Rodri foi eleito o Bola de Ouro da Copa do Mundo de 2026 - Foto: Reprodução / @SEFutbol
Campeão da Copa do Mundo de 2026 pela Espanha e eleito o melhor jogador do torneio, o volante Rodri está perto de acertar a sua ida para o Real Madrid. O meio-campista de 30 anos tem clara a vontade de retornar à La Liga, onde já vestiu a camisa do Villarreal e do Atlético de Madrid, e fechar com o clube merengue, de acordo com informações da imprensa europeia.
Segundo o jornalista Matteo Moretto, especialista no mercado da bola internacional, o presidente do Real, Florentino Pérez, que antes bloqueava a chegada do experiente volante, eleito o melhor do mundo em 2024, mudou de ideia após a Copa e “agora está muito mais aberto à possibilidade de contratá-lo”.
Ainda conforme o repórter, o Real Madrid já garantiu o acordo de Rodri. Neste momento, o clube e o atleta estão totalmente alinhados nos termos contratuais.
O que ainda separa a contratação do volante pelo Real é o fato de que o gigante da Espanha não iniciou as negociações com o Manchester City, atual clube de Rodri. A equipe inglesa tem contrato com o meia até junho de 2027, mas enviou, em abril, uma proposta de renovação, ainda sem resposta.
A expectativa de Florentino Pérez, no entanto, é que seja feita a vontade do jogador, em uma transação imediata que custaria cerca de 50 milhões de euros aos cofres merengues (aproximadamente R$ 288,75 milhões).
Desbancou Messi
O capitão da Espanha, Rodri, foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá. O volante do Manchester City, da Inglaterra, comandou a Fúria na conquista do bicampeonato mundial na noite do último domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Além dele, Unai Simón, goleiro espanhol, recebeu o prêmio de melhor goleiro da competição. Ele sofreu apenas 1 gol em 8 jogos no torneio. A melhor defesa da Copa ajudou Kylian Mbappé a ser o Chuteira de Ouro do Mundial, já que o rival do francês Lionel Messi não balançou as redes.
A Espanha se tornou campeã do mundo pela segunda vez na história com a sua marca registrada de jogar futebol. A final contra a Argentina foi a cereja do bolo de uma campanha autoral e quase impecável: a equipe de Luis de La Fuente, que levou apenas 1 gol em todo torneio, controlou a partida do início ao fim com a bola nos pés em 65% do tempo. A conquista mostrou que o estilo de jogo desenvolvido na Espanha nunca saiu de moda.
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