força-tarefa para vacinar população do AM contra a Covid-19

Senador Eduardo Braga (MDB)

Em sessão de debates temáticos promovida pelo Senado, nesta quinta-feira (11/02), Eduardo Braga (MDB/AM) cobrou do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a constituição de uma força-tarefa para que seja realizada vacinação em massa da população amazonense contra a Covid-19. Pazuello afirmou aos senadores que a pasta e o Ministério da Defesa se preparam para imunizarem todos os cidadãos do Estado com mais de 50 anos.

“É preciso fazer mais, de forma objetiva e prática. A única resposta que temos, ministro, é se Vossa Excelência, as Forças Armadas, o Estado e o município se mobilizarem para essa vacinação. O nosso povo está chorando pela morte dos parentes e dos amigos”, alertou o parlamentar, que, na semana passada, apresentou um Projeto de Indicação no Senado para que sejam encaminhadas ao Estado, com urgência, 1 milhão de doses de vacinas contra o coronavírus.

Diante dos demais colegas da Casa, o senador salientou que a crise sanitária sem precedentes registrada no Amazonas, em virtude da disseminação desenfreada da Covid-19, especialmente da cepa já identificada, está longe de ser resolvida, como disse Pazuello momentos antes.

“Não está tudo bem. Não está tudo certo. E não foi feito tudo que poderia ser feito”, disse Eduardo, que lembrou o titular da Saúde a respeito de uma reunião ocorrida entre eles, na sede do ministério, ainda em dezembro de 2020. “Eu já dizia que iríamos enfrentar uma onda muito grave. Sugeri, ainda, que assumisse uma unidade hospitalar no Amazonas diante da comprovação da ineficiência do Governo do Estado durante a primeira onda da doença.”

O parlamentar esclareceu que não procede a informação repassada pelo ministro de que a falta de oxigênio nas unidades de saúde ocorreu em virtude de falhas numa rede pressurizada existente Estado. “Isso não é verdade. Essa rede não existe”, disse ele, que também alertou para a continuidade da escassez do insumo no interior amazonense. “Lá continuam sofrendo com a falta de oxigênio.”

A verdade, destacou Eduardo, é que o Amazonas registra uma média de 228 óbitos por Covid-19 a cada 100 mil habitantes, mais do que o dobro da média registrada no país: 112 a cada 100 mil.

“Em janeiro, morreram 3.529 amazonenses – uma média de 113 mortes por dia. O que é mais triste é que a média de fevereiro deve ser mais alta. O problema não está resolvido. A situação está num patamar de casos e mortes altíssimo”, afirmou. “Neste momento, estão morrendo 164 pessoas no Amazonas, em média, com certidão de óbito. O diagnóstico nem sempre é a Covid-19 porque o senhor, ministro, sabe que tem gente morrendo sem passar por hospital. No interior, tem gente morrendo em casa e sendo enterrada no quintal.”

*Com informações da assessoria

ONG atende famílias manauaras impactadas pela crise na saúde

Mais de 30% das famílias que vivem em Manaus sobrevivem com menos de R$500,00 por mês. Diante deste cenário, organização humanitária busca atenuar os impactos sociais e econômicos da crise na saúde.

Nos últimos meses houve um colapso no sistema de saúde em Manaus (AM) com o aumento drástico do número de casos de COVID-19 na cidade.

As consequências sociais, econômicas e psicológicas da pandemia agravaram um cenário que já era preocupante. Mais de 30% das famílias que vivem em Manaus sobrevivem com menos de R$500,00 por mês, sendo que grande parte delas possui até seis pessoas em sua composição familiar. Com a diminuição no valor do auxílio emergencial para R$300,00, as famílias têm dificuldade para comprar itens básicos de alimentação

O turismo, um dos segmentos responsáveis por movimentar a economia do Estado, teve uma queda de mais de 70% no faturamento durante a pandemia e milhares de pessoas perderam seus empregos. Diante de tal cenário, elas buscam alternativas para a geração de renda, como a venda de produtos em semáforos, se expondo ainda mais aos riscos de contaminação pela COVID-19 e a situações de exploração e violência.

Resposta à crise

Para atenuar a crise, a Aldeias Infantis SOS Brasil lançou uma campanha para apoiar mil famílias e seus filhos, entre elas, famílias manauaras, quilombolas, ribeirinhas, indígenas, refugiadas, entre outras, todas residentes em Manaus.

A ação tem foco na atenuação da crise sanitária, na promoção da segurança alimentar e na assistência psicossocial às famílias, assegurando os cuidados parentais às crianças.  Para isso, conta com doações pelo site.

Com as doações a organização irá distribuir cestas básicas, cartões alimentação, produtos de higiene e kits de prevenção contra a COVID-19 (compostos por máscaras, álcool em gel e termômetro), apoiando cada uma dessas famílias durante quatro meses. Com o colapso do sistema de saúde e o impacto da pandemia na renda familiar, milhares de pessoas precisam de ajuda para receber o mais básico para sua proteção.

