Câmara Municipal de Iranduba homenageia alunos do SESI destaques em robótica

Ação movida por Rodrigo Guedes em 2019 contra Cartel de Combustíveis será julgada em abril pelo TJAM
A luta do vereador Rodrigo Guedes (PP) contra a prática do cartel de combustíveis em Manaus ganha mais um capítulo e pode ter efeitos positivos para a população, isso porque a ação civil pública apresentada em 2019 enquanto estava à frente do Procon-Manaus, aponta as irregularidades cometidas pelos postos de combustíveis, será julgada pelo Tribunal de Justiça do Amazonas em abril.
Em 2019, como secretário do Procon Manaus, Rodrigo Guedes moveu uma ação civil pública com a Força Tarefa do Consumidor composta pela Defensoria Pública do Estado (DPE-AM), o Ministério Público do Amazonas (MP-AM), o Procon-AM e o Procon Manaus contra os postos de gasolina que cometeram prática abusiva no valor dos combustíveis.
A ação teve origem após os órgãos fiscalizadores constatarem que, apesar de uma redução anunciada pela Petrobras de 14,5% no valor da gasolina nas refinarias em junho de 2019, os postos de combustíveis não repassaram essa queda ao consumidor final, mantendo preços altos ou aumentando-os.
À frente do Procon, Guedes também identificou que 57 postos de combustíveis aumentaram e reduziram o preço no mesmo dia, o que deixou fortes indícios da prática de cartel. Além disso, foi identificado que 13 proprietários foram condenados por crime de corrupção ativa e passiva, crime contra a ordem tributária e econômica, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, durante a Operação Carvão, deflagrada pela Polícia Federal, em 2003.
Agora, o objetivo da ação é responsabilizar os postos de combustíveis de Manaus por danos morais coletivos, decorrentes de práticas abusivas nos preços e do não repasse de reduções no valor cobrado nas refinarias ao consumidor final. Assim, o TJAM pautou para o próximo dia 13 de abril o julgamento do recurso da Defensoria Pública, onde Guedes foi um dos autores da ação,
A Força Tarefa também solicitou liminarmente a redução de 14,5% do preço da gasolina, que correspondia ao percentual anunciado pela Petrobras nas refinarias no mês anterior (junho de 2019).
“Os postos de combustíveis precisam ser responsabilizado por essa prática extremamente abusiva contra os consumidores amazonenses. A frente do Procon enviamos documentos com pesquisa interna que fizemos e relatório interno bem detalhado sobre uniformização de preços, ou seja cartel, agora esperamos de verdade que a justiça seja feita e o consumidor pague o que é justo”, defendeu.
Prefeitura de Manaus inicia entrega de 100 toneladas de pescado e beneficia 40 mil famílias na Semana Santa
A Prefeitura de Manaus, por meio do Fundo Manaus Solidária (FMS), iniciou, nesta terça-feira, 24/3, a distribuição gratuita de 100 toneladas de pescado para famílias em situação de vulnerabilidade social. A ação começou pelo bairro Cidade de Deus, na zona Norte da capital, e deve alcançar cerca de 40 mil famílias em todas as zonas da cidade.
A iniciativa integra o projeto “Páscoa na Floresta”, que une solidariedade, segurança alimentar e cuidado com a população, especialmente com as crianças durante o período da Semana Santa.
De acordo com a presidente do FMS, Viviana Lira, mais do que a entrega de alimentos, a ação representa um momento de união entre poder público, voluntários e comunidade.
“É a segunda edição do ‘Páscoa na Floresta’, levando às comunidades respeito e dignidade por meio desse alimento tão importante na mesa das famílias”, destacou Viviana.
A presidente do FMS também ressaltou a importância das parcerias com instituições sociais, que contribuem diretamente para ampliar o alcance da iniciativa e garantir que o pescado chegue a quem mais precisa.
A ação emocionou os moradores beneficiados. O aposentado Marco Antônio agradeceu a iniciativa da prefeitura e destacou a importância do cuidado com a população. “Eu agradeço à Prefeitura de Manaus e a todos que colaboram pelo bem-estar do povo. É uma ajuda muito importante para a gente”.
