O ator Juliano Cazarré, de 45 anos, recebeu críticas nesta quarta-feira, 22, ao divulgar seu novo projeto pessoal: um curso chamado Farol e a Forja, com o objetivo de fortalecer os homens na sociedade atual.
“Ele sabia que ia apanhar. E criou o evento mesmo assim”, diz a legenda do anúncio feito no Instagram.
Autodeclarado como o “maior encontro de homens do Brasil”, o evento defende que “o mundo precisa de homens que assumam seu papel”. A proposta inclui uma imersão em temas como liderança, paternidade e espiritualidade cristã.
O curso está previsto para os dias 24, 25 e 26 de julho de 2026, em São Paulo. No entanto, mesmo antes de sua realização, a iniciativa já gerou reações negativas entre colegas de profissão. Diversas atrizes, como Marjorie Estiano, Claudia Abreu e Elisa Lucinda, passaram a comentar as publicações com críticas ao projeto.
Segundo parte da classe artística, a narrativa de Cazarré sobre um suposto “enfraquecimento do masculino” ignora a realidade do país, que, nos últimos meses, tem sido marcado por casos de violência contra a mulher.
“Que Deus tenha piedade dessa nação… já dizia Eduardo Cunha”, escreveu Julia Lemmertz. “É tanto convencimento que ele se refere a si na terceira pessoa como se fosse uma entidade”, comentou Paulo Betti. “Não concordo com o que diz o colega, sinto muito, mas o que acredito está na resposta à maravilhosa @elisalucinda aqui. Muito sábia e espiritualizada, sabe que Jesus foi perseguido e morto, inclusive, pelos ‘fariseus’, romanos e ‘vendilhões do templo’… Vocês querem ser ruins? Sejam. Mas não usem mais o nome do nosso Cristo, que deu a própria vida em sacrifício por todos nós, inclusive os ‘vendilhões do templo’”, opinou Guta Stresser.














