
Estão abertas as matrículas para o ano letivo de 2027 nas Instituições Nelly Falcão de Souza (INFS), formadas pelo Pinocchio Centro Educacional e Colégio Martha Falcão. Para o próximo ano, as instituições terão o ESG – sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança – como eixo central da programação pedagógica, com projetos voltados à sustentabilidade, cidadania, inclusão, ética e inovação.
“A decisão de colocar o ESG no centro da nossa programação para 2027 reflete a evolução natural da nossa trajetória. Enquanto o mercado e o mundo hoje tratam a pauta ESG como um conceito novo e urgente, para nós esses pilares sempre fizeram parte do nosso DNA institucional e da nossa identidade com a Amazônia”, explica a diretora-executiva das INFS, Leilane Saburi Cintas Ruiz.
Com vagas disponíveis para todos os anos e séries da educação básica, a expectativa das instituições é receber cerca de 100 novos alunos.
A proposta para 2027 será desenvolvida a partir do tema “ESG na Educação: Cultivando o Futuro com Responsabilidade, Cuidado e Ética” e do slogan “Pinocchio e Martha Falcão ESG na Educação”. Segundo a direção, a escolha do tema não representa uma mudança de identidade das escolas, mas a organização de práticas que já fazem parte da trajetória das instituições.
Entre as ações previstas está a continuidade do trabalho desenvolvido na horta escolar, utilizada como espaço de aprendizagem sobre plantio e preservação ambiental. O projeto Mãozinhas que Plantam também será trabalhado com os estudantes, estimulando a identificação de problemas ambientais e a busca por soluções.
Outro projeto é o Clube do Futuro Cientista, que reúne experiências ambientais, culturais e científicas. Criado em 1990 pela patrona das instituições, Nelly Falcão de Souza, o clube é apontado pela direção como uma das iniciativas que demonstram a relação histórica das escolas com a educação ambiental e a Amazônia.
O trabalho também inclui o MONUNF, atividade que simula conferências da Organização das Nações Unidas (ONU) e sessões de instituições como o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Câmara dos Deputados. A proposta busca estimular o protagonismo dos estudantes, a argumentação e a compreensão sobre cidadania e participação social.
“Inovar na educação não é apenas introduzir novas ferramentas digitais ou robótica, mas ensinar nossos alunos a utilizá-las com ética, pensamento crítico e responsabilidade social. Em 2027, queremos que a inteligência artificial e a tecnologia trabalhem lado a lado com o desenvolvimento socioemocional, preparando cidadãos conscientes para os desafios do futuro”, destaca a diretora geral das INFS, professora Nelly Falcão de Souza.