Já Felomena Nascimento comemorou o recebimento do pescado, ressaltando a alegria em poder garantir o alimento para a Semana Santa. “É uma alegria receber esse presente. A gente agradece à prefeitura, porque ajuda muito na Semana Santa”, agradeceu a aposentada.
Para a técnica de enfermagem Ângela Maria, de 55 anos, o impacto da ação é significativo, principalmente para famílias em situação de vulnerabilidade. Segundo ela, iniciativas como essa fazem a diferença na vida de quem mais precisa. “Esse projeto é muito importante, porque muitas famílias não têm o que comer. Esse peixe faz a diferença na mesa de quem mais precisa”, concluiu.

Programação
Além da distribuição de peixes, a programação do projeto inclui atividades lúdicas, educativas e culturais. O encerramento está previsto para o domingo, 29/3, às 17h, no parque temático Gigantes da Floresta, com distribuição de ovos de Páscoa, apresentações culturais, atividades infantis e momentos de confraternização para toda a família.
A entrega do pescado segue nesta quarta-feira, 25 de março, com distribuição em instituições credenciadas na zona Oeste. Na sexta-feira, 27 de março, a ação chega à zona Leste, e no sábado, 28 de março, será finalizada na zona Sul, garantindo que o alimento da Semana Santa chegue a todas as regiões de Manaus.
Lei que criou a Semana de Preservação dos Igarapés completa dez anos e ganha destaque na CMM

O Grande Expediente da Sessão Plenária da Câmara Municipal de Manaus (CMM), realizado nesta terça-feira (24 de março), no Plenário Adriano Jorge, teve como destaque a preservação dos igarapés da capital, com ênfase nos dez anos da Lei nº 2.130/2016, de autoria do vereador Professor Samuel (PSD), que instituiu a Semana da Preservação dos Igarapés de Manaus. A data serviu como marco para fortalecer o debate sobre conscientização ambiental, tema amplamente discutido durante a sessão.
A importância de políticas públicas aliadas ao engajamento da população foi reforçada como fundamental para a proteção desses recursos hídricos. Durante o debate, a conscientização da sociedade foi apontada como um dos principais caminhos para enfrentar os impactos ambientais, sociais e econômicos causados pelo descarte irregular de lixo.
O vereador Professor Samuel (PSD), ao celebrar a década da legislação, destacou os avanços e os desafios ainda presentes. Ele ressaltou o trabalho das ecobarreiras, que evitam que mais de 300 toneladas de resíduos cheguem ao Rio Negro todos os meses, evidenciando a importância de ações concretas aliadas à mudança de comportamento da população.
“Os nossos igarapés são as veias desta cidade. Quando eles entopem, a água invade a casa do trabalhador manauara. O rio não é lixeira. A mudança que vai salvar Manaus começa na porta da nossa casa,” afirmou o vereador Professor Samuel (PSD), enfatizando a necessidade de engajamento da população e de uma fiscalização mais rigorosa.
Segurança no transporte público
O vereador Dione Carvalho (Agir) trouxe à tribuna preocupações sobre a conduta de motoristas do transporte alternativo em Manaus, destacando que alguns profissionais não respeitam leis ou usuários e a necessidade de fiscalização mais efetiva, com atenção especial aos chamados “amarelinhos”.
“Existem bons motoristas que merecem reconhecimento, mas precisamos melhorar a fiscalização para garantir um serviço de qualidade à população,” disse o vereador.
Violência contra a mulher
O vereador Rodrigo Sá (Progressistas) abordou a violência de gênero, chamou atenção para casos recentes de feminicídio e reforçou a importância de engajamento da sociedade e das associações para criar uma rede de proteção eficaz.
“A violência contra a mulher precisa ser enfrentada com medidas efetivas e rede de proteção. Devemos ensinar respeito desde casa e fortalecer a sociedade para proteger as mulheres,” destacou o parlamentar.

Valorização profissional
O vereador Sérgio Baré (PRD) falou sobre o Projeto de Lei nº 1731/2021, que institui o piso salarial dos fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, destacando a mobilização dos sindicatos e a necessidade de ação concreta do Senado Federal.