Sobre a Aldeias Infantis SOS Brasil

A Aldeias Infantis SOS Brasil (SOS Children’s Villages International) é uma organização humanitária, sem fins lucrativos, não governamental e independente, que luta pelo direito das crianças, jovens e adolescentes a viverem em família. No mundo, é a maior organização de atendimento direto à criança. A Aldeias Infantis SOS Brasil advoga pelos direitos da infância e atua junto a meninos e meninas que perderam o cuidado parental ou estão em risco de perdê-lo, além de dar reposta a situações de emergência. Fundada na Áustria, em 1949, está presente em 136 países. No Brasil, atua há 53 anos e mantém mais de 70 projetos, em 31 localidades de Norte ao Sul do país. Ao trabalhar junto com famílias em risco de se separar, para que fiquem mais fortes, e fornecer cuidados alternativos para crianças e jovens que perderam o cuidado de suas famílias, a Aldeias Infantis SOS Brasil luta para que nenhuma criança tenha que crescer sozinha.

Com piora na crise em Manaus, produção de motos cai bruscamente em janeiro

A segunda onda de Covid-19 no Amazonas impôs restrições e freou a produção neste início de ano. (Foto: BMW Motorrad)

O Amazonas, e principalmente a capital Manaus, é o estado brasileiro que mais está sentindo o impacto da segunda onda do novo coronavírus. A região, em grave crise sanitária, passou por diversas medidas restritivas com o intuito de conter a disseminação do Covid-19. Entre inúmeros fatores, acabou impactando na produção de motocicletas em janeiro.

Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), no primeiro mês de 2021, 53.631 motocicletas saíram das linhas de produção no Polo Industrial de Manaus (PIM).

Este número representa uma queda de 27% em relação a dezembro, que já foi um mês de baixa, com 73.471 unidades produzidas. Em comparação com janeiro de 2020, no pré-crise, a queda é ainda mais vertiginosa, de impressionantes 46,5% (100.292 motocicletas).

Para o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, a queda já era esperada, pois a cadeia produtiva foi fortemente impactada pela segunda onda do coronavírus na cidade de Manaus, o que levou o governo estadual a impor restrições à circulação de pessoas e instituir o toque de recolher.

“Essas medidas levaram muitos fabricantes a reduzir suas jornadas e trabalhar em um único turno. Além disso, tivemos paralisações temporárias em algumas empresas devido à falta de insumos”, explica.

De acordo com Fermanian, o cenário adverso neste início do ano não deve alterar a estimativa da entidade de produzir 1.060.000 motocicletas em 2021. “O impacto de janeiro já estava nos nossos radares. A maior dificuldade para todos os setores da economia é saber como ficará a situação da pandemia nos próximos meses”.

O presidente da Abraciclo explica ainda que não será possível atender à demanda e acabar com a fila de espera por motocicletas. Atualmente existem cerca de 150 mil pessoas, principalmente aquelas que adquiriram o veículo por meio de consórcio, aguardando sua motocicleta.

“Esperávamos atender uma parte delas agora. No entanto, as novas restrições impostas pelo aumento de casos de Covid-19 impediram que as fabricantes mantivessem o mesmo ritmo de produção dos últimos meses de 2020”. (Diário do Poder)

Vídeo de Nego Di zombando estado de saúde de Arlindo Cruz gera revolta

O filho do sambista fez um post nas redes sociais: "Espero nunca mais ter o desprazer de te encontrar em algum lugar. Tomaremos as atitudes cabíveis".

O filho de Arlindo Cruz, o Arlindinho Cruz, está revoltado com um vídeo de Nego Di, de antes de ele entrar na casa do BBB 21, em que o brother zomba do estado de saúde de seu pai. E com razão.

Nas imagens, de um programa do YouTube em que o assunto é a perda do poder do brasileiro de tomar decisões, Nego Di fez um paralelo com Arlindo Cruz, que estava em coma. “O Arlindo Cruz está até hoje! Os caras postam foto dele falando ‘Recuperação a mil’ e você olha a cara e está assim”, comenta Nego Di, imitando o cantor.

Pelo Instagram, Arlindinho fez um desabafo e prometeu processá-lo. “Justiça vai ser feita e da forma mais severa, espero nunca mais ter o desprazer de te encontrar em algum lugar, pois aí a conversa vai mudar de tom. Assim que você sair da casa, tomaremos as atitudes cabíveis, mexeu com a pessoa errada e com a família da pessoa errada”, escreveu.

Em entrevista à Quem, Arlindinho disse que se sentiu enojado com a comparação feita pelo comediante. “Minha irmã me ligou chorando, assustada com o vídeo. Antes disso, tinha pensado até em torcer por ele no ‘BBB21’, por ser comediante, por ser negro, um cara que tem ligação com o samba. Mas aí ele falou mal de músicos que tocam instrumentos como reco-reco, falou que quem tocava reco-reco não podia ser considerado músico. Olha isso! Um dos maiores humoristas negros do Brasil, o Mussum, defendia o reco-reco, era a marca dele. Depois disso, fiquei chocado com ele e ontem me apareceu esse vídeo”, afirmou.

Arlindo Cruz sofreu um AVC em 2017 e segue em recuperação desde então.

Assista:

 

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(Catraca Livre)

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