
Com foco na modernização da rede estadual de saúde e na melhoria do acolhimento aos pacientes, o governador interino Roberto Cidade vistoriou, nesta quarta-feira (15/04), as obras em andamento na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), em Manaus. Referência no tratamento do câncer na região Norte, a unidade passa por uma transformação, iniciada em março deste ano, que envolve tanto a reestruturação física quanto a reorganização dos processos de trabalho.
Durante a vistoria, o governador interino destacou a importância de priorizar uma unidade que atende pacientes em situação de vulnerabilidade, reforçando o compromisso com a modernização da estrutura e a humanização do atendimento.
“É importante a gente ter um olhar sensível para a FCecon. Nós iniciamos essa obra de ampliação e modernização, com reorganização dos serviços e investimento em tecnologia, para garantir um atendimento mais otimizado, com triagem adequada e mais qualidade para quem busca aqui esperança e tratamento”, afirmou.
As obras na unidade fazem parte do cronograma estabelecido pela SES para levar o Padrão Delphina para todas as unidades da rede estadual de saúde, iniciadas no final de 2024.
O plano, executado pelo Governo do Amazonas, busca reduzir o tempo de resposta ao paciente, desde a chegada até o início do tratamento.
As obras estão concentradas no ambulatório, principal porta de entrada da unidade, que está sendo reformado e ampliado. Com a intervenção, a capacidade da recepção passará de 228 para 261 pacientes, contribuindo para melhorar o acolhimento e reduzir o tempo de espera.
A reestruturação também alcança setores estratégicos, como o Serviço de Arquivo Médico e Estatística (Same), a farmácia ambulatorial e a sala de coleta do laboratório, além da atualização da comunicação visual e da sinalização interna, facilitando a circulação dos usuários dentro da unidade.
Outra frente importante é a área de quimioterapia, que passa por adequações para ampliar a capacidade de atendimento e oferecer mais conforto aos pacientes durante o tratamento. As mudanças estruturais caminham em paralelo com a reorganização dos serviços, permitindo uma assistência mais integrada e eficiente.