“O PL 1731 é inegociável e fundamental para valorizar os fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. É preciso que o Senado Federal dê andamento ao projeto, garantindo tramitação e nomeação de relator. Esses profissionais merecem reconhecimento pelo trabalho diário nos hospitais, UBSs e centros de reabilitação,” afirmou o parlamentar.
Os debates realizados durante o Grande Expediente reforçam o papel do Parlamento Municipal na discussão de temas relevantes e na apresentação de propostas voltadas à melhoria da qualidade de vida da população manauara.
Com Flávio, Moro se filia ao PL e diz que Lula ‘foi eleito entre aspas’
O senador Sergio Moro afirmou que oferecerá seu palanque no Paraná à campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa à Presidência. A fala se deu durante o evento de filiação de Moro ao Partido Liberal, em Brasília.
Moro oficializou sua entrada na sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele deixou o União Brasil diante da falta de apoio para sua candidatura ao governo do Paraná.
Durante o discurso, Moro criticou o governo do presidente Lula (PT). Ele afirmou que o petista foi eleito “entre aspas” e fez críticas ao resultado do pleito. Não há comprovação de fraude nas eleições, que têm mecanismos de auditoria.
O senador afirmou que o Paraná “não vai faltar” ao projeto nacional liderado por Flávio. Moro disse que está “se somando” à iniciativa e defendeu a candidatura do senador ao Planalto. “Vamos trabalhar para que Vossa Excelência tenha uma grande vitória no nosso estado”, disse Moro a Flávio.
A aliança reforça a reaproximação com o núcleo bolsonarista. Moro integrou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro como ministro da Justiça entre 2019 e 2020. Ele deixou o cargo após acusar Bolsonaro de tentar interferir politicamente na Polícia Federal.
O evento também contou com a participação do ex-procurador Deltan Dallagnol e da deputada Rosangela Moro. Ela se filiou ao PL e Dallagnol, que era coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato quando Moro era juiz, vai compor a chapa pelo Novo.
No Paraná, o partido deve lançar Dallagnol e o deputado Filipe Barros (PL-PR) como candidatos ao Senado. A definição faz parte da estratégia de fortalecer a sigla no estado.
A filiação ocorreu em um auditório próximo ao Posto da Torre, em Brasília, local que marcou o início da Operação Lava Jato em 2014. À época, a Polícia Federal cumpriu no local os primeiros mandados da operação.

O senador citou irregularidades envolvendo aposentados e pensionistas do INSS e mencionou o caso do Banco Master. Ele associou os episódios ao atual governo. Investigações indicam, porém, que problemas nesse tipo de benefício começaram ainda na gestão Bolsonaro e se estenderam ao governo atual.
Moro tem concentrado esforços na viabilização da candidatura. Ontem, evitou comentar diretamente movimentos de adversários. A estratégia tem sido reduzir atritos neste momento.
O senador afirmou que está focado na disputa estadual. Moro já disse que vencer no primeiro turno é difícil. Ao mesmo tempo, indicou confiança ao citar desempenho em pesquisas.
Disputa no Paraná
Ontem, o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), anunciou que não será mais pré-candidato à Presidência. Ele deve permanecer no cargo até o fim do mandato.
Ratinho Jr. afirmou que vai priorizar a sucessão estadual. O objetivo é eleger um aliado e conter o avanço de Moro. A disputa no estado tende a se acirrar.
A desistência surpreendeu aliados. O governador era visto como favorito no PSD. Ele integrava uma lista de três nomes cotados para o Planalto, que também inclui Ronaldo Caiado e Eduardo Leite.
Segundo interlocutores, a decisão foi influenciada pela filiação de Moro ao PL. Também pesaram pressões do entorno familiar.
PSD ainda não definiu um candidato. O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi (PSD), disputa espaço internamente. O secretário estadual das Cidades, Guto Silva (PSD), é apontado como preferido do governador.
*Com informações de Uol
Governo do Estado e BID iniciam projeto piloto de saneamento rural sustentável na Amazônia

O Governo do Amazonas e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) deram início, nesta terça-feira (24/03), ao projeto piloto “SIRWASH: Água, Saneamento e Higiene Rural Sustentáveis e Inovadores no Brasil”, em Presidente Figueiredo (a 117 quilômetros de Manaus). A comunidade Boa União do Rumo Certo será a primeira da Amazônia a receber a iniciativa, que contempla obras para implantação de sistema de abastecimento de água, esgotamento sanitário e gestão de resíduos sólidos. A ideia é que o projeto seja replicado futuramente em outros municípios do interior do estado.
