Desastres se intensificam e causam prejuízos bilionários - Foto: Alexandre Pessoa / Agência Brasil
Nenhum continente foi poupado, e o custo real provavelmente é maior do que essa estimativa. A Christian Aid também fez um apelo aos líderes mundiais para que adotem medidas para eliminar gradualmente os combustíveis fósseis, os principais responsáveis pelas mudanças climáticas, que exacerbam e multiplicam esses desastres.
Os Estados Unidos pagaram o preço mais alto neste ano. Somente os incêndios florestais na Califórnia, em janeiro, causaram prejuízos de US$ 60 bilhões.
Em seguida, vieram os ciclones e as inundações que atingiram o Sudeste Asiático em novembro. Tailândia, Indonésia, Sri Lanka, Vietnã e Malásia sofreram perdas de quase US$ 25 bilhões.
As inundações na China, entre os meses de junho e agosto, custaram quase US$ 12 bilhões, e o ciclone Melissa, na Jamaica, US$ 8 bilhões.
Apenas países com seguro
A lista continua e está longe de ser completa. Os autores do estudo alertam que calcularam apenas os custos de propriedades seguradas, o que significa que outros desastres devastadores não foram incluídos, particularmente em países que não podem arcar com esse tipo de proteção, como Nigéria e República Democrática do Congo, atingidas por graves inundações em maio.
Também é difícil quantificar os milhares de mortos, deslocados e as perdas de renda. “O verdadeiro impacto desses desastres é quase certamente muito maior”, enfatiza a Christian Aid.
Essas catástrofes são consequência previsível de uma atmosfera e de oceanos mais quentes, resultado de décadas de queima de combustíveis fósseis, de acordo com pesquisadores. O relatório da organização destaca a urgência de adaptação e da eliminação gradual do gás, do petróleo e do carvão.
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