
O Irã divulgou uma lista endereçada aos Estados Unidos com seis exigências para reabrir o Estreito de Hormuz, por onde passava o equivalente a 20% do petróleo comercializado no mundo antes do início da guerra. Dentre as exigências, estão o pagamento de indenizações pelos danos causados ao país e fim da guerra na Palestina.
O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Mohammad Bagher Zolghadr, apresentou uma lista de exigências para a reabertura do Estreito de Hormuz. A lista divulgada pela mídia Tasnim News Agency, ligada ao governo, inclui o fim do bloqueio naval norte-americano, a retirada das forças militares e o término definitivo da guerra no Irã e na Palestina.
Zolghadr também pede que os EUA Indenizem o Irã pelos prejuízos do conflito e liberem os ativos financeiros congelados. As demandas visam compensar as perdas que o governo de Teerã atribui diretamente às ações de Washington.
O líder de segurança justificou os pedidos afirmando que eles refletem o clamor das ruas. “Estas são as reivindicações do povo iraniano, que têm proclamado em voz alta durante 160 dias de presença firme nos campos e nas ruas”, disse Zolghadr.
A reabertura da rota marítima está suspensa até que os norte-americanos mudem de postura. “Enquanto os EUA não corrigirem seu comportamento, o Estreito de Hormuz não será reaberto”, alertou o comunicado divulgado.
A lista
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Nunca, e em nenhuma língua, ameace o Irã ou insulte os valores sagrados desta nação
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Pôr fim permanentemente à guerra e à agressão contra o Irã e seus aliados no Líbano, na Palestina, no Iêmen e no Iraque
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Levantar o bloqueio naval e retirar as forças militares (navais e aéreas) do entorno do Irã
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Pagar integralmente, sem qualquer redução, os danos causados
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Levantar as sanções injustas e ilegais contra a nação iraniana
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Liberar incondicionalmente os bens bloqueados e roubados do povo iraniano