O SIRWASH é uma iniciativa internacional liderada pelo banco e pela Agência Suíça para o Desenvolvimento e Cooperação (Consude), em parceria com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). No Amazonas, o projeto será coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb), com apoio da Prefeitura de Presidente Figueiredo.
Conduzida pelo secretário da Sedurb e da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), Marcellus Campêlo, a apresentação do projeto para os moradores aconteceu no auditório do Núcleo de Ensino Superior de Presidente Figueiredo, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
Na ocasião, foi assinada a ordem de serviço para a elaboração dos estudos e projetos. Também foi anunciada a publicação do edital de licitação para a contratação das obras, que vão contemplar os sistemas de abastecimento de água, rede e estação de tratamento de esgoto.
Marcellus Campêlo disse que o projeto se alinha às diretrizes do Programa Nacional de Saneamento Rural (PNSR), e já foi implantado em comunidades do Piauí, Distrito Federal e Bahia. De acordo com ele, a ideia é que a iniciativa seja replicada em outros municípios do interior do Amazonas.
“Esse projeto, que contempla água tratada, coleta e tratamento de esgoto, manejo de resíduos sólidos, além de drenagem e melhoria da infraestrutura, certamente norteará uma política nacional e vai fazer com que outros municípios do interior do estado sejam beneficiados em suas comunidades rurais”, afirmou.
Boa União do Rumo Certo foi escolhida pelo BID para receber o projeto piloto por apresentar déficit de saneamento relevante, crescimento acelerado, engajamento institucional e forte participação da comunidade, além de viabilidade operacional e institucional. O cenário foi considerado ideal pela instituição para testar um modelo de saneamento rural sustentável que poderá ser replicado futuramente.
O prefeito de Presidente Figueiredo, Fernando Vieira, destacou a importância do projeto para o desenvolvimento sustentável e turístico da região, ressaltando o papel da comunidade no sucesso da iniciativa. “A Comunidade Boa União do Rumo Certo tem forte vocação para o turismo de pesca. O projeto será importante para os moradores, porque vai desenvolver essa atividade. Essa parceria com o Governo do Amazonas é fundamental”, disse.

Para o representante comunitário Adaildo de Carvalho, a chegada do projeto representa um avanço significativo para a qualidade de vida dos moradores, especialmente no acesso à água tratada. “Estamos muito felizes, porque é uma iniciativa de grande importância para nossa comunidade, pois temos essa dificuldade com água tratada, e esse projeto vem para viabilizar. Com a implementação, teremos mais valorização da cidade e mais qualidade de vida. Só temos a agradecer”, ressaltou.
Após a cerimônia de apresentação do projeto para a população, a secretária executiva da Sedurb, Daniella Jaime, participou de uma reunião técnica para a formação do Grupo de Acompanhamento do Projeto Piloto. Na ocasião, participaram o líder da Divisão de Água e Saneamento do BID no Brasil, Gustavo Méndez, a consultora de Água e Saneamento do banco, Gabriela Capobianco, além do secretário de Governo de Presidente Figueiredo, Carlos Alexandre, e equipes técnicas da prefeitura.
Eixos do Projeto Piloto
O projeto contempla três eixos: abastecimento de água, esgotamento sanitário rural e estruturação da coleta seletiva e valorização dos resíduos.
Na área de abastecimento de água, está no escopo a realização de estudo para a definição de mananciais subterrâneos para o abastecimento da comunidade (aproveitamento dos atuais ou perfuração de novos); análise completa da qualidade da água dos poços para definir o sistema de tratamento ideal e a viabilidade de uso de energia solar fotovoltaica no bombeamento de água dos poços.
Está prevista, também, a regularização dos poços existentes (ou novos poços perfurados), com a solicitação de outorga junto ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam); aumento da capacidade de reservação do sistema de abastecimento comunitário; implementação de uso de novos mananciais subterrâneos para o abastecimento da comunidade; nova rede de distribuição de água, dimensionada a partir de estudos técnicos, além de hidrômetros para medição do consumo das residências.
