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Após 16 anos, a franquia “Anaconda” está de volta. A revista americana “The Hollywood Reporter” anunciou, nesta sexta-feira (17), que a quinta sequência tem previsão de estreia para o Natal deste ano. Mas foi outro motivo que realmente chamou a atenção dos brasileiros: a escalação de Selton Mello.

O astro de “Ainda Estou Aqui” e “O Auto da Compadecida 2” vai contracenar com Jack Black, Thandiwe Newton, Paul Rudd, Ione Sky e Steve Zahn. A direção é de Tom Gormican, que também escreveu o roteiro com Kevin Etten: esta será a terceira colaboração da dupla, que já trabalhou nos filmes “O Peso do Talento” e “Um Tira da Pesada 4”.

De acordo com fontes da revista, a história vai misturar comédia e aventura para retratar um grupo de amigos enfrentando a crise da meia-idade e que estão fazendo um remake de seu filme favorito da juventude. Mas, em meio à floresta tropical, eles se deparam com cobras gigantes e criminosos.

Jack Black será um ex-diretor de cinema, Paul Rudd interpretará um ator frustrado que participou de um programa policial, enquanto Newton e Zahn darão vida a dois amigos de infância que se juntam à desventura. Já Selton Mello será um tratador de animais brasileiro.

‘Quando você não consegue respirar, você não consegue gritar’

O ano é 1997, quando uma equipe da revista “National Geographic” desembarca na Amazônia em busca de uma tribo indígena. Mas, durante a expedição, eles esbarram em Paul Sarone (Jon Voight), um caçador que decide se juntar ao grupo com segundas intenções: encontrar e capturar uma serpente gigantesca que habita o rio, chamada Anaconda.

Na trama, os personagens de Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Danny Trejo lutam para sobreviver na floresta, enquanto também precisam escapar das ameaças de Sarone. Por isso o slogan: “Quando você não consegue respirar, você não consegue gritar”.

Curiosidades sobre ‘Anaconda’

A história se passa na Amazônia e contém cenas no Porto de Manaus, no centro histórico e ao longo do rio Negro. Mas a maior parte das gravações foi feita em locações do Havaí e no Jardim Botânico de Los Angeles, na Califórnia.

Seja como um clássico de terror ou de aventura (com toques cômicos), o primeiro filme da franquia foi um sucesso de bilheteria na época: com um orçamento estimado em US$ 45 milhões, segundo o IMDb, o longa arrecadou quase US$ 137 milhões — faturamento maior que o US$ 90 milhões de “Madame Teia”, de 2024, por exemplo.

Ainda de acordo com a plataforma, o longa do cineasta Luis Llosa foi feito com algumas das tecnologias mais avançadas da época. A combinação de animatrônicos e CGI (computação gráfica) custou cerca de US$100 mil por segundo de filmagem. O filme possui 90 minutos, ou 5400 segundos.

Assim como a vaca voando em “Twister” ou a porta dividida por Jack e Rose em “Titanic”, o filme também é marcado por cenas icônicas! Uma delas se refere aos momentos escatológicos em que a cobra engolia ou regurgitava alguns personagens.

O longa também possui vários erros de gravação. Um deles acontece quando os controles da serpente entram em curto-circuito, fazendo com que o réptil eletrônico perdesse o controle. O resultado pôde ser visto em alguns trechos do filme. Você tinha reparado?

Outro momento inesperado foi uma cena improvisada que a produção decidiu incluir no material no último minuto. A cena em que Anaconda reaparece coberta por fogo e água foi acrescentada para dar clímax à sequência.

Uma das críticas mais frequentes no ano de seu lançamento foi com relação à serpente. Muitos a consideraram habilidosas demais para sua espécie: vale lembrar que, na trama, a Anaconda, emite sons como rugidos, algo que não acontece na vida real.

Por fim, outra curiosidade é que as gravações eram frequentemente interrompidas porque algumas pessoas da equipe tinham medo significativo de cobras.

Com informações do gshow