No esgotamento sanitário rural, será realizado estudo sobre a viabilidade técnico-financeira de sistema centralizado ou descentralizado; implementação de soluções; construção de banheiros para as residências que não possuem e/ou realizar adequações nos banheiros existentes com problemas de adaptabilidade. Serão executadas ligações intradomiciliares e domiciliares (das residências para a rede coletora ou para as fossas no interior do lote).
Já na área da coleta seletiva e valorização dos resíduos, será elaborado o projeto de uma central de triagem de resíduos secos. Também será construído um galpão de armazenamento e triagem de resíduos secos para transformação em produtos de valor.
Supermercados podem vender remédios? Entenda o que muda com a nova lei

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou na segunda-feira, 23, a lei que autoriza a instalação de farmácias e drogarias na área de vendas dos supermercados.
Pela lei, as unidades devem funcionar de forma independente dos demais setores do supermercado, possuindo estrutura própria para recebimento, armazenamento e controle de temperatura e umidade.
Na prática, a norma altera a Lei 5.991, de 1973, que trata do controle sanitário do comércio de medicamentos e insumos farmacêuticos. A seguir, veja as principais dúvidas e respostas sobre o tema.
Supermercados agora podem vender remédios?
Sim. A nova lei autoriza a instalação de farmácias e drogarias dentro de supermercados. No entanto, esses espaços devem seguir regras específicas e funcionar de maneira independente.
O que muda na prática para o consumidor?
Na prática, o consumidor poderá encontrar farmácias dentro de supermercados, o que pode trazer mais conveniência. Por outro lado, a venda de medicamentos continuará sendo controlada, com regras rígidas para garantir segurança e qualidade.
Como funcionará a farmácia dentro do supermercado?
As farmácias deverão ter estrutura própria, separada das demais áreas do supermercado. Isso inclui:
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Controle de temperatura e umidade
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Espaço adequado para armazenamento
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Sistema próprio de recebimento de medicamentos
Ou seja, não será uma simples prateleira com remédios, será uma farmácia completa dentro do estabelecimento.
Os medicamentos poderão ficar nas gôndolas do supermercado?
Não. A legislação proíbe a venda de medicamentos em áreas de livre acesso, como gôndolas, bancadas ou prateleiras comuns do supermercado. Os remédios devem ficar exclusivamente dentro do espaço da farmácia.
Será obrigatória a presença de farmacêutico?
Sim. A lei exige a presença de um farmacêutico habilitado durante todo o horário de funcionamento da farmácia.
O que diz o setor farmacêutico
Para o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter Jorge, a nova lei representa um avanço dentro de um cenário de risco regulatório que se desenhou no início da tramitação do projeto de lei no Congresso, quando a proposta era a venda em gôndolas, com responsabilidade técnica remota do farmacêutico.
“O dano foi minimizado. Conseguimos evitar a aprovação de dispositivos que poderiam levar à banalização dos medicamentos. Agora, caberá aos órgãos fiscalizadores cumprir seu papel e garantir o efetivo cumprimento da legislação”, afirmou.
*Com informações de Terra
Ancelotti diz que restam 4 vagas na Seleção para a Copa e não descarta retorno de Neymar
O treinador da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, disse ainda restarem “quatro vagas” para a lista dos atletas que vestirão a Amarelinha na Copa do Mundo 2026.
A afirmação foi dita em entrevista ao apresentador Galvão Bueno, exibida na edição do Galvão FC desta segunda-feira, 23.
“Os nomes que eu imaginava, se você disse que já tem 18, eu sei que você tem três jogadores que estão machucados e que você conta com eles, Militão, Bruno Guimarães, Estêvão. Então 18. Com esses três, dá 21. Se o Neymar te convencer, são 22. Sobram quatro vagas só?”, questionou Galvão.
“Sim, quatro vagas, que, nesse sentido, temos muita dúvida. Por isso, chamei nessa convocação os jogadores novos que eu não conheço muito bem, mas a dúvida pode ser um jogador na defesa, um par de jogadores no meio, e também um par de na frente. A concorrência é muito alta. Muito grande. Que a sorte que tem a Seleção em ter jogadores com muita qualidade e muito talento também”, respondeu Ancelotti.
Futuro de Neymar na Seleção
Após Neymar Jr ficar de fora da mais nova convocação de Carlo Ancelotti para a Seleção Brasileira, o atacante voltou a ser considerado uma dúvida entre os possíveis relacionados para os próximos compromissos.
Logo após a confirmação do elenco convocado para os amistosos contra França e Croácia, os torcedores se dividiram entre lamentar a ausência de Neymar Jr entre os relacionados, e considerar que o meia-atacante não tem mais o ritmo necessário para atuar na Seleção Brasileira.
Além de deixar Neymar Jr novamente de fora da lista, Ancelotti chamou algumas novidades em seu ciclo, como Gabriel Sara, do Galatasaray, Ibañez, do Al-Ahli, Igor Thiago, do Brentford, Rayan, do Bournemouth, e Danilo, do Botafogo. Endrick, do Lyon, também voltou a ser chamado.
Os amistosos do fim deste mês, contra França, dia 26, e Croácia, dia 31, podem servir para tirar algumas dúvidas que ainda tem o treinador italiano para a Copa do Mundo de 2026.

As partidas serão realizadas nos Estados Unidos e vão marcar a estreia dos uniformes azul e amarelo, respectivamente, lançados pela Nike na semana passada.
*Com informações de Terra
David Almeida entrega nova etapa do cemitério vertical e soluciona déficit histórico
O prefeito de Manaus, David Almeida, entregou, nesta terça-feira, 24/3, a segunda etapa do cemitério vertical Nossa Senhora Aparecida, localizado no bairro Tarumã, zona Oeste da capital, ampliando a capacidade de sepultamentos da cidade e consolidando uma solução para um problema histórico: a ausência de novos cemitérios há mais de quatro décadas.
A entrega ocorre em um contexto de forte pressão sobre o sistema funerário, agravado durante a pandemia, quando a cidade enfrentou a escassez de áreas para sepultamento. A resposta da gestão foi a implantação de um modelo moderno, já consolidado em grandes centros urbanos, que otimiza o uso do espaço e garante mais organização, eficiência e dignidade às famílias.
“Manaus, sendo a sétima maior cidade do Brasil, precisava desse investimento. Esse modelo é realidade nas grandes cidades por conta da falta de espaço. Estamos entregando uma solução definitiva para um problema histórico da cidade, após mais de 40 anos sem abertura de novos cemitérios”, afirmou o prefeito David Almeida.
O projeto foi estruturado em três fases. A primeira, entregue em outubro de 2022, disponibilizou 5.000 lóculos. Nesta segunda etapa, são incorporadas mais 7.400 unidades, elevando significativamente a capacidade do espaço. A terceira fase, atualmente em planejamento, prevê a construção de mais 8.400 lóculos. Ao final, o complexo ultrapassará 20 mil sepulturas verticais, além de quase 10 mil gavetas de ossuário, que permitem a reutilização dos espaços conforme previsto em lei.
Com as duas primeiras etapas já executadas, o cemitério soma aproximadamente 13 mil sepulturas concluídas e segue em operação há mais de um ano, atendendo a demanda da cidade mesmo antes da finalização total da estrutura. A obra alcança aproximadamente 65% de execução.
Além da ampliação física, a intervenção promoveu a modernização completa do campo-santo público. Quando assumiu a gestão, o espaço não possuía abastecimento regular de água, acesso estruturado ou processos informatizados.
“Nós encontramos um cenário em que não havia mais onde sepultar. Iniciamos essa obra em plena pandemia e, hoje, entregamos uma estrutura moderna, que organiza o sistema, melhora as condições de trabalho dos servidores e dá dignidade às famílias em um momento tão sensível”, destacou o prefeito.
O secretário municipal de Limpeza Urbana, Sabá Reis, reforçou o impacto estrutural da obra e relembrou as condições anteriores. “Esta estrutura ficou mais de 20 anos sem água encanada. Tudo era feito com carro-pipa. Não havia entrada adequada, nem organização. Durante a pandemia, chegamos a registrar mais de 200 sepultamentos em um único dia. Hoje, temos um modelo moderno, mais eficiente e muito mais fácil de manter”, afirmou.